Imagem com jovens reunidos, junto com os membros da Copiosa Redenção

Volta Livre Soul movimenta chácara de Uvaia no final de semana

Retiro ocorreu no sábado, 27, e foi promovido pela Copiosa Redenção

A chácara Padre Wilton, no distrito de Uvaia, recebeu no último sábado, 27, o retiro “Volta Livre Soul” que contou com a presença de pouco mais de 250 jovens de Ponta Grossa e região.

Com uma temática semelhante ao que já é vivenciado, tradicionalmente, no carnaval, o ‘volta’ trouxe momentos de espiritualidade, louvor, pregação e animação para os jovens que participaram ativamente ao lado dos membros da Copiosa Redenção.

O retiro contou com a pregação dos religiosos, Irmão Higor, Irmão João Paulo, da Madre Tânia, além do idealizador do Projeto Escolhas, Júlio Borges.

Para a Irmã Nayara, CR o retiro foi uma forma de trazer mais sentido da presença de Deus na vida destes jovens: “Foi sensacional, incrível, obrigada a todos que participaram” – agradece

Veja todas as fotos do retiro acessando: https://abre.ai/fotosvoltalivresoul2022

Retiro jovem “Volta Livre Soul” acontece este mês em Ponta Grossa

O evento ocorre no dia 27 de agosto e é promovido pela Copiosa Redenção

A Copiosa Redenção promove no próximo dia 27 de agosto, na chácara Padre Wilton, no distrito de Uvaia, em Ponta Grossa, o Volta Livre Soul.

Com temática semelhante ao que já é vivenciado, tradicionalmente, no carnaval, o “Volta” trará momentos de espiritualidade com louvor e animação, além de momentos que farão os jovens se mergulharem emuma profunda experiência do amor de Deus.

“Esperamos que os jovens possam vir de coração aberto para vivenciar tudo aquilo que Deus tem desejado para cada um deles. Que eles possam sair do nosso retiro renovados e possam encontrar o verdadeiro caminho, o sentido da nossa vida, que é o amor de Deus.” – Irmã Nayara, CR – promotora vocacional do ramo feminino

Como todos os anos, o ‘volta livre soul’ prepara muitas surpresas e novidades, assim conta a Irmã Nayara: “O volta livre soul sempre tem suas surpresas, mas ainda não podemos revelar. Mas, garanto que vai ser sensacional, incrível. Jovem, você não pode ficar de fora! Estamos te esperando!”

Para participar do retiro, os interessados devem acessar o site: http://abre.ai/voltalivresoul2022.

Copiosa Redenção lança podcast “Peregrino na tua vontade”

A partir do dia 01 de agosto, dentro do perfil da Copiosa Redenção no instagram, acontece o podcast “Peregrino na tua vontade”. A ideia do programa é trazer assuntos voltados a vocação, mas de forma leve e descontraída. 

Apresentado pelos religiosos da congregação, a cada semana um convidado diferente, abordando assuntos que vão desde vocação, trabalho e evangelização.

O podcast Peregrino na tua Vontade acontecerá todas as segundas-feiras às 22h no @copiosaredencao no instagram. 

Liderança: Como trabalhar com jovens na Igreja Católica

Em julho de 2013, na sua primeira viagem apostólica, o papa Francisco falou à juventude do mundo reunida no Rio de Janeiro para Jornada Mundial da Juventude daquele ano: “A juventude é a janela pela qual o futuro entra no mundo. É a janela e, por isso, nos impõe grandes desafios”.

Contudo, quando se trata de jovens, nem sempre nossas paróquias estão prontas para irem ao seu encontro, evangelizá-los e cativá-los como irmãos para a vida da comunidade. 

É importante repensar os meios de atração, formação e convivência com a juventude, sobretudo por parte dos líderes de pastoral e movimentos eclesiais. Por isso, selecionamos algumas ações práticas que poderão possibilitar um relacionamento saudável e fecundo com os jovens. 

1 – Cative pela amizade

Em outubro de 2018, a Igreja realizou o Sínodo dos jovens. Na ocasião, o Papa Francisco resumiu as ações que deveriam mover tal reunião em 4 verbos: “acolher, proteger, promover, integrar”. Quando falamos de trabalhar com jovens, falamos de relacionamento. O jovem só escuta a quem ele se relaciona.

Por isso, cativar a juventude pela amizade passa por esse acolhimento, proteção, promoção e integração necessária em cada ação que seja feita com esses irmãos. Um exemplo prático é treinar a Pastoral da acolhida para refinar o atendimento aos jovens, não de modo mecânico, mas com um sorriso transbordante e sincero.

Além disso, incluí-lo em ações sociais e confiar na sua capacidade e responsabilidade são formas de integrá-los.

2 – Não mude sua linguagem ou jeito de ser

Jovem gosta de espontaneidade, e muitas vezes os responsáveis pela evangelização da juventude tende a usar gírias, roupas descoladas e trejeitos joviais para forçar uma relação com esse público. O rapaz e a moça que chegam na Igreja querem encontrá-la como Mãe, como pastor, como irmão, como amigo.

Isso não significa ser um igual em termos de estilo de vida. Fale do seu modo, mas fale com verdade, com paixão e, sobretudo, com responsabilidade, pois ali você está sendo um rosto de Cristo para aquele irmão. 

3 – Possibilite canais de interação com a juventude

É preciso ouvir a juventude! Segundo o documento final do Sínodo, os jovens, de fato, querem ser “ouvidos, reconhecidos, acompanhados” e desejam que sua voz seja “considerada interessante e útil no campo social e eclesial”. E a Igreja precisa abrir canais de relacionamento no universo em que os jovens estão.

As redes sociais são excelentes meios para isso, sobretudo se utilizadas de modo estratégico. Fazer aulas catequéticas pelo youtube, promover fóruns online, cursos à distância e relacionar-se com os perfis dos jovens estimula a participação deles na comunidade. 

4 – Utilize como recursos pastorais a arte, o esporte e a música

Os jovens se sentem atraídos pelo belo, pelo desafiador, pelo verdadeiro, e isso se expressa muito bem na arte e no esporte. Shows de evangelização, peças de teatro, sarais, luaus e iniciativas desse tipo têm o poder de atrair a juventude.

Promover esses eventos é um meio de tocar o coração do jovem com a mensagem de evangelização, o grande anúncio capaz de mudar a vida de qualquer pessoa, Deus o ama!

É importante reforçar que a característica mais importante dessas ferramentas é um relacionamento sincero e apaixonado pela juventude. O jovem é atraído pelo amor e pela verdade. Portante, seja você mesmo ao lidar com o jovem  com dom Bosco aprendamos: “Basta que sejais jovens para que os ame!”.

Por que é preciso evangelizar os jovens?

A missionariedade – anunciar a pessoa de Jesus Cristo e fazer discípulos por todo o mundo – é a alma de toda ação da Igreja! Evangelizar os jovens, portanto, é mais do que necessário. Afinal, como disse o papa Francisco, na missa de envio da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) do Panamá, os jovens são o agora de Deus.

“Ele convoca-vos […] para irdes à procura dos avós, dos adultos; para vos erguerdes de pé e, juntamente com eles, tomar a palavra e realizar o sonho que o Senhor sonhou para vós”, enfatizou o papa. 

Desse modo, um jovem evangelizado se tornará um jovem evangelizador. Portanto, é necessário entender a importância da evangelização da juventude para encontrar estratégias voltadas para esses irmãos.

A diminuição de fiéis católicos 

Segundo a divulgação do Censo de 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em comparação com os 10 anos anteriores, a Igreja reduziu cerca de 1, 7 milhões de fiéis, o equivalente a 12, 2%. Sendo assim, se seguirmos essa velocidade nos próximos 30 anos, teremos uma população católica igual à população protestante, dado o avanço das expressões protestantes no país. 

Para combater esses índices se faz necessário, como forma de dar uma resposta positiva, evangelizar os jovens. 

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Deixar que os jovens falem

Em 2018, aconteceu o Sínodo dos bispos com o tema: os jovens, a fé e o discernimento vocacional. Em meio aos temas tratados, os bispos entenderam a necessidade de antes de oferecer aos jovens “respostas pré-fabricadas e receitas prontas”, é preciso deixar que falem sobre suas inquietações e aflições, para que só assim, como Jesus aos discípulos de Emaús, iluminá-los com o Evangelho. 

Esse tipo de preocupação fortalece no coração da juventude a certeza de serem ouvidos, reconhecidos e acompanhados. O documento reforça que “a escuta torna possível um intercâmbio de dons, num contexto de empatia”, fornecendo “condições para um anúncio do Evangelho que alcance verdadeiramente, de modo incisivo e fecundo, o coração”.

Portanto, cada paróquia, comunidade ou movimento eclesial necessita criar mecanismos de evangelização que interajam com o universo dos jovens. Um meio muito eficaz para isso são as redes sociais. Porém, muito cuidado!

Corre-se o risco de achar que só o digital pode resolver, porém estamos falando de encontro que, antes de tudo, precisa ser real. O jovem precisa ser olhado “olho no olho”, e desse modo, tocado em sua verdade, poderá se abrir para a transformação que Jesus pode fazer em seu interior. Uma vez evangelizado, será o melhor evangelizador de outro jovem. 

Evangelizar os jovens ou o mundo os engolirá

Desde o início do seu pontificado, o papa Francisco vem motivando a Igreja a cultura do encontro. Chegando a afirmar que prefere uma Igreja suja da poeira e da lama das estradas, que uma Igreja fechada em si mesma. 

Evangelizar a juventude possui uma importância significativa para Igreja, pois o jovem possui uma força de mudança social única. Já no início da era cristã, quando era compreendido esse papel, São Paulo reforçava isso em seu companheiro Timóteo. “Ninguém te despreze por seres jovem. Ao contrário, torna-te mode­lo para os fiéis, no modo de falar e de viver, na caridade, na fé, na castidade” (I Tim 4, 12). 

Porém, muitas vezes os jovens são os mais arrastados pelas correntes ideológicas e sedutoras do mundo. Seja pela atração natural aos apelos estéticos , ou por sua disposição sexual ainda imatura, a juventude muitas vezes é a mais afetada pelos vícios das drogas, álcool e prostituição. 

A partir dessa compreensão, é preciso lançar mão desses desafios e investir tempo e forças para evangelizar a juventude onde puder encontrá-la.  

Jovens: perguntas sobre vocação religiosa

Ainda hoje o seguimento radical a Jesus Cristo atrai jovens do mundo inteiro para a vida religiosa. A vivência dos conselhos evangélicos pressupõe uma experiência profunda com o Mestre que continua a chamar “Segue-me Tu!” (Mt 9, 9).

Quando se sente inquietado por Deus, o jovem tende a ficar cheio de dúvidas e medos. Portanto, pensando no seu futuro e em como acontece a vida religiosa. Trouxemos algumas perguntas bem concretas que podem esclarecer esses questionamentos. 

Como os jovens sabem que têm vocação para a vida religiosa? 

O discernimento vocacional é um processo que deve acontecer em oração, caminhando em busca de maturidade humana, intelectual e espiritual, abrindo-se ao autoconhecimento, direção espiritual e conhecimento da congregação.

Inicialmente, acontece o chamado espiritual: os jovens sentem quando Jesus chama para uma vivência mais próxima. Desse modo, busca um lugar para viver esse chamado, geralmente encontrando uma congregação religiosa.

Adiante a identificação a essa ordem tende a se estreitar e amadurecer, culminando na decisão pelo seguimento de Jesus nesse Carisma.

Porém, nesse caminho é importante contar com a proximidade de um religioso mais experiente ou um sacerdote para direção espiritual e acompanhamento vocacional para auxiliá-lo. 

Por que existem tantas congregações religiosas no mundo? 

Os institutos religiosos são basicamente um grupo de pessoas que vivenciam um carisma particular de seguimento a pessoa de Jesus Cristo, pelos votos de pobreza, obediência e castidade. Essa variedade de congregações correspondem a variedade de dons do Espírito Santo (I Cor 12, 4).

Os denominados “carismas fundacionais” são formas de expressar um aspecto da missão de Jesus Cristo a partir de um estilo de vida, espiritualidade e apostolados próprios. Portanto, a Igreja enxerga nessa multiplicidade parte da riqueza espiritual de sua história. Eles são suscitados pelo Espírito Santo de acordo com a necessidade da humanidade. São uma resposta do amor de Deus.

Leia também Grupo de jovens: 5 temas para formação

A vida religiosa supõe o voto de castidade? 

Sim. No que tange às congregações religiosas – uma das formas de vida consagrada na Igreja – o voto de castidade é obrigatório, juntamente com o voto de pobreza e obediência.

Porém existem as ordens terceiras, sociedades de vida apostólicas, movimentos eclesiais e novas comunidades – outras modalidades de vida consagrada – que não possuem o voto de castidade como obrigatório, tendo em vista que muitos dos membros dessas vocações são casados. 

Quanto tempo os jovens vivem para tornar-se um religioso?

Varia de congregação para congregação. Porém, no Código de direito Canônico é pedido como tempo obrigatório o tempo de formação, intitulado Noviciado, que deve ser antecedido de um tempo de preparação, e seguido por um tempo apostólico mais intenso antes da profissão dos primeiros votos.

Depois de sucessivas renovações de consagração, também variável de instituto para instituto, o membro professará seus compromissos perpétuos. 

Grupo de Jovens: 5 temas para formação

Pastorear Grupo de jovens é uma grande necessidade que vem, obviamente, acompanhada de abundantes graças para a realização dessa missão.

No entanto, quando se trata de escolher e planejar a formação para juventude, pode ser que você se depare com alguma dúvida ou desafio. É necessário entender os apelos dos corações juvenis – seus anseios e dores – e transmitir aquilo que a Igreja, como mãe, tem a dizer. Não podemos esquecer que Cristo é a resposta que o homem busca encontrar em meio a sua sede de sentido. 

Para ajudar você que procura por temáticas de formação para grupo de jovens, elencamos 5 opções que  podem fazer muito na juventude da sua paróquia ou comunidade. Confira!

1. Oração: trato de amizade 

No Livro da Vida, da doutora da Igreja e mestra da oração, Santa Teresa de Ávila,  diz:  “não é outra coisa a oração mental, ao meu ver, se não um trato de amizade, estando muitas vezes tratando a sós com quem sabemos que nos ama”.

Podemos levar a juventude a uma forte experiência de oração se utilizarmos desse entendimento de Santa Teresa para evangelizá-los acerca da espiritualidade. É necessário que os jovens conheçam a Deus a partir de um relacionamento de amizade. Utilize as amizades de Jesus no Evangelho para ilustrar de modo concreto: o diálogo de Jesus com Nicodemos (Jo 3, 1-21); Jesus na casa dos seus amigos em Betânia (Lc 10, 38ss); A amizade de Jesus com o discípulo João (Jo 13, 23 a 25), entre outros. 

Um livro bastante interessante e didático para quem auxiliar os jovens em um caminho de oração pessoal e intimidade com Jesus é Quando só Deus é a resposta, do missionário da comunidade Canção Nova, Márcio Mendes. Além de explicar com clareza os diversos tipos de oração, oferece um itinerário que pode contribuir na formação espiritual dos jovens. 

2. Maturidade humana e espiritual

“Ninguém te despreze por seres jovem. Ao contrário, torna-te mode­lo para os fiéis, no modo de falar e de viver, na caridade, na fé, na castidade.” (I Tim 4, 12). Em sua carta a Timóteo, são Paulo enfatiza que a juventude do seu companheiro de missão não era motivo para uma vida entregue aos prazeres do mundo e suas futilidades, ao contrário, deveria amadurecer e tornar-se modelo para os demais fiéis.

É importante que os pastores de grupo de jovens, seus coordenadores, não tenham medo de propor aos jovens o seguimento radical a pessoal de Jesus. É preciso desafiar a juventude para a maturidade que a vida exige, e a vivência da fé propõe de modo ainda mais contundente.

Levá-los a reconhecer o itinerário proposto por uma experiência verdadeira de Jesus que irá gerar compromisso, responsabilidade e escolhas autênticas. Não tenhamos medo de provocar: qual a rota da sua vida? Onde você quer chegar? E auxiliar, oferecendo meios para que isso aconteça. De modo prático, além de formações, a vivência das obras de misericórdia são um grande itinerário de maturidade, pois nos levam a sair de nosso comodismo e de uma vida centralizada em nossas vontades e necessidades. 

Dom Rafael Cifuentes possui uma obra riquíssima, de poucas páginas e uma leitura clara e coerente acerca da maturidade na vida humana. O livro A Maturidade pode ser utilizado como base para preparar sua formação. 

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3. Relacionamentos humanos e castidade

Aqui não falamos apenas da vivência da continência no namoro, mas de relacionamentos castos de modo geral. Castidade não é um código de regras, cheios de proibições, como muitas vezes é pintado. Mas é uma virtude que pressupõe a liberdade de amar e ser amado. E isso fica claro quando entendemos que castidade não está só no namoro sem sexo, mas nas vestes, no ouvir, no falar, no comer, e em todas as ações do homem. Instruir a juventude acerca desse caminho é indispensável. 

Para os grupos de jovens, valeria a pena mergulhar na Teologia de Corpo. Trata-se do conjunto de catequeses de São João Paulo II no início do seu pontificado meditou durante 4 anos sobre o amor humano em seus vários aspectos: a relação do homem e da mulher, o significado esponsal do corpo humano, a natureza e missão da família, o matrimônio, o celibato, a luta espiritual do coração do homem, a linguagem profética do corpo humano, o amor conjugal, entre outros. O livro de Cristopher West, Teologia do corpo para iniciantes pode oferecer o subsídio necessário para auxiliar a formação afetiva e sexual dos jovens do seu grupo. 

4. Vocação: para que Deus me chama? 

Ao aproximar-se de Deus, a maioria dos jovens traz no coração o mesmo questionamento de homens como São Paulo e São Francisco: “Senhor, que queres que eu faça?”. A necessidade de direção para a vida, e de uma escolha acertada ferve no coração da juventude que deseja investir a vida no que realmente vale a pena. É importante que os grupos de jovens promovam formação acerca dessa temática aprofundando o discernimento vocacional e as diversas formas de viver da Igreja. O documento do Sínodo dos jovens encerrado em outubro de 2018 pode elucidar e motivar essa discussão. 

5. Nossa Senhora: porta do céu. 

Por fim, a presença de Maria, Virgem e mãe sempre será modelo perfeito da vida cristã. É por meio de Maria que somos capazes de viver todos os sofrimentos e alegrias com os olhos na eternidade. É ela quem nos leva, dia após dia, para o céu. Os jovens precisam ter esse contato filial e devoto a Bem-aventurada, sobretudo quando olhar sua vida retratada no Evangelho e desejar como ela dispor de si “Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim a tua Palavra!” (Lc 1, 38). Apresentar o Tratado da verdadeira devoção a Virgem Maria, de são Luís Maria Grignon de Montfort, é uma boa opção para inspirar o amor e a consagração de si a Mãe de Deus e nossa. 

Como é Encontro vocacional na Copiosa Redenção?

O Encontro Vocacional da Copiosa Redenção servem para despertar a verdadeira vocação dos seus participantes. Sendo assim, são para que compreendam o chamado de Deus e descubram qual o caminho correto a seguir.

Encontro Vocacional da Copiosa Redenção

Na Copiosa Redenção possuímos dois encontros anuais sobre “Discernimento Vocacional”.  Logo, o primeiro ocorre sempre em meados de Julho e outro em Dezembro. Tanto homens quanto mulheres podem participar.

Desse modo, os jovens vocacionados compreendem mais sobre a vida religiosa, sobre a vida do leigo e de outros tipos de expressões vocacionais presentes na Igreja. Pessoas de 15 a 50 anos podem se inscrever para participar desses encontros.

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No entanto, para os menores de 14 anos, há o pré-aspirantado, que abrange crianças e adolescentes entre 10 a 13 anos. Sendo assim, nessa idade, possuem um encontro todo mês e também realizam dois retiros anuais, que ocorrem no mês de maio e novembro. 

Por sua vez, os vocacionados adultos, possuem um discernimento vocacional um pouco mais detalhado, onde os casos são analisados com maior atenção.

Entre em contato

Venha você também fazer parte da família Copiosa Redenção.

Em primeiro lugar, no vocacional feminino ligue para (42) 9 9969 5647, falar com Irmã Égli. Porém, para o vocacional masculino ligue para (42) 9 9126 0123, falar com Padre Fernando. 

Sou um jovem liberto das drogas

As drogas facilmente podem destruir vidas e famílias. Mas, acredite: é possível ser liberto das drogas! É possível ajudar alguém a se libertar desse vício!

Cada vez que temos notícias de pessoas que se envolveram com drogas, seja na família, um amigo ou conhecido, o sentimento, muitas vezes, é de impotência. Afinal, essa realidade é assustadora. Porém, sempre há uma saída.

O consumo de drogas no Brasil

Uma pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz, concluída em 2017, revela que mais de 3,5 milhões de brasileiros consumiram drogas ilícitas em período recente. Dos entrevistados, 208 mil assumiram que usaram crack nos 30 dias anteriores ao levantamento.

Os dados também apontam que 9,9% dos brasileiros disseram ter experimentado drogas ilícitas uma vez.

A pesquisa ainda revela que 7,7% da população consumiu maconha, haxixe ou skank, 3,1%, cocaína, 2,8%, solventes e 0,9%, crack.

Além de drogas ilícitas, o estudo também coletou informações sobre o consumo de álcool. Entre os participantes, 16,5% afirmaram extrapolar na dosagem. Em média, os homens relataram consumir numa única ocasião cinco doses ou mais de bebidas; enquanto que entre as mulheres, quatro doses ou mais.

O primeiro semestre de 2020 bateu um recorde de apreensões de drogas no Brasil. Os dados são do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Segundo um relatório, de janeiro a junho, as polícias estaduais, Federal e Rodoviária Federal, juntas, apreenderam 1,2 mil toneladas de maconha e 92,5 toneladas de cocaína.

Liberto das drogas

Ser liberto das drogas é processo que exige tempo e perseverança. Não apenas do usuário, mas também dos familiares. O grande diferencial está em acreditar que é possível, sim, ser liberto das drogas. Há anos, a Copiosa Redenção vem desenvolvendo um lindo e intenso trabalho de recuperação de usuário. Um trabalho que tem alcançado muitas vidas e transformado famílias. 

Quer ter uma prova de que é possível ser liberto das drogas? Então veja essa playlist com testemunho de homens e mulheres que disseram não às drogas e se permitiram uma vida nova. São depoimentos emocionantes que ajudam a fortalecer nossa fé de que tudo pode ser alcançado quando se tem perseverança e força de vontade. Vale muito a pena conferir!

Testemunhos de quem foi liberto das drogas

A Rosélia, de Palmeira – PR,  é uma das atendidas pela Copiosa Redenção na Comunidade Terapêutica Rosa Mística, de Ponta Grossa – PR. Veja o testemunho da sua vitória!

A Lais, do Estado de Rondônia, venceu o vício das drogas na Comunidade Terapêutica Mons Gabriel Mercol, em Presidente Medici – RO. Ela conta que essa Casa da Copiosa Redenção, onde fez seu tratamento, foi a melhor casa por onde ela poderia ter passado. 

Sóbria há 11 meses, a Márcia fez seu tratamento na Comunidade Terapêutica Lar Dom Bosco, em Campo Mourão – PR. Ela destaca que o acompanhamento espiritual que teve no Lar foi o diferencial para a sua vida!

Da cidade de Santa Maria – RS, a Ana Luíza foi atendida na Comunidade Terapêutica Antônio e Maria, em São Sepé, no mesmo Estado. Ela conta o estrago que as drogas fizeram na sua vida até ser liberta.

Ela está sóbria há 14 anos! A vitória da Roberta foi alcançada na Comunidade Terapêutica Marta e Maria, na cidade de Porto Alegre – RS. Ela conta como a Comunidade apresentou a ela uma nova maneira de vida.

A Andreia conta que começou a beber ainda na infância. Sua vida tinha tudo para acabar de forma trágica, mas ela foi acolhida na Comunidade Terapêutica Rosa Mística. Acompanhe essa história emocionante!

Leonardo é um dos atendidos do  Centro Terapêutico Padre Wilton. Ele conta sua história com as drogas na juventude e depois, já tendo uma família, como foi difícil assumir que era usuário. Ele conta que encontrou na Comunidade uma família para toda a vida!

Atendida no Centro Terapêutico Lar Dom Bosco, a Joice testemunha com alegria seus 7 anos de sobriedade, depois de uma vida difícil, cujo pai e mãe também sofriam com os vícios.

Ela começou com o vício do cigarro e não demorou para chegar às outras drogas. Débora, do Estado do Rio Grande do Sul, recuperou sua dignidade na Comunidade Terapêutica Marta e Maria.

Orleni ficou 24 anos na vida de drogadição, até conhecer a Copiosa Redenção. Ela foi acolhida na Comunidade Terapêutica Mons Gabriel Mercol, em Rondônia. Agradecida pela experiência que teve na Comunidade, ela diz que hoje sua vida é melhor do que ela imaginava que poderia ser.

O vício fez um estrago muito grande na vida de Daniele, do Rio Grande do Sul, mas a Comunidade Terapêutica Antônio e Maria a ajudou a encontrar um sentido para a sua vida. Acompanhe esse relato!

A Roberta, de Porto Alegre, começou sua história com o vício aos 11 anos. Teve muitas experiências negativas, até que foi acolhida na Comunidade Terapêutica Marta e Maria. Há 14 anos ela está sóbria!  

O vocacional religioso está morrendo?

Os leigos já se questionaram alguma vez sobre isso, principalmente quando vai à missa e o padre ou outro reza pelas vocações. A primeira impressão é que o vocacional religioso está acabando, que futuramente não haverá vocações dentro da comunidade. Entretanto, ser um vocacionado religioso vai além de uma vida celibatária ou mesmo, necessariamente, um sacerdote.

A vivência na causa de Deus e dos irmãos de fé, levando o Evangelho e construindo o seu Reino leva a pessoa a ser um vocacionado religioso. Além disso, a missão de levar o amor de Deus para aqueles que ainda não sentiram é atraente. Há boatos que dizem que vocacionado está morrendo, entretanto essa especulação existe a tempos.

Quando se há uma comunidade viva na fé e que reza pelos seus, no intuito de despertar em jovens e adultos para a vida religiosa, a resposta vem de imediato.

As vocações da Igreja, em especial a religiosa, são uma dádiva divina que sustenta. Ser um religioso é ter uma responsabilidade de levar os irmãos e irmãs para a santificação. A vocação sacerdotal é um exemplo, ela traz a prova do amor e fidelidade de Deus, pois Ele escolhe homens para estar a serviço do seu povo e estes padres podem ser tanto diocesanos quanto religiosos.

Sacerdotes Diocesanos X Religiosos

 A diferença entre os dois é mínima: O Sacerdote diocesano é aquele que está incardinado em uma Igreja Particular, ou seja, a uma diocese, onde tem uma área específica e definida para atender, além de depender apenas do seu Bispo.

Já o religioso, que podem ser padres ou não, antes do sacerdócio assumem a vocação religiosa consagrada e realizam votos de pobreza, obediência e castidade. Obedecem a um superior da Ordem Religiosa a qual pertence e pode estar a serviço da sua Congregação em um território da missão mais amplo. Entretanto quando exercer seu sacerdócio dentro de uma determinada diocese, deve seguir as direções do bispo desta localidade.

O acompanhamento Espiritual

O acompanhamento espiritual é necessário para uma correta orientação e de um discernimento para que os vocacionados entendam qual será seu papel para o mundo, que é evangelizar.

Apesar da falta de fé que muitos vivem, nós como irmãos devemos impulsionar aqueles que já não acreditam no amor de Deus. Afinal, a fé é como uma bateria para os seres humanos, ela é capaz de comandar nossa vida, apesar disso o número de homens e mulheres que buscam seguir o caminho de Cristo só aumenta, suas palavras de amor, conforto e suas atitudes, dificilmente alguém não se apaixona.

O Celibato

“Porque há eunucos que o são desde o ventre de suas mães, há eunucos tornados tais pelas mãos dos homens e há eunucos que a si mesmos se fizeram eunucos por amor do Reino dos céus. Quem puder compreender, compreenda” (Mateus 19,12). Esse trecho da bíblia deixou claro a aprovação e o conselho de Jesus sobre o celibato para os sacerdotes e religiosos, esta opção se dá livremente para aquele que deseja seguir a Cristo, é um sinal claro da verdadeira vocação sacerdotal ou religiosa.

Após muita oração e discernimento e você estiver convicto que Deus tem um plano de vida religiosa, entre em contato conosco. Teremos o prazer de recebê-lo em uma de nossas casas.