5 alimentos inimigos da saúde do idoso

A saúde do idoso é algo de grande admiração, quando nos deparamos com um idoso que possui uma vida ativa e esbanjando muita alegria. É o que qualquer pessoa deseja para a terceira idade, bem como todos aqueles que convivem com um idoso diariamente.

Pois bem, a qualidade de vida e saúde do idoso depende primeiramente dos hábitos que ele mesmo cultivou ao longo de sua vida, mas também dos cuidados daqueles que estão à sua volta.

É que muitos idosos até tiveram bons hábitos alimentares ao longo de sua vida, mas que ao chegar na terceira idade dependem de alguém para ajudá-los a manterem-se saudáveis.

As alterações fisiológicas presentes no processo de envelhecimento são inúmeras e muitas delas afetam diretamente a saúde do idoso, podendo limitar algumas funções de seu organismo.

A boa alimentação é imprescindível para manter a saúde do idoso e seu bem estar físico como um todo. E é com ela que garantimos uma melhor qualidade de vida mesmo em meio a doenças crônicas e outras eventualidades que possam ocorrer na terceira idade.

Por isso, se você é idoso ou tem alguém da terceira idade sob os seus cuidados fique atento aos 5 alimentos que são verdadeiros inimigos da saúde da pessoa idosa.

Confira abaixo!

1. Alimentos industrializados

Aliados ou vilões? Sabemos que os cuidados na terceira idade são exigentes e que muitas vezes procuramos soluções práticas para as diversas demandas que se apresentam no dia a dia. Mas os industrializados estão longe de serem nossos aliados.

Como verdadeiros vilões, estes alimentos demonstram aparentes benefícios, mas trazem em si grandes perigos para a saúde do idoso.

Umectantes, corantes em excesso, sódio elevado, alto índice de conservantes, são apenas alguns dos aditivos químicos encontrados nos alimentos industrializados. E eles podem provocar reações alérgicas, cirrose hepática, câncer e muitas outras complicações.

O ideal é sempre contar com uma comida fresquinha, leve e natural, evitando sempre os embutidos, congelados e temperos prontos.

Segundo o Ministério da Saúde, os cuidados com a aquisição dos alimentos para os idosos iniciam-se com a elaboração de uma lista que considere os critérios de: “procedência segura; composição nutricional dos produtos; informação quanto à forma de conservação e vários outros pontos” (cf. Alimentação saudável para a pessoa idosa: um manual para profissionais de saúde, Brasília 2010)

2. Sal

A saúde do idoso sofre com esses nomes: insuficiência renal, hipertensão, retenção de líquidos e etc. Ou seja, são algumas complicações causadas pelo excesso de sal na alimentação.

Desta forma, para garantir o envelhecimento e saúde da pessoa idosa, o mais ideal é buscar outras opções de temperos que trazem um sabor semelhante ao cloreto de sódio. Sendo assim, dispensando este condimento nos alimentos com outras opções,  como por exemplo: limão, cebola e alho e algumas ervas frescas.

Já é mais que comprovado que a diminuição de sal dos alimentos só traz benefícios para quem adere a esta prática saudável. Além, claro, de regular os fluidos nos vasos sanguíneos e diminuir a pressão arterial.

3. Chás

Por incrível que pareça, os chás requerem uma certa medida em seu consumo.

Há quem pense que por ser chá não encontramos nenhum malefício para a saúde do idoso. Mas a verdade é que muitos chás podem interferir e até mesmo anular os efeitos de alguns medicamentos.

Idosos que tratam de forma medicamentosa a depressão, hipertensão e arritmia devem evitar os chás estimulantes como o chá verde. Isso porque a interação com o  medicamento pode causar efeitos contrários ao que se espera do medicamento.

Leia depois: Quais os cuidados com a alimentação dos idosos?

4. Açúcar

Não é desconhecido por ninguém o fato de que o açúcar em excesso é extremamente prejudicial à saúde de qualquer pessoa. E para a saúde do idoso os prejuízos são ainda maiores.

O consumo do açúcar está diretamente ligado a diabetes na terceira idade e “pode sim fazer parte da alimentação, mas desde que em pequenas quantidades” (cf. Cruzeiro do Sul – Familiares devem ficar atentos com a alimentação dos idosos, 25/08/2017).

Lembremos que não é somente na fase idosa que a pessoa consome este alimento, mas ao longo de toda a sua vida com certeza sua alimentação já apresentava o açúcar.

Chegada a terceira idade, o metabolismo do idoso sofre diversas alterações, entre elas a forma como o organismo absorve os alimentos. Por isso, não é difícil que um idoso apresente diabetes repentinamente caso ele não modere o consumo de açúcar.

Vale lembrar aqui que açúcar não está somente presente no doce ou no café. Mas o idoso também o consome ao comer pães, bolos, massas e todo carboidrato de forma excessiva, por isso estejamos atentos.

Confira também: 6 hábitos para uma velhice feliz

5. Gordura

O colesterol da pessoa idosa precisa ser monitorado e controlado sempre que possível. Essa ação pode prevenir veias entupidas, trombose e até infarto.

É possível controlar o colesterol da pessoa idosa moderando ou, se necessário, evitando diversos alimentos gordurosos como: margarina e manteigas, comidas oleosas, carnes gordurosas, etc.

Estes alimentos podem ser facilmente substituídos por azeite extravirgem, queijos brancos, carnes magras e alimentos assados ao invés de frituras.

Toda conquista exige de nós uma renúncia. Pois bem, se queremos ter uma vida longa com qualidade ou se desejamos isto para algum idoso que está sob nossos cuidados, é preciso renunciar a muitas práticas ruins referentes à alimentação.

É importante buscar sempre conhecer bem que tipo de comida é oferecida ao idoso, quais os temperos utilizados e até mesmo a forma de preparo.

Leia também: Cuidar de idosos é a nossa missão

Portanto, a  negligência com a alimentação certamente acarretará uma saúde mais fragilizada para a pessoa idosa. E aquela que poderia se tornar uma aliada para a saúde do idoso se transformará em vilã.

Logo, fiquemos atentos, pois uma boa alimentação certamente garantirá mais dias felizes para aquele que chegou na terceira idade.

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5 dicas que toda família que possui idosos precisa seguir

A família que possui idosos, desde que seja consciente de seu papel, poderá desenvolver com tranquilidade, qualidade e muita alegria os cuidados necessários para esta fase.

Ou seja, na vida familiar as pessoas idosas necessitam de um feliz envelhecimento, pois, poucos anos atrás, foram elas que deram muito amor e atenção para o resto de suas famílias.

Então, para lhes garantir saúde e qualidade de vida, eles precisam de muitos cuidados nessa etapa da vida em que se encontram. E, agora, é a vez da família que possui idosos assumir o seu papel.

Confira aqui neste texto 5 dicas que toda família que possui idosos precisa seguir.

Acompanhamento médico adequado para idosos

As pessoas na terceira possuem necessidades de acompanhamento médico como em qualquer fase da vida, porém com uma intensidade maior.

As mudanças no organismo de uma pessoa idosa acontecem com maior frequência e com uma rapidez que somente um acompanhamento periódico pode identificar.

Por isso, as famílias que possuem idosos precisam buscar um médico especialista e competente para acompanhar o idoso. De tal maneira que, conversando com profissionais, a família que possui idosos possam estabelecer uma rotina de cuidados (Cf. Drauzio, 16/03/2021).

Neste caso, sem este acompanhamento médico a saúde do idoso pode estar comprometida, tendo em vista os diferentes cuidados que ele necessita de ordem física, mental e etc.

Confira também: Os cuidados com os idosos não tira férias

Adaptação física da casa para idosos

Alguns idosos possuem necessidades especiais que requerem um melhor layout da casa onde habita. Ou seja, a disposição de móveis, utensílios, objetos, iluminação e alguns outros detalhes podem fazer a diferença na vida da família que possui idosos.

O  Ministério da Saúde apresenta que as quedas são responsáveis por 56,6% das mortes acidentais de pessoas acima de 75 anos. Então, para evitar acidentes domésticos, a família que possui idosos, precisa tornar o lar uma casa segura (Biblioteca Virtual em Saúde, MS).

Em outras palavras, precisarão passar por uma adaptação para melhor atender às suas necessidades: visão, articulações, músculos, ossos e etc. Tudo no idoso exige mais cuidados.

Desta forma as famílias que possuem idosos precisam estar atentos para que o ambiente favoreça a locomoção e evite ao máximo os acidentes, como quedas e machucados.

Alimentação de qualidade

Assim como a prática de exercícios físicos, a alimentação faz total diferença na qualidade de vida do idoso.

As mudanças hormonais e no metabolismo do corpo exigem uma alimentação mais regrada e balanceada, não que em outras idades não seja necessário, mas na terceira idade isso torna-se vital.

O ideal é que o idoso passe por um profissional que o ajude a analisar o seu estado nutricional, como o nutrólogo ou nutricionista. E, após a realização de exames de análises, seja feito um plano alimentar e, se necessário, suplementar para atender às suas necessidades.

Além disso, é preciso estar atento às comorbidades, como a diabetes, hipertensão e, também, no caso de carências nutricionais, como a falta de vitamina D, potássio e anemia. Nestes casos é necessário alimentação específica.

Em todo caso, a alimentação saudável ajudará no melhor funcionamento do corpo como todo, além de garantir uma melhoria na qualidade de vida e bem estar.

Praticar atividades físicas

Atualmente, não se precisa falar muito sobre os benefícios das atividades físicas. Mas, em resumo, traz melhorias no sono, potencializa as necessidades funcionais, ajuda no metabolismo, regulariza os hormônios, o humor etc.

Ou seja, essas e outras melhorias acontecem na vida de alguém que evita o sedentarismo e se entrega a uma vida mais ativa.

Na vida de um idoso a prática do exercício físico é indispensável, pois com o passar dos anos o nosso corpo necessitará de um “empurrãozinho” para melhor realizar as suas funções.

Contudo, práticas de pouco impacto são as mais indicadas para os idosos, como as caminhadas, alongamento, dança e musculação, que desenvolvem flexibilidade, equilíbrio e força muscular (Cf. Secretaria de Saúde – RJ, 22/10/2018).

De tal forma que, amparado por profissionais competentes o idoso que pratica exercícios físicos minimiza, e muito, algumas das limitações próprias da terceira idade.

A família que possui idosos em casa não pode, em hipótese alguma, negligenciar esta necessidade Na verdade, precisa incentivar e proporcionar atividades regulares para o seu idoso.

Não basta apenas fazer exercícios soltos e sem acompanhamento, ao contrário, o ideal mesmo é buscar um profissional da área para executar as atividades físicas com regularidade e qualidade.

Leia também: Como garantir o envelhecimento e saúde da pessoa idosa?

Incentivo a um bom convívio social

O ser humano não foi feito para ficar sozinho! De fato, os estudiosos apontam muitos benefícios que um bom convívio social traz para a vida de alguém.

Contudo, a família que possui idoso pode proporcionar ações simples como: ouvir com atenção, oferecer uma ajuda mediante uma real necessidade, assistir a um filme ou programa juntos e etc. Tudo isso pode ajudar o idoso e afastar o infeliz sentimento de solidão.

O convívio social previne casos de ansiedade, depressão, sensação de abandono, inutilidade e etc.

É claro que em algumas realidades, existem idosos com restrições em suas capacidades intelectuais e terá dificuldades em realizar alguns tipos de atividades.

Neste caso, as famílias que possuem idosos podem proporcionar atividades que ajudem na cognição e percepção como artes plásticas, música, grupos de dança, de jogos, de esportes e etc. Através de sua personalidade o idoso pode identificar-se com algo e não faltará atividades em grupo para que ele possa melhor aproveitar o tempo.

Leia também: Estar em um Lar de Idosos é ser abandonado?

Portanto, o importante é sempre estar presente para que a pessoa idosa sinta-se amada e acolhida em cada fase de seu envelhecimento. Isso requer muita atenção e cuidados próprios, é verdade, mas também traz as suas belezas e descobertas.

A família que possui idosos precisa ter o coração aberto para juntos desbravarem esta fase da vida, que também tem seu sentido de existência.

Quando chega a terceira idade no ambiente familiar

É fato que a família é muito importante para toda e qualquer pessoa, ainda mais para alguém que está na terceira idade. Aliás, as necessidades do idoso são diferentes e cabe aos outros membros da família compreender essa nova fase. 

Bem como, as transformações na vida do idoso com o envelhecimento, ou seja, suas fraquezas recém adquiridas e suas virtudes conquistadas ao longo de anos.

Em outras palavras, a família precisa se organizar quando um dos membros entra na terceira idade e começa a lidar com dificuldades motoras e demais limitações de saúde.

Logo, para que o idoso mantenha seu lugar no grupo familiar, tendo uma vida melhor e mais confortável, então o ambiente familiar deve se adaptar. E, com isso, atender a essas mudanças na terceira idade.

Quer saber mais sobre como organizar o ambiente familiar para também atender ao idoso? Continue sua leitura!

Um ambiente de qualidade na terceira idade

Na terceira idade todo o corpo fica mais frágil, e se não houver preocupações para garantir uma boa adaptação às suas necessidades os acidentes ficam mais suscetíveis de acontecer.

Uma vez já mostramos o que Papa Francisco disse no seu twitter e vamos enfatizar novamente o que foi dito: que os idosos devem ser cuidados como tesouros da humanidade.

Nesse sentido, implica dizer que também é necessário ter um ambiente mais confortável e seguro. É importante nos movimentar bem na terceira idade. Além disso, prevenir as lesões no dia a dia, lidar com as dificuldades motoras e demais limitações físicas.

Contudo, como proporcionar um ambiente para que na terceira idade a vida continue normalmente, com a sua rotina e ainda mantenha sua autonomia sem riscos?

Então, pensando nisso, vamos deixar algumas dicas abaixo!

Dicas para lidar com as dificuldades motoras na terceira idade

Você sabia que 70% dos acidentes envolvendo pessoas acima de 60 anos acontecem dentro de suas próprias casas (cf. Casa Vogue, 21/11/2019).

Seja como for, na velhice, um tombo é algo extremamente prejudicial, resultando em fraturas graves e uma das maiores causas de hospitalização na terceira idade.

Devemos ficar sempre atentos e evitar tudo aquilo que possa causar uma queda, como escadas, móveis soltos e etc. E existem várias formas de adaptar a casa para os idosos e proporcionar segurança em todos os ambientes (cf. layout com, 09/05/2021).

Veja o que você pode fazer para lidar com as limitações motoras próprios da terceira idade e proporcionar segurança com adaptações em todos os ambientes da casa:

  • Barras de apoio;
  • Móveis fixados ao chão e/ou firmes;
  • Cadeiras, poltronas e sofás na altura dos pés ao chão;
  • Exclua os tapetes, pois são o principal vilão de escorregões e quedas;
  • Extrema atenção aos pisos, escadas e locais de desníveis e difícil acesso, como corredores e áreas externas;
  • E mantenha uma boa iluminação em todos os ambientes.

Portanto, a casa precisa proporcionar um ambiente seguro e bom para a saúde do idoso. E isso pode ser alcançado adotando algumas medidas quando um dos membros entra na terceira idade e começa a lidar com as dificuldades motoras.

Leia também: Como garantir o envelhecimento e a saúde da pessoa idosa?

Entenda o importante papel da família na terceira idade

É comum que todos comecem a encarar algumas dificuldades e limitações ao longo da terceira idade. De tal forma que, ao longo do envelhecimento, é onde aparecem os problemas de saúde física e emocional, como a depressão.

No entanto, seja para melhorar a saúde física e, até mesmo a mental, a família tem um papel fundamental em todo esse período. Principalmente quando se trata dos sentimentos de solidão.

Leia também: Os cuidados com os idosos não tira férias

E, assim, com todas as adaptações acima, o ambiente familiar também precisa proporcionar e se adaptar para acolher melhor a pessoa idosa. Até mesmo quando há, infelizmente, algum tipo de desacordo familiar entre pais e filhos.

É muito importante observar o idoso, se ele costumava ser uma pessoa agitada, ou animada e de repente se tornou cabisbaixo e desanimado. O melhor a se fazer é investigar o motivo da mudança.

Um lugar acolhedor não é feito somente de adaptações seguras e confortáveis para atender as necessidades e limitações motoras e de saúde, mas também de um ambiente com relacionamento saudável e contato social.

A espiritualidade também importa para a saúde da pessoa que alcançou a terceira idade.

O papel do Lar de Idosos é ser um bom aliado às famílias

Em primeiro lugar, assim como no ambiente familiar, uma casa de repouso precisa considerar o bem-estar e a qualidade de vida da pessoa idosa. Talvez mais, devido à confiança delegada.

Afinal de contas, quando um familiar atinge a terceira idade, as exigências de atenção e cuidados triplicam e, se em casa podemos acabar falhando, então temos lugares para acolher nosso ente querido com o mesmo amor que eles teriam em casa.

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Com médicos, fisioterapia, alimentação adequada e a possibilidade de conviver e construir relacionamentos com outras pessoas da mesma idade.

A finalidade é dar atendimento integral e qualidade de vida para pessoas idosas a partir de 60 anos, preservando a interação com a família.

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Mal de Parkinson: como tratar esta doença?

Mal de Parkinson é uma doença sem cura, mas podemos tratar os seus sintomas e garantir uma melhor qualidade de vida aos idosos.

Em primeiro lugar, embora não exista cura para esta doença, existem tratamentos eficazes e podemos controlar os seus sintomas. Sobretudo, a qualidade de vida do idoso, pode sim melhorar significativamente.

A princípio, é muito importante diagnosticar previamente e corretamente o mal de Parkinson e também devemos submeter o paciente a tratamentos eficazes. Pois é necessário proporcionar uma melhor qualidade de vida ao idoso que sofre com esta doença incurável.

Isso facilitará o tratamento dos sintomas e certamente fará toda a diferença.

Neste artigo, vamos falar sobre os melhores tratamentos e soluções para quem possui o Mal de Parkinson. Leia até o final e ofereça melhor qualidade de vida para o seu idoso.

O mal de Parkinson

É uma doença que afeta principalmente os movimentos do paciente e, geralmente, eles costumam ter dificuldades para andar e falar. Ou seja, o mal de Parkinson é um distúrbio do movimento progressivo e degenerativo.

Em outras palavras, os portadores de Parkinson têm as células do cérebro que são responsáveis por produzir a dopamina destruídas de forma progressiva. Além disso, a dopamina é o neurotransmissor que leva informações do cérebro ao corpo, e a sua falta, ou diminuição, afeta os movimentos (Cf. ASSOCIAÇÃO BRASIL PARKINSON – O que é Parkinson).

Porém, ela pode e deve ser tratada, e, para isso, continue lendo para entender como combater os sintomas e retardar o seu progresso.

Aproveite para ler também: 5 dicas para manter o idoso feliz

Mal de Parkinson: os tratamentos de uma doença sem cura

Como tratar uma doença que não tem cura? Parece desanimador, não é? Então pare de olhar pela perspectiva errada.

Sabemos que a cada dia que passa a medicina avança, e pesquisadores em estudos recentes apontam tratamentos mais modernos para o mal de Parkinson (CNN BRASIL, 11/04/2021). De tal modo que começam a proporcionar melhores resultados aos pacientes.

Ainda assim, atualmente todos os tratamentos da medicina – medicamentos, cirurgias, fisioterapia e a terapia ocupacional – combatem apenas os sintomas.

Medicamentos para o mal de Parkinson

Após o diagnóstico do mal de Parkinson, o médico neurologista normalmente irá receitar o uso diário de medicamentos. E o principal medicamento ainda é o Levodopa.

Mas, a depender do estágio da doença, efeitos colaterais, etc., o médico decidirá quais combinações indicar ao paciente. Seja como for, até outros tipos de medicamentos, não somente para tratar o mal de Parkinson, mas também outras condições como insônia, agitação e depressão.

Apesar disso, lembre-se: nunca inicie, não modifique e nem interrompa o tratamento sem orientação médica. Todas as orientações nesta página são exclusivamente para fins informativos. 

Converse com o médico e cuide bem do idoso!

Isso exige atenção e cuidado. É preciso lidar com muitas informações e ter também um olhar crítico para cuidar da pessoa idosa como ela merece.

Confira também: Cuidar de idosos é a nossa missão!

Cirurgias podem ajudar no tratamento do mal de Parkinson? 

Até hoje, nenhuma cirurgia possibilita a cura do idoso que sofre com o mal de Parkinson. Contudo, ela indica quando os medicamentos já perderam o efeito desejado.

Nesse sentido, as mais comuns são as cirurgias ablativas, que aplicam calor direcionado para destruir o tecido neural que causa os sintomas; e a implantação de uma espécie de marcapasso no cérebro (Cf Saber da Saúde – Boston Scientific, Doença de Parkinson, 2021).

Apesar disso, a qualidade de vida e uma vida mais saudável é algo que não depende somente do avanço da medicina, das pesquisas e tecnologias maias recentes. É algo que vai além disso!

Está relacionado a algo que também gera em nós alegria.

Em outras palavras, não encontramos uma melhora para o mal de Parkinson somente nos medicamentos e na medicina. Além disso, através das atividades físicas, bons momentos com a família, ir para a igreja e ter uma vida de oração em comunidade; podem dar muitos bons resultados no tratamento.

Como disse o Papa Francisco: “Tudo o que há de bonito numa sociedade está relacionado às raízes dos idosos” (Canção Nova – Notícias, 23/02/2022).

O poder da Fisioterapia no tratamento do mal de Parkinson

A fissioterapia é indispensável para o tratamento do mal de Parkinson, pois a estimulação física dos movimentos é essencial para o seu tratamento. Tão importante quanto os medicamentos!

Juntamente com a atividade física, auxiliando os medicamentos, podemos proporcionar mais eficácia em todo o tratamento e, inclusive, para melhorar o estado psicológico do idoso.

Bem como é mais aconselhável que seja um fisioterapeuta em particular, para o caso da doença do mal de Parkinson.

Você pode cuidar também do idoso, entendo os 5 passos para amenizar os efeitos do Alzheimer

Terapia ocupacional ajuda?

Através da terapia ocupacional o idoso pode ser melhor orientado para as suas atividades da vida diária. Na grande maioria dos pacientes, o mal de Parkinson surge a partir dos 55, 60 anos e aumenta a partir dos 70, 75 anos.

Ainda mais, uma idade que em si já requer atenção maior devido à natural decadência das funções físicas para as atividades do dia a dia. Diante disso, cuidar dos idosos é um dever não somente da família, mas também da sociedade e, sem sombra de dúvidas, da Igreja.

Entendemos isso muito bem, afinal, a missão de cuidar dos idosos com zelo e amor é um chamado que despertou na Copiosa Redenção.

Portanto…

Não é somente através de tratamentos com medicamentos e com todos os úteis e essenciais recursos da medicina que podemos dar melhor qualidade de vida ao idoso com o mal de Parkinson.

Porém, é também sobre tratar uma doença que não tem cura, sendo suporte de fé e espiritualidade. Com a oração, a Santa Missa e o tratamento dócil aos idosos, levamos a experiência de Jesus aos seus corações cansados das lutas da vida.

Procure nosso Lar, será um prazer receber você e sua família!

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Parkinson: 3 sinais de alerta para idosos

Neste post queremos alertar tanto a pessoa idosa quanto aqueles que convivem com um idoso sobre uma das doenças próprias da terceira idade: a doença de Parkinson.

A terceira idade é marcada por muitos momentos agradáveis, mas, também por inúmeros acontecimentos inesperados que podem gerar instabilidade, desânimo e insegurança. Por isso, é preciso que tanto a pessoa idosa quanto aqueles que convivem com ela estejam atentos a qualquer alteração que comprometa a saúde do idoso.

Chegar à terceira idade é uma grande dádiva . Melhor ainda é poder chegar nessa etapa da vida rodeado de muito amor, cuidado e com o máximo de saúde possível.

Confira abaixo informações importantes e 3 sinais de alerta que podem ajudar no diagnóstico do Parkinson e de uma melhora na qualidade de vida da pessoa idosa.

Sobre a Doença de Parkinson

Estima-se hoje que no Brasil existam 200 mil pessoas portadoras da doença de Parkinson, que, somado à população mundial, são aproximadamente 10 milhões de casos.

Devido ao envelhecimento da população e ao aumento da expectativa de vida, a ONU já alertou que os casos de Parkinson podem dobrar até o ano de 2040. 

A doença que é conhecida de forma equivocada por mal de Parkinson não escolhe classe e nem tem preferência por gênero. É “a segunda patologia degenerativa, crônica e progressiva do sistema nervoso central mais frequente no mundo, ficando atrás da Doença de Alzheimer. (Cf. Saber da SAÚDE – Boston Scientific, 2021)

Suas principais características são os tremores e as dificuldades de movimentação e locomoção, sendo seu diagnóstico mais encontrado em pacientes acima de 60 anos de idade.

Por isso, deixamos abaixo 3 sinais de alerta que ajudarão a detectar o Parkinson previamente, para que a saúde do idoso seja prolongada da melhor forma possível.

Leia também: Lar Adelaide Weiss Scarpa: qualidade de vida para pessoas idosas

1º sinal de Parkinson: insônia, depressão e ansiedade

Os pacientes portadores de Parkinson têm os neurônios responsáveis por produzir a dopamina destruídos de forma progressiva. A dopamina é o neurotransmissor responsável por levar a informação do cérebro ao corpo e que causa sensações de prazer e motivação.

Uma vez destruídos, não só a produção de dopamina é alterada, mas a serotonina, a noradrenalina e a acetilcolina também são prejudicadas. Com isso, geram perdas cognitivas e transtornos ligados ao sono.

O início do Parkinson também pode ser marcado por fortes alterações emocionais e dificuldades na memória, concentração e aprendizado.

E os idosos que enfrentam o Parkinson, bem como os que estão à sua volta, veem que com o tempo a expressão facial, a motivação em fazer atividades prazerosas e até mesmo o interesse do portador da doença em relacionar-se com outras pessoas também vão sendo prejudicados.

Faz-se necessário a atenção e prontidão em buscar o auxílio médico se sintomas como este forem apresentados pelo idoso.

Leia também: Como garantir o envelhecimento e saúde da pessoa idosa?

2º sinal de Parkinson: tremores e lentidão nos movimentos 

Dificuldade nos movimentos voluntários e tremores de repouso (mãos, pés, cabeça, queixo, dedos) são, na maioria das vezes, um dos primeiros sinais observados na pessoa idosa.

Geralmente percebidos por familiares e aqueles que são mais próximos, estes sintomas são características do Parkinson e limitam o idoso na execução de tarefas cotidianas.

No Parkinson, como vimos anteriormente, a Dopamina é fortemente afetada. E sendo ela responsável também pelos movimentos do corpo, esta substância, quando em falta, gera inúmeros danos na autonomia do idoso.

Atividades antes executadas sem auxílio de ninguém, passam a exigir da pessoa idosa a humildade em reconhecer que precisa de ajuda. Segurar um copo com água, escrever, ligar uma tomada, alimentar-se sozinho e, entre outras coisas, passam a ser movimentos ininterruptos.

De certo modo, causando estranheza ao idoso portador de Parkinson. Contudo, ao serem observados estes sintomas é preciso encaminhar o idoso ao médico para que possa ser feito um diagnóstico preciso. E, uma vez detectada a doença, iniciar o tratamento adequado.

3º sinal de Parkinson: Disfunções autonômicas

A disfunção autonômica acontece quando o sistema nervoso autônomo, responsável em nosso corpo por comandar ações automáticas que dispensam nossa interferência, sofre alteração.

Batimentos cardíacos, circulação sanguínea e movimentos do intestino, por exemplo, são atividades que ocorrem automaticamente em nosso organismo, mas que sofrem alteração com o Parkinson.

Desta forma, doenças aparentemente secundárias são identificadas no idoso com o Parkinson.

Bem antes da terceira idade ele pode já ter apresentado em seu histórico de vida quadros de constipação e problemas intestinais, alteração ou perda de olfato, incontinência urinária, dificuldade e problemas respiratórios, entre outros.

O que realmente fará diferença no diagnóstico e tratamento do Parkinson é a sua descoberta prévia. Ou seja , quanto mais cedo forem identificados os sintomas da doença, maior será a eficácia do tratamento.

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Portanto…

Quando o idoso e seus familiares estão atentos ao bem estar e a saúde na terceira idade, maior será a capacidade de se prolongar a qualidade de vida e bem-estar nesta etapa tão especial em nossas vidas.

A terceira idade pode apresentar muitas dificuldades, mas não precisa ser uma etapa de tristeza, descaso e de má qualidade de vida.

Quando bem amparado, cuidado e amado, o idoso pode ter nessa etapa, apesar das dificuldades próprias, experiências maravilhosas e de muitas superações e conquistas.

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5 passos para amenizar os efeitos do Alzheimer

Até o presente momento não foi encontrada a cura para a doença e os efeitos do Alzheimer. Deste modo, o que está ao nosso alcance são algumas ações que ajudam a amenizar os efeitos da doença e garantir ao paciente melhorias e qualidade de vida.

Tendo em vista que nem todos sabem e/ou conseguem conviver com a doença, trouxemos neste post: 5 passos que ajudam a amenizar os efeitos do Alzheimer.

Boa leitura!

Passo 1: Assistência médica especializada

Para amenizar os efeitos do Alzheimer, faz-se necessário um acompanhamento assíduo junto ao profissional de saúde competente para lidar especificamente com esta doença.

Para o tratamento do mal de Alzheimer podemos contar, além de médicos especializados (clínico geral, geriatra, neurologista e psiquiatra), como também com uma rede de apoio. Sendo assim, ela pode ser formada por fisioterapeutas, fonoaudiólogos, educadores físicos, terapeutas, nutricionistas, dentistas, etc.

Um bom profissional, aliado ao comprometimento do paciente e do seu cuidador (que pode ser um profissional ou alguém da família) fará total diferença para amenizar os efeitos do Alzheimer no paciente.

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Passo 2 : Estimulação física para melhorar os efeitos do Alzheimer

Sabemos a importância que tem o exercício físico na vida de qualquer pessoa.
E isso acentua-se ainda mais na vida de quem tem mal de Alzheimer.

Com o acompanhamento dirigido, é notório os inúmeros benefícios que a atividade física traz para o portador do Alzheimer e como sua estimulação ameniza os efeitos que a doença traz.

Também ajuda na manutenção da memória, da atenção, da concentração, do raciocínio, do foco e até mesmo na redução da demência (Ministério da Saúde, 26/10/2022).

Entre tantos outros benefícios, conseguimos perceber que a estimulação física retarda o declínio das funções nas atividades ordinárias do dia a dia. Como também, pode favorecer a percepção sensorial e contribuir para que a doença evolua de forma mais lenta.

A atividade física ainda ajuda a preservar e melhorar a coordenação, o equilíbrio, a força muscular e a flexibilidade.

Passo 3: Estimulação cognitiva para combater os efeitos do Alzheimer

Com a evolução da doença, os pacientes que não são estimulados em seu cognitivo apresentam inúmeras dificuldades nas atividades que requerem o uso de recursos intelectuais.

Feito de forma individual ou em grupos, as atividades que estimulam a cognição do paciente ajudam a amenizar os efeitos do Alzheimer relacionados à memória, atenção, linguagem, raciocínio lógico, planejamento, etc.

As técnicas utilizadas pelos profissionais competentes promovem a associação de ideias, favorecem o planejamento em sequenciamento e etapas. Assim como, também ajudam a treinar as funções motoras e no controle das emoções e reações, entre outras habilidades.

Leia também: Como garantir o envelhecimento e saúde da pessoa idosa?

Passo 4: Estimulação social

Aqui, o paciente é estimulado ao convívio social. 

Sabemos que, principalmente no início da instalação da doença, o portador do mal de Alzheimer fica menos motivado a momentos e encontros sociais. Realmente, esse é um dos efeitos do Alzheimer emocionalmente mais difícil para a família.

Com a comunicação, o afeto, a convivência e através de iniciativas que estimulem o contato social, o paciente é chamado a integração. De tal forma que possa ir deixando de lado um comportamento apático e anti social que só piora o quadro da doença.

As atividades ao ar livre, de lazer, celebração de datas importantes, culturais, etc, todas essas coisas ajudam a amenizar os efeitos do Alzheimer, pois trazem bem estar, sensação de pertença. Além disso, diminui a sensação de desorientação e desânimo.

Porém, a estimulação social não se define por levar o paciente a ambientes agitados e com muita movimentação de pessoas. Porém, independente do estágio em que se encontra, é interessante não excluí-los de momentos sociais. Contudo, devemos sim proporcionar um ambiente tranquilo e agradável onde ele possa se comunicar.

Passo 5: Ambiente adequado para tratar os efeitos do Alzheimer

Algo indispensável para amenizar os efeitos do Alzheimer e proporcionar uma melhor qualidade de vida é um ambiente acolhedor e capaz de promover o bem estar.

É verdade que um lar onde esteja cercado por seus familiares e entes queridos seria o mais ideal. Infelizmente, por inúmeros motivos, sabemos que nem sempre é possível esta realidade.

Muitas famílias se sentem despreparadas e até mesmo temerosas frente a um diagnóstico de Alzheimer. Temem por não conseguir atender a todas as exigências que a doença traz consigo.

É comum vermos em muitas realidades familiares o descaso e abandono ao perceber que um membro da família está com o mal de Alzheimer. Aqui não nos cabe julgar e sim oferecer o apoio necessário a estas famílias. No Lar Adelaide dispomos de um ambiente acolhedor e adequado para que o idoso e seus familiares enfrentem, da melhor forma possível, esse diagnóstico.

Quem porta a doença precisa de um ambiente organizado, com rotinas previsíveis, convivência integrativa e assistência médica periódica. Além de contato com a natureza e momentos de lazer.

O ambiente interfere nas emoções e no humor do paciente. Ou seja, ambientes desorganizados e desestruturados podem gerar uma confusão mental e favorecer perdas cognitivas e o agravamento da doença.

Em contrapartida, um ambiente bem preparado e estruturado ajuda a amenizar os efeitos do mal de Alzheimer e promove o retardamento da doença. 

Portanto…

Independente de ser uma doença que não tem cura e do estágio em que se encontra o Alzheimer precisa ser tratado da melhor forma possível.

O paciente, os familiares e seus cuidadores devem sempre buscar novas alternativas e meios para que o tratamento ocorra da melhor forma. Para que possa garantir sempre uma melhor qualidade de vida nesse estágio que requer muita atenção e amor.

Entenda o mal de Alzheimer e seus principais sintomas

A terceira idade chega para todos nós, pelo menos, é isso que esperamos. Todos querem ter boas lembranças e uma vida longa, não é mesmo? Felizes são aqueles que chegam a essa etapa da vida trazendo consigo muito aprendizado, sabedoria e experiências únicas.

Sabemos que o natural de cada ser humano é passar por esta fase antes de partir deste mundo. Contudo, o que não se pode saber ou mensurar é como tudo se dará nesse tempo tão especial e particular de nossas vidas.

Infelizmente, para muitos, a terceira idade pode vir marcada por imprevistos e acontecimentos que acabam fragilizando ainda mais a pessoa idosa. Por exemplo, no caso das enfermidades próprias desta idade.

Embora seja por vezes doloroso aceitar que algo não vai bem, precisamos ter um olhar atento caso alguma enfermidade venha bater à nossa porta. Ou, até mesmo, na porta de alguém que cuidamos e queremos bem.

Nesse post falaremos um pouco sobre uma das enfermidades que mais acomete a pessoa idosa: o mal de Alzheimer. Continue lendo!

O que é o Alzheimer

Tendo este nome como uma referência ao primeiro médico que descreveu esta doença, Aloysius Alzheimer. Em 1906, o Alzheimer é reconhecido como uma enfermidade incurável e que acomete, na maioria das vezes, os idosos (cf. Biblioteca Virtual em Saúde – Ministério da Saúde).

O mal de Alzheimer ainda traz grande assombro para muitas pessoas. Apesar da doença estar presente em cerca de 35,6 milhões de pessoas no mundo, para muitos ainda é uma realidade obscura.

Estudos recentes revelam que é possível verificar algumas alterações cerebrais nas pessoas que sofrem com esse mal. Sendo assim, quando os sintomas ficam mais aparentes, na verdade é porque a pessoa já deve estar em uma fase avançada da doença.

Por isso, é de extrema importância que o paciente inicie o tratamento logo que apareçam os primeiros sintomas e garanta o máximo da qualidade de vida. 

Enfrentando a doença

É difícil de admitir e, até mesmo, de aceitar que precisamos de cuidados especiais ao enfrentar uma doença. Mas também é indispensável para o idoso que sofre de Alzheimer o apoio e o acompanhamento para que a doença possa ser o menos nociva possível.

Sem dúvida, quando se é possível contar com profissionais trabalhando no tratamento do mal de Alzheimer, o paciente, junto aos seus familiares e/ou conhecidos, se sentem mais seguros. Sentem-se até mesmo fortalecido para enfrentar todo o percurso.

Um ambiente capacitado, agradável e seguro também confere ao paciente melhoras e até mesmo retardam o aparecimento de complicações em seu quadro clínico.

No Lar Adelaide os idosos que apresentam indícios, ou que chegam ao local já portando a doença em estágio avançado, podem contar com uma equipe preparada e um ambiente acolhedor.

É de suma importância um ambiente que traga cuidado, compreensão e segurança para que se enfrente da melhor forma possível uma realidade como esta.

Aproveite também para ler mais sobre: Quando é hora de optar por casa de repouso?

Os principais sintomas do mal de Alzheimer

O Alzheimer mostra-se com demência e/ou perda de funções cognitivas como a memória, orientação, linguagem e atenção.

Estudos apontam que há alterações cerebrais que já estariam presentes antes mesmo do paciente ter sintomas mais aparentes. Funções executivas decorrentes dos neurônios sofrem maior impacto, impossibilitando assim o paciente em muitas de suas atividades cotidianas.

Dificuldade de orientar-se no tempo e no espaço, esquecer-se onde deixou seus pertences, incapacidade de reconhecer rostos conhecidos, não lembrar de compromissos marcados, dificuldade para vestir-se, alterações de humor, apatia ou  agressividade, entre outros sintomas, podem ser apresentados na 3° idade com o mal de Alzheimer.

À medida que a doença evolui, mais sintomas podem aparecer ou os já existentes se agravarem.

Leia também sobre: 7 doenças que precisam de atenção especial na 3ª idade.

O tratamento 

Embora não se tenha a cura para o mal de Alzheimer, um tratamento com boa assistência consegue minimizar os danos que a doença causa no paciente.

Hoje já se tem medicamentos que conseguem retardar o avanço da doença. Visto em acordo com o médico, a dosagem e frequência destas drogas específicas variam de pessoa para pessoa mediante a resposta que ela vai apresentando.

Mas, além do tratamento farmacológico, os não farmacológicos fazem total diferença na qualidade de vida do paciente.

É possível enxergar melhorias significativas também com este tipo de tratamento.
Estimulação cognitiva, social e física ajudam a manter as habilidades cerebrais preservadas e auxiliam no exercício de algumas funções.

Em alguns estágios da doença pode-se fazer necessário a presença de cuidadores e outros profissionais da saúde. Além do médico especializado, que acompanhará o idoso, outros profissionais podem ser necessários para que o tratamento tenha uma resposta ainda melhor: psicólogos, fisioterapeutas, educadores físicos, etc.

Já se tem também comprovação científica dos impactos positivos que um ambiente bem organizado, ordenado e tranquilo traz para um paciente portador da doença.

Então, sem dúvidas é preciso dar a ele um ambiente alegre porém tranquilo, livre de barulhos e grandes ruídos. Também em contato com a natureza e uma rotina bem ajustada para que passe previsibilidade e segurança.

Portanto…

O mal de Alzheimer, mesmo sendo um mal incurável, é uma doença que pode e deve ser tratada com toda atenção e generosidade.

Lembremos sempre que o amor supera todas as coisas! Então, ao cuidar de um idoso com tais limitações, cuidemos, sobretudo, para que nunca lhes falte este amor: que é o maior bem. Pois, isso é o que faz toda diferença na vida e na saúde de qualquer pessoa.

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5 dicas para manter o idoso feliz

Ter um membro da família que está na terceira idade é uma alegria e um privilégio, mas é preciso atenção para que ele ou ela seja um idoso feliz. Esta fase da vida é chamada de “melhor idade”, porém, para que de fato seja assim, é preciso oferecer qualidade de vida ao idoso.

Logo, à medida que o envelhecimento evolui, surgem também alguns acontecimentos que abalam o emocional. Entre eles, talvez o que mais abala o idoso seja a perda de pessoas próximas e o surgimento ou agravamento de doenças crônicas.

E sobre isso o Papa Franciso fez uma reflexão na Mensagem para o XXXI Dia Mundial do Enfermo, que tem como tema “Trata bem dele!”. Já no início da Mensagem, o Papa afirma: “A doença faz parte da nossa experiência humana. Mas pode tornar-se desumana, se for vivida no isolamento e no abandono, se não for acompanhada pelo desvelo e a compaixão”.

Portanto, o Papa denuncia que existe uma profunda conexão entre a parábola do Bom Samaritano, contada por Jesus, e as múltiplas formas em que é negada hoje ao idoso a fraternidade. “De modo particular, […] podemos ver representada a condição em que são deixados tantos irmãos e irmãs nossos na hora em que mais precisam de ajuda”.

Além disso, na Mensagem o sumo pontífice destaca ainda a condição de solidão e de abandono a que muitos idosos são submetidos hoje. O que pode ser facilmente resolvido de uma maneira muito simples: “Basta um momento de atenção, o movimento interior da compaixão”, afirma o Papa.

Pensando nisso, elaboramos 5 dicas para manter o idoso feliz. Acompanhe!

# Dica 1:  Faça um idoso feliz mantendo a família por perto

Muitos idosos se queixam de solidão! Principalmente aqueles que perderam seu companheiro de vida, que se separaram ou que veem os filhos cada vez mais distantes devido a rotina. Além disso, também quando os amigos se afastam aos poucos, pois, como também são da terceira idade, sofrem de problemas parecidos. Sem contar aqueles que vivem em lar de idosos e que recebem cada vez menos a visita de seus familiares.

Logo, isso tende a desencadear nos idosos transtornos de ansiedade e depressão, o que é péssimo para a saúde mental dessas pessoas que tanto amamos.

Porém, isso pode ser facilmente evitado mantendo a família por perto, tanto as crianças quanto os adultos. Portanto, organize a sua agenda e converse com todos da sua família para que cada um tenha um tempo para se dedicar ao idoso.

A proximidade é o primeiro passo para tornar o idoso feliz, pois esse gesto demonstra que ele é importante para todos da família.

# Dica 2: Para ter um idoso feliz, promova a socialização

Diferente do que muitos pensam, os idosos não gostam de ficar na solidão, isolados de tudo e de todos. Por isso, procure sempre convidar seu idoso para passeios, churrascos, comemorações e mesmo para ir à igreja, já que nesta idade costumam nutrir uma fé ainda mais intensa.

Além disso, leve-os nas viagens em família e para fazer coisas que antes não tiveram oportunidade de fazer, por exemplo, passeios de trem, barco, etc.

Você já perguntou ao seu idoso se existe algo que ele teve vontade de fazer e que nunca teve oportunidade? Talvez agora seja o momento de planejar e executar com a sua ajuda e, claro, com todo cuidado necessário.

E por que não deixar seu idoso feliz levando-o à casa de antigos amigos para que possam conversar e interagir. A conversa é essencial aos idosos, pois para isso exercitam a memória.

# Dica 3: pratique atividades físicas com seu idoso

A prática de exercícios físicos é extremamente importante em qualquer fase da vida, principalmente na terceira idade. Então, que tal se exercitar junto com seu idoso?

Caso ainda não pratique nenhuma atividade, o ideal é começar com caminhadas, se possível ao ar livre, para verem pessoas, contemplar a natureza e a vida acontecendo diante dos olhos.

Depois, passem para a prática de atividades que estimulam a musculatura e ativam os hormônios da felicidade.

Sim, os exercícios têm o poder de tornar o idoso feliz, além de fortalecer os ossos e as articulações, de melhorar o equilíbrio e assim evitar quedas, além de prevenir doenças cardiovasculares.

Que exercícios são esses? Natação, hidroginástica, dança, pilates, yoga, vôlei, peteca, tênis, musculação etc.

Contudo, é importante destacar aqui que é necessário a orientação de um educador físico para que o idoso pratique atividades de maneira adequada, evitando lesões.

# Dica 4: Cuide com carinho para ter um idoso feliz

Se tem algo que machuca é ser tratado com rispidez. Principalmente na terceira idade, em que os sentimentos parecem estar mais aflorados.

Sendo assim, para ter um idoso feliz em casa, dê a ele atenção e carinho. Pare para ouvi-lo quando ele quiser contar novamente aquela história que você já ouviu mil vezes. Demonstre interesse, faça perguntas. Isso estimula o cérebro, ou seja, faz bem para o idoso.

E não se esqueça de demonstrar seu carinho. Abrace-o todos os dias, se ele está na sua casa, beije-o, peça a bênção. Essas são atitudes simples que têm o poder de fortalecer a relação. E caso seu idoso esteja em um Lar, mesmo sabendo que lá ele tem todo carinho e cuidados necessários, faça visitas frequentes. Se possível, toda semana, para que ele tenha o seu carinho!

# Dica 5: Dê atenção às suas limitações

Todos sabemos que a terceira idade traz algumas limitações físicas ao corpo, mas muitos não sabem respeitar isso e não têm paciência.

Sobre isso, o Papa Francisco falou: “Ao caminhar juntos, é normal que alguém se sinta mal, tenha de parar pelo cansaço ou por qualquer percalço no percurso. É em tais momentos que se vê como estamos a caminhar: se é verdadeiramente um caminhar juntos, ou se se vai na mesma estrada, mas cada um por conta própria, cuidando dos próprios interesses e deixando que os outros «se arranjem»”.

Neste sentido, o Papa nos convida a “caminhar juntos segundo o estilo de Deus, que é proximidade, compaixão e ternura”.

Como você pôde perceber, para ter um idoso feliz não é necessário empreender algo extraordinário. A cada dia temos o poder e a oportunidade de fazer isso a partir de uma dose generosa de amor, que é o que cada um merece ter.

E se você precisa oferecer um Lar para cuidar ainda melhor do seu idoso, conte com o Lar Adelaide.

 Os cuidados com os idosos não tira férias

Estamos em período de férias, e muitas famílias aproveitam para um período de viagens, veraneio e descanso. No entanto, quando se trata de uma família que conta com a presença de membros com a terceira idade, precisamos de cuidados com os idosos. 

Obviamente os idosos também precisam desse momento. O passeio, o contato com a natureza, os relacionamentos familiares, visitas a lugares que são caros para a vida da família só farão bem para a dimensão cognitiva e emocional dos nossos pais, mães, tios(as) ou avós. 

Alguns aspectos indispensáveis para considerar nos momentos de férias são: convivência com a família; cuidado com o ambiente físico; atenção à alimentação e às orientações médicas. 

Vamos falar um pouco sobre cada uma dessas realidades, afinal do cuidado com os idosos não se tira férias. 

Convivência familiar, tesouro e harmonia

Para os idosos, sua maior riqueza ao fim da vida sempre será a convivência com seus familiares. Não são presentes ou passeios que garantirão felicidade, descanso e bem-estar, mas a presença de filhos, netos e amigos. 

O grande tesouro dos avós são seus netos. Portanto, é importante garantir momentos nos quais os idosos interagem com os pequenos, momentos de conversa, música, dança e pintura. O que vale é deixar a criatividade fluir e utilizar todas as oportunidades para amar. 

É importante que a família – assim como faz com as crianças – se programe para momentos nos quais o idoso esteja inserido. Algumas dicas:

  • Assista bons filmes clássicos;
  • Coloquem músicas da preferência deles;
  • Joguem jogos de tabuleiro como dama, dominó, xadrez; 
  • Promova momentos para revisitar a memória com álbuns antigos;
  • Motive crianças e jovens a usar o teatro para encenar um fato importante da vida do vovô ou da vovó; 

Atenção com os cuidados com os idosos e alimentação 

Férias também é tempo de mudar um pouco a alimentação. É comum o uso de embutidos, chocolates, doces, mais açúcar e frituras. No entanto, não podemos esquecer de que os idosos possuem restrições alimentares importantes, devido a realidades que surgem com o avanço dos anos, como diabetes, hipertensão arterial, triglicerídeos e colesterol altos, entre outros. 

É possível sim, preparar-se bem e elaborar um cardápio que proporcione deliciosas guloseimas, sem que isso prejudique a dieta dos nossos queridos idosos. 

Leia também 7 doenças que precisam de atenção especial na 3ª idade

Há diversas receitas na internet, gratuitas, que oferecem doces sem açúcar, massas sem uso de carboidratos refinados, sobremesas à base de frutas, verdadeiras delícias que agregarão mais saúde e bem-estar nos cuidados com os idosos. 

Vale a pena pesquisar e aplicar. Uma excelente dica também é convidá-lo para preparar as receitinhas com os filhos e netos. Certamente, proporcionará ótimas risada e bons momentos. 

Ambiente físico e demais orientações médicas 

Tenho certeza que, se você cuida de um idoso, está em dia com as orientações médicas próprias para realidade daquele ou daquela que mora com você. Há enfermidades comuns nessa fase, como algumas citadas acima, que precisam de cuidados especiais, também do ponto de vista motor. 

Ao programar suas férias é necessário considerar, ao menos o básico, para manter seu idoso seguro e saudável. A casa ou pousada possui acessibilidade para quem tem dificuldades motoras? Os banheiros possuem suporte? Há hospitais por perto para qualquer emergência? Está levando kit de primeiros socorros, medicações e demais utensílios que sejam de uso do idoso (a)? As cadeiras da casa são confortáveis? Há redes, sofás, camas disponíveis para que o idoso tenha conforto no descanso? 

É importante que tais perguntas sejam feitas e as férias programadas com afinco, a fim de que a família inteira se divirta, descanse e retome depois suas atividades com forças renovadas. O idoso fará parte de toda dinâmica se for bem inserido e estiver de acordo com suas capacidades. 

Por isso, não deixe de perguntar, dialogar, orientar, e pesquisar com outras famílias referências de lugares e passeios que favoreçam esse reencontro consigo e com os mais queridos que podem ser as férias para os idosos.

Um lar de qualidade para o idoso no sul do Brasil

O idoso, segundo a legislação, é a pessoa que goza de todos os direitos fundamentais, inerentes à pessoa humana, todas as oportunidades e facilidades para preservação de sua saúde física e mental e seu aperfeiçoamento moral, intelectual, espiritual e social.

Tudo isso em condições de liberdade e dignidade, ou seja, com o cuidado, respeito e atenção que merece. E é dessa forma que o Lar Adelaide Weiss Scarpa construiu sua história de dedicação à pessoa idosa ao longo de mais de 20 anos! 

Assim, neste post,  você vai descobrir a beleza do Lar Adelaide Weiss Scarpa, desde sua localização no Município de Pinhais, no Paraná, sua infraestrutura e pessoal qualificado; tudo graças aos cuidados divinos através da Congregação Copiosa Redenção. Confira!

Uma casa para o idoso em Pinhais

Antes de tudo, Pinhais é um município do estado do Paraná. O nome Pinhais tem origem nos pinheiros típicos do Paraná e a região possui uma grande quantidade deles. A cidade fica a 8,4 km do centro de Curitiba, com uma localização privilegiada e de fácil acesso. 

Segundo dados do IBGE (2010), Pinhais possui 133.490 habitantes e é uma das cidades mais desenvolvidas da Região Metropolitana de Curitiba e do Paraná. Com apenas 33 anos de emancipação, ela se tornou atraente para novos investimentos econômicos.

Além de oferecer uma gestão sustentável, Pinhais tem um meio ambiente agradável, com  projetos culturais, esporte, lazer, praças e parques com bastante área verde. Sobretudo, este ambiente favorece atividades ao ar livre e o contato com a natureza para todas as idades.

E o Lar Adelaide localiza-se neste município do Paraná e contribui para enriquecer a beleza do lugar através do excelente cuidado com o idoso. O clima da cidade, durante o verão, contribui para que o idoso tenha momentos agradáveis de lazer em espaço aberto.

Lar Adelaide –  um lugar seguro para o idoso 

O Lar Adelaide Weiss Scarpa pertence à Fundação Weiss Scarpa e é administrado pelas Irmãs da Copiosa Redenção. A congregação conhece bem essa realidade do idoso porque suas co-fundadoras –  Maria Moreira da Motta Santos, Ruth Marina da Silveira e Ione Strozzi – ingressaram na Família religiosa já com idade avançada. 

Dessa maneira, as Irmãs abraçaram o cuidado com os idosos como um chamado divino e conhecem de perto os desafios que eles enfrentam, como também suas famílias. Por isso, a Congregação se empenha em oferecer a melhor estrutura e equipe técnica para esse fim. 

A casa tem capacidade para atender aproximadamente 38 (trinta e oito) idosos. A finalidade do Lar é dar atendimento integral e qualidade de vida para pessoas idosas a partir de 60 anos,  ao mesmo tempo que seja preservada a forte interação com a família.

Um lar aconchegante para o idoso! 

A missão do Lar Adelaide é proporcionar o exercício dos direitos humanos (civis, políticos, econômicos, sociais, culturais e individuais), preservar a identidade e a privacidade da pessoa, assegurando um ambiente de respeito e dignidade.

Para isso, tudo é organizado de forma que o idoso disponha de um envelhecimento saudável, uma boa alimentação, saúde e o conforto necessário de um lar. 

Há também a equipe de profissionais comprometidos com o bem-estar de cada idoso. São médicos, enfermeiros, nutricionistas, terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas. Além dos profissionais da nutrição que cuidam da dieta dos hóspedes com muita responsabilidade.

A infraestrutura dos quartos, o ambiente externo, a natureza que envolve o Lar Adelaide oferece um ambiente aconchegante e seguro para o idoso, como também o apoio afetivo e emocional que eles precisam, com o cuidado de manter os laços familiares bem presentes.

O aconchego do lar e da fé

Um dos compromissos dos profissionais do Lar Adelaide para com o idoso é a liberdade de fé. Esse direito está enraizado na história de cada um deles, para que no entardecer da vida, o encontro com Deus se torne natural e sereno. 

E todo o ambiente da casa favorece espiritualidade, seja pela capela, pelas imagens dos santos, como a natureza que inspira oração e quietude. Temos a certeza de que a presença de Deus anima e fortalece a vida de cada pessoa idosa de quem cuidamos.

Logo, é certo que muito mais do que estruturas, o Lar Adelaide oferece uma família que ama, escuta, reza e acolhe cada hóspede diante dos seus desafios e limitações. Com a ajuda de pessoas qualificadas e sensíveis à realidade da vida idosa hoje.

Portanto, as  portas estão abertas! O município de Pinhais espera sua visita para oferecer um turismo agradável, uma culinária típica paranaense e um lugar amoroso e feliz para a pessoa que você ama e deseja cuidar: o seu querido idoso(a).

Aprofunde nesse assunto: Lar de idosos, casa de repouso e asilo: quais as diferenças?