Existe depressão na vida religiosa?

A depressão na vida religiosa foi muitas vezes compreendida como “falta de fé”, mas isso não é verdade. Recentemente o Papa Francisco disse: “A tristeza, a apatia, o cansaço espiritual acabam dominando a vida das pessoas que estão sobrecarregadas com o ritmo de vida atual”. O Santo Padre demonstrou empatia e realismo ao afirmar que pessoas estão sobrecarregadas em meios aos desafios contemporâneos.

Por isso, preparamos este post para explicar melhor o que significa depressão e como ela pode afetar a vida de todas as pessoas, inclusive os religiosos(as). 

Depressão na vida religiosa? Mas quem é o religioso?

Deus chama toda pessoa humana à vida e à filiação. Esses são os primeiros dons recebidos da generosidade divina. E à medida que a pessoa cresce, ela descobre sua vocação específica, ou seja, a modalidade com a qual testemunhará o amor de Deus para a humanidade.

Embora as vocações específicas sejam bem conhecidas, como: sacerdócio, matrimônio, vida religiosa e o laicato, cada uma delas tem uma beleza e importância imensa para a Igreja e o povo de Deus. 

E, entre elas, existe o chamado à vida religiosa, que se concretiza com a profissão dos conselhos evangélicos e a vida em comunidade. Porém, o religioso(a) escolhido por Deus no meio do Seu povo, é uma pessoa normal, mas com um chamado especial.

E quem é a pessoa normal? A Doutrina Social da Igreja diz que a pessoa humana é criatura de Deus, criada à Sua imagem e semelhança; capaz de Deus e de se relacionar com o outro. Assim, toda pessoa é criatura e logo não é criador; limitado e não ilimitado. 

Parece óbvio, mas essa lucidez nos ajuda a entender o religioso, uma vez que ele continua criatura, limitada e amada pelo Criador, mesmo diante de uma vocação tão sublime. Ou seja, ele sofre, se diverte, cansa, chora, adoece, erra, cai, levanta e serve a todos. 

A depressão na vida religiosa e no mundo

Então, o que é depressão? A depressão é um transtorno psicológico que como características tristeza persistente e falta de interesse em realizar atividades que antes eram consideradas prazerosas.

Apesar da tristeza ser uma emoção normal, na depressão ela é tão forte e dura por tanto tempo, que afeta toda a vida da pessoa, impedindo até a realização de tarefas básicas fundamentais, como dormir ou comer.

Segundo a OMS, a depressão é um problema comum em todo o mundo: estima-se que mais de 300 milhões de pessoas sofram com ele. E qualquer indivíduo pode sofrer desse mal. Mas seja no mundo ou a depressão na vida religiosa, isso não é culpa de ninguém.

Uma vez que sua causa é formada por uma combinação de fatores genéticos, biológicos, ambientais e psicológicos. Então, ninguém pode determinar se sofrerá ou não de depressão, porque sua causa terá inúmeros motivos.

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Os santos tiveram depressão

É verdade que a vida religiosa é feita de oferta de si o tempo todo. E quem assiste de fora acha até que no convento não existe lazer, nem se tira férias. Esses pensamentos não ajudam na hora em que o religioso se sente atribulado ou até com sintomas de depressão.

Mas a depressão na vida religiosa não está ligada à fé, nem é possível determinar sua causa apenas olhando para a pessoa. A depressão na vida religiosa, assim como em qualquer ambiente da sociedade, sinaliza que algo não vai bem e precisa de investigação. 

Ora, de forma bem superficial, podemos comparar a depressão a uma febre. Quando estamos com uma infecção, a febre acusa logo, e se algo não vai bem na vida, a depressão se desenvolve e sinaliza que precisamos de ajuda.

Mas a depressão na vida religiosa não é sinal de fraqueza, mas de humanidade. Assim como Santa Teresinha sofreu desse mal e foi curada pelo sorriso de Nossa Senhora, o religioso tem a seu favor a graça divina e o acompanhamento dos irmãos. 

E agora, o que fazer?

Agora, se alguém nos perguntar se existe depressão na vida religiosa, após essas informações, podemos responder com outra pergunta: existem pessoas normais na vida religiosa?

Porque não existe vacina contra a humanidade, ao contrário. O Evangelho nos ensina que o homem é limitado e candidato à salvação, e quanto mais reconhecemos nossa pequenez, mais nos aproximamos de Deus, de nós mesmos e do outro.

Portanto, vamos acolher nossa fragilidade com humildade, e olhar para o outro que sofre com a depressão na vida religiosa, na família, no trabalho ou na clínica com olhar humano, com o olhar de Cristo.

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Como o planejamento espiritual pode ajudar na vida familiar?

Recebemos, ano após ano, testemunho de inúmeras famílias que vivenciam o planejamento espiritual e a vida familiar com comunhão e crescimento espiritual. Pais e filhos rezando juntos as orações de meta, de oferecimento, consagrando-se a Jesus e a Maria. 

A importância da vida familiar para o bom desenvolvimento humano é incontestável. O próprio Jesus desejou uma família para si. Fazendo-se criança, aprendeu com José e Maria acerca da Lei de Deus e da vivência da fé e da oração. 

Desde 2011, que o Planejamento Espiritual tem feito um bem enorme à inúmeras famílias. De alguns anos pra cá, temos inserido os pequeninos na dinâmica de oração, com momentos para serem rezados com a família e outros para que pais ensinem seus filhos. 

É lindo ver crianças tão pequenas rezando a oração de São Miguel ou mesmo o Terço de São José. Se semearmos a fé a dignidade no coração dos nossos pequenos, iremos colher como frutos, uma sociedade mais justa e temente a Deus. 

Confira como o planejamento espiritual auxilia a vida familiar e os benefícios da oração para as crianças.

A oração como base de um casamento sólido 

Um casal que se entregam no sacramento do matrimônio não são somente 2 pessoas cedendo ao desejo e apetites românticos e sexuais. Há ali um chamado de Deus, uma benção elevada à dignidade de sacramento pelo próprio Jesus. 

Ainda no Antigo Testamento, vemos a relação família e oração, claramente. Ainda no Gênesis, Adão e Eva se relacionavam com intimidade com Deus. Mesmo após a queda do pecado original, havia uma relação entre o homem e Deus, como vimos no episódio da oferta de Caim e Abel. 

Noé recebe de Deus a profecia do dilúvio e reserva sua família na Arca. Abraão e Sara recebem do Senhor a profecia do milagre de conceber um filho na velhice. Isaac e Rebecca têm sua história de amor marcada pela Providência Divina que os levou um para o outro. 

Assim, geração após geração, Deus não deixou as famílias que se abriram para sua vontade caminharem na escuridão. Mas conduziu todos para seu Projeto de Amor e Salvação. Após o mistério de morte e ressurreição de Jesus, as comunidades primitivas se mantiveram em comunhão e unidade, pela oração e sob a bênção da Igreja.

Um casamento sólido e perseverante é possível, mesmo diante dos desafios, quando o casal busca viver sua vida em Deus, em comunhão com seus irmãos na fé e buscando um coração reto na presença do Senhor! 

Não obstante os problemas sociais, financeiros e relacionais, os casais dos nossos tempos enfrentam dificuldades em relação à criação dos filhos, devido ao uso descontrolado de smartphones, tablets e TVs. 

Portanto, a evangelização dentro da família, cultivando, desde a infância, a piedade e a vida de oração, é importante para que a casa se mantenha para sempre consagrada a Deus. 

Leia também Planejamento Espiritual: o que é e como utilizar no seu dia a dia

Planejamento espiritual e vida familiar na infância

O Planejamento Espiritual é fruto da vida missionária e da experiência da Irmã Zélia. Pelos caminhos da missão, a irmã encontrou muitas crianças e famílias que vivenciam juntos os direcionamentos do livro, dia após dia. 

Dentro das direções oferecidas no Planejamento, a família vai encontrar o Planejamento Espiritual para crianças. Com orações mais curtas e direcionamento mais simples, o principal objetivo é motivar pais e filhos à oração juntos como família. 

Esse caminho proporciona o surgimento do hábito  de rezar desde os primeiros anos de vida e ter a vida marcada pelo ritmo da oração. As orações podem ser feitas pela manhã ou à noite, ou ainda distribuídas no meio da rotina da família, de modo que não se perca a harmonia familiar, em detrimento das práticas de oração. 

Tal prática favorece o diálogo, a piedade familiar, a reconciliação, o crescimento na fé e na esperança, a intimidade com Deus e com o outro, a conexão de pais e filhos. Por isso, queremos motivar você e sua família a investir nessa prática que catequiza, forma e aproxima as famílias. 

Planejamento Espiritual: o que é e como utilizar no seu dia a dia

Em meados de 2011, Deus começou a inspirar a Irmã Zélia, religiosa da Copiosa Redenção, com amplo apostolado de cura e libertação pelo Brasil e pelo mundo, a um caminho de planejamento espiritual. Estava surgindo o Planejamento Espiritual. 

Se nos preocupamos em planejar nosso trabalho, nossos estudos, vida financeira, viagens e demais realidades, por que não precisaríamos planejar a vida de oração?

Em meio a correria da rotina cotidiana, sobretudo das famílias, escola, atividades profissionais, aniversários, festas, demandas, crises, tudo pode tirar a família da centralidade que é Deus. Mas, se estabelecer um planejamento, com datas e horários pré-estabelecidos, é mais difícil cair no esquecimento ou perder a prioridade. 

Deus precisa ser o centro das nossas vidas, das nossas ações, e dos nossos planejamentos. Quando dou a Ele o lugar de Rei e Senhor da minha vida, todas as outras coisas se encaminham de modo seguro e abençoado. 

Crescimento na intimidade com Deus 

As Sagradas Escrituras possui diversos trechos, com inúmeros personagens bíblicos que testemunharam uma vida de oração desde antes da Encarnação de Jesus Cristo. 

Já no livro do Gênesis, vemos uma passagem no qual o autor sagrado relata o diálogo de intimidade de Adão e o Criador. O primeiro homem tinha uma relação tão próxima com o Pai que distinguia os passos de Deus que vinha caminhar e ter com ele no jardim. 

Oração é isso: intimidade, relação, diálogo. Possuir intimidade com Deus é possuir uma rotina que gira em torno do seu encontro diário com Ele, em um diálogo de amizade, como dizia a grande Mestra da vida espiritual, Santa Teresa de Jesus. 

Os patriarcas e profetas de Deus, reis de Israel e demais homens e mulheres da história Bíblica dão testemunho de uma vida de oração. O próprio livro dos salmos está repleto de orações erguidas pelo povo de Deus por séculos. 

O próprio Jesus, o Filho de Deus, buscava momentos de deserto e solidão para, em diálogo íntimo com o Pai, manter uma vida de oração e comunhão com a Vontade Divina. 

“Feitas muitas vezes na solidão, no segredo, a oração de Jesus implica uma adesão amorosa à vontade do Pai até a cruz e uma confiança absoluta de ser ouvido. Jesus ensina seus discípulos a orar com um coração purificado, uma fé viva, e perseverante, uma audácia filial.”.

(Catecismo da Igreja Católica 2620-2621)

O que é Planejamento Espiritual?

“O Planejamento Espiritual foi desenvolvido a partir da minha vivência diária tanto na Copiosa Redenção, como nas missões que realizo e nos meus momentos com o Senhor”, diz Irmã Zélia 

Há mais de 10 anos, a Irmã Zélia tem desenvolvido um método próprio de planejamento espiritual para sua vida pessoal. Inspirada por Deus, iniciou o compartilhamento desse material, com objetivo de favorecer o crescimento na vida de oração dos seus filhos e filhas espirituais. 

Com uma didática clara e sistemática, a irmã Zélia direciona práticas de oração e devoção para cada dia do ano, para o mês, nas principais festas e celebrações litúrgicas que vão desde a vivência sacramental, até o diálogo íntimo e diário com o Senhor. 

Você também conta com direcionamentos de filmes e livros espirituais que favorecerão esse caminho de oração. O ano começa com orações específicas para meia noite do primeiro dia do ano, sendo conduzido a consagrá-lo a Deus. 

A agenda de missão da Irmã Zélia fica disponibilizada no planejamento e as datas do Cerco do Rosário para que você possa vivenciar, na unidade da intercessão, esses momentos fortes de ação de Deus. 

Em unidade com a Igreja 

Uma das grandes preocupações da Irmã Zélia ao elaborar todo o Planejamento é mantê-lo em comunhão com a Doutrina da Igreja, sua Tradição e a espiritualidade do Carisma Copiosa Redenção. 

Como dito, todo material é fruto da sua própria vivência pessoal, missionária e comunitária. 

O próprio catecismo da Igreja motiva as práticas devocionais e espirituais como vias seguras de santificação. 

“‘É preciso se lembrar de Deus com mais frequência do que se respira.’ Mas não se pode orar ‘sempre’, se não se reza em certos momentos, por decisão própria: são os tempos fortes da oração cristã, em intensidade e duração.”.

(CIC 2697)

As orações dispostas no Planejamento nascem nos principais manuais de espiritualidade e das biografias de beatos e santos reconhecidos pela Igreja. Orações que estiveram nos lábios de homens e mulheres de Deus que, por séculos, buscaram ardorosamente uma vida de intimidade com o Senhor. 

Conheça mais da autora Irmã Zélia – uma missionária da Redenção do Senhor

 

Como utilizar o Planejamento Espiritual no cotidiano 

A rotina dos participantes do Planejamento Espiritual da irmã Zélia tem uma programação diária para cada mês, com as Orações de revestimento. São orações que devem ser realizadas antes de todas as orações de metas. O (a) fiel pode optar por rezar apenas uma delas antes de iniciar as orações do dia.

As orações de meta são específicas para cada mês, que tem como objetivo fortalecer a vontade e a súplica a Deus pelas metas escolhidas no planejamento. Um exemplo são os direcionamentos do mês de maio: 

  • ORAÇÃO DE META
  • Escolher um horário, fidelizá-lo e rezar o Rosário (4 terços) acompanhado da Ladainha de Nossa Senhora por 31 dias;
  • Rezar, no dia 22 de maio, a oração de Santa Rita

Ao término de cada mês, você conta com um espaço para anotações das inspirações que o Espírito Santo foi lhe dando ao longo do mês. 

Para os casados e com filhos, você pode realizar com as crianças o Planejamento Espiritual infantil. Com orações mais curtas e adaptadas para o mundo infantil, os meninos e meninas poderão vivenciar essa experiência rica com seus pais. 

Curso Planejamento Espiritual 

Desde 2021, tivemos a graça de nos unir ainda mais no caminho proposto pelo Planejamento Espiritual. Abrimos o Curso Planejamento Espiritual, com a Irmã Zélia. Todos os meses recebemos uma aula ao vivo ou gravada, no qual somos motivados na vivência de cada mês. 

O curso, disponibilizado na Plataforma da Hotmart, contém ricas reflexões e motivações da Irmã Zélia e outros convidados. 

Neste ano, o Curso terá um novo formato. Serão 30 dias, nos quais os participantes receberão a cada semana reflexões sobre Revisão de Vida, propósitos e metas, e os passos importantes para dar início ao Planejamento Espiritual já no dia 1º de janeiro.

Como ela costuma dizer, é preciso rezar com Metas! Assim como nos Evangelhos Jesus pergunta aos que se aproximam dele “O que queres?”, o Senhor também deseja clareza e objetividade naquilo que definimos para nossa oração. 

Estamos falando de prioridade espiritual, ou seja, Deus é o centro da minha vida, e tudo deve girar em torno dessa relação de amor e intimidade que é a oração. 

Principais desafios para ser fiel

Tal qual às dinâmicas da vida humana, a vida de oração também possui altos e baixos. É comum que comecemos o ano com inúmeras metas e objetivos e com o passar do tempo vamos esmorecendo e caindo na infidelidade e na inconstância. 

Vale a pena lembrar que a constância é um atributo unicamente Divino. Só Deus é o constante, aquele que permanece imutável em meio a tudo que acontece. Uns mais outros menos, o caminho do ser humano na vida interior e de santidade será sempre um caminho de recomeço. 

“Santo não é aquele que nunca cai, mas aquele que recomeça sempre.”

São João Paulo II

Ter um planejamento espiritual é um instrumento forte contra as nossas infidelidades, pois nos motiva a caminhar, inclusive unidos em oração uns pelos outros. 

A oração também precisa estar atrelada à sua vida, seja nos momentos de Cruz ou de ressurreição. Há pessoas que só rezam na provação, enquanto há aquelas que só conseguem rezar quando tudo anda bem. 

Jesus nos ensina a rezar em todas as circunstâncias, pois nada nos separará do amor de Deus. Por isso, em meio aos desafios, os membros do Planejamento Espiritual são motivados a pedir oração aos demais irmãos e retomar o caminho de onde parou, sempre. 

O reconhecimento dos pecados e a retomada da caminhada são indispensáveis para viver a fidelidade. Ser fiel não é cumprir as práticas irrepreensivelmente, mas ter a confiança de que, mesmo nas nossas fraquezas e limites, Deus nos ama e nos quer na sua Presença. 

Mais do que orações, uma vida de oração

Algo que precisa ficar claro é que o Planejamento espiritual não é um manual de orações, mas um instrumento de transformação de vida. Os santos e a tradição da Igreja nos revelam que o Senhor não quer de nós palavras abundantes, mas uma vida imersa na sua Presença. 

O ritmo da vida de quem faz o Planejamento Espiritual deixa de ser o ativismo e passa a ser a confiança e o abandono à Providência Divina que cuida dos seus amados, mesmo enquanto dormem (Sl 126, 2). 

Não é a quantidade de Rosários que determinará o derramamento da graça sobre sua vida, mas a busca de amar a Deus em todas as situações, reconhecendo-O como Senhor e Rei de sua vida. 

Onde encontro o Planejamento Espiritual

Anualmente, o Planejamento Espiritual entra em vigor sempre no último trimestre do ano, já em preparação para o ano seguinte. Com ampla divulgação no site, nas redes sociais e nos eventos por onde Irmã Zélia passa. 

Para adquirir o curso é necessário essa atenção à divulgação, pois as inscrições são por tempo restrito com vagas limitadas. 

O livro está sempre disponível na loja da Copiosa Redenção podendo ser facilmente adquirido, sendo enviado para a residência dos interessados. 

Toda a renda arrecadada com a venda do curso e dos livros do Planejamento Espiritual 2022 é destinada às obras de evangelização e recuperação de dependentes químicos nas comunidades da Copiosa Redenção. Atualmente, são 6 casas de recuperação e inúmeros eventos e meios de anúncio do Evangelho promovido pela congregação. 

Acesse agora mesmo nossa Loja e encontre esse e outros produtos que podem colaborar com sua espiritualidade. 

5 práticas para uma boa saúde psicológica na vida religiosa

Um consagrado é alguém “separado” para o Sagrado, para Deus. Quando alguém faz a oferta de si a Deus está afirmando com sua vida que é todo Dele.  

Esse caminho prevê que seu corpo, sua alma e sua mente direcionarão todos os seus esforços em vista de uma missão, de um estilo de vida. 

No entanto, um risco que se corre é o descuido consigo mesmo, em especial com a saúde psicológica. São os desafios da missão, as relações fraternas, as exigências consigo mesmo para corresponder à evangelização, a busca pela santidade, a renúncia dos afetos e desejos, tudo isso pode ocasionar uma sobrecarga emocional e psíquica. 

Por isso, confira algumas dicas para ajudar você a ter mais saúde e qualidade de vida

1 – Encontre meios de descontração 

A vida religiosa costuma propor uma dinâmica ordinária de oração, apostolado e vida comunitária. Celebração da Missa, Rosário, leitura espiritual, Lectio Divina, atendimentos de oração e confissão, assistência social, educação, formação, busca de donativos, relacionamento com benfeitores.

Porém, em meio a tudo isso, o religioso precisa aprender a descontrair-se, encontrando o que lhe causa prazer. Pode ser a leitura de bons livros, um passeio, a contemplação da natureza, um bom filme, um jogo de tabuleiro, enfim, são muitas as possibilidades. 

O importante é que a mente tenha “canos de escape” para extravasar as tensões, canalizar os medos e fortalecer a alegria e o prazer.

2- Discipline-se para o repouso 

Parece ser contraditório ou paradoxal utilizar o verbo “disciplinar” para o substantivo “repouso”. Porém, para muitos religiosos é necessário criar uma estrutura de disciplina também para o descanso. 

Há uma confusão entre descontrair e descansar o corpo. A descontração favorece o imaginário, a memória, os afetos, as emoções. O repouso, o descanso físico, proporciona bem-estar e qualidade de vida, interferindo fortemente na boa saúde psicológica. 

Muitos, ao fim do dia, passam horas nas redes sociais “descontraindo”, ao invés de dormir um pouco mais e descansar a mente e o corpo. Além dos malefícios do uso das telas para boa qualidade de sono, a falta de disciplina em dormir em um horário para acordar em outro que proporcione uma janela de sono satisfatória compromete a saúde. 

Portanto, é necessário que se estabeleça uma rotina de sono que o religioso durma em média de 7 a 8 horas, como orienta a Fundação Nacional do Sono. 

Leia também A ansiedade na vida religiosa

3 – Não se descuide da alimentação 

Uma alimentação balanceada, rica em nutrientes, com uma vasta opção de frutas, legumes e vegetais, possibilita boa qualidade de saúde física e psicológica. Já os industrializados, ou uma rotina de alimentos ricos em carboidratos e açúcares comprometem o bom desempenho metabólico. 

Por isso, é indispensável que as comunidades religiosas ofereçam uma alimentação planejada e ajustada às demandas de cada religioso. 

4 – Fortaleça a vida de oração 

Sim, é comprovado pela ciência e pelos mais de 2 mil anos de história da vida consagrada na Igreja que a vida de oração é indispensável para a saúde psicológica. 

É diante de Deus que o ser humano se coloca com sua verdade e seus medos. Por isso, o religioso não pode se descuidar dos seus compromissos espirituais, de uma vida espiritual autêntica e profunda, aos moldes do Carisma ao qual foi chamado. 

É vivendo na intimidade de cada morada, como ensina a Mestra espiritual Santa Teresa de Jesus, que os religiosos encontram o jugo suave e o peso leve do qual Jesus fala nos Evangelhos. 

5 – Peça ajuda profissional, se necessário 

Algo que precisa sair do imaginário dos religiosos é o preconceito com o acompanhamento profissional em vista do psicológico. Ainda há muitos superiores ou mesmo irmãos e membros de Ordens que não lidam bem com a possibilidade de exposição das suas dores e angústias com um profissional. 

No entanto, para a boa saúde psicológica é importante a escolha de bons terapeutas e psiquiatras que orientem, mediquem, quando necessário, e compreendam a vida e a escolha dos religiosos. Por isso, a Congregação para vida consagrada prevê que os superiores escolham bons profissionais, alinhados com a fé e com o espírito da vida consagrada. 

Conclusão 

Se o religioso está sempre atento aos sinais do seu corpo e da sua mente, cria uma rotina que proporciona tempos de oração, descanso e trabalho, provavelmente encontrará realização e sentido de vida. 

Foi pensando em você, que tem dedicado sua vida em servir e cuidar dos outros, que preparamos estas 5 práticas para serem inseridas no seu projeto de vida pessoal, urgentemente. Leia, reflita, aprofunde-se e faça o firme propósito de vivenciá-las.

Lar Adelaide Weiss Scarpa: qualidade de vida para pessoas idosas

A velhice para quem está vivo é algo concreto, vai acontecer. A única questão é se a qualidade de vida para pessoas idosas será uma consequência ou não. 

E, atualmente, a estimativa é que a vida seja cada vez mais longa, ainda que, infelizmente, isso não signifique que seja saudável também. Em 2019, o Brasil possuía 28 milhões de pessoas acima dos 60 anos, mas, segundo o IBGE, este número deve dobrar nos próximos anos.

Porém, infelizmente, alguns idosos não chegam nessa idade com qualidade de vida, bem-estar ou saúde física e mental. Por isso, para muitas pessoas essa época da vida pode parecer assustadora. O número de idosos em vulnerabilidade ou com doenças crônicas é grande.

No entanto, a vida dos idosos é valiosa e a velhice pode ser uma época maravilhosa, feliz e cheia de bons momentos, sem doenças ou tristezas. Portanto, precisamos encontrar as melhores maneiras de garantir a qualidade de vida para pessoas idosas. 

Qualidade de vida para pessoas idosas

O primeiro passo para garantir qualidade de vida para pessoas idosas é entender o seu conceito. 

O médico geriatra e diretor científico da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), Renato Bandeira de Mello, define a qualidade de vida sendo  algo subjetivo e que depende da percepção do indivíduo sobre o que é felicidade.

Ou seja, possuir qualidade de vida está relacionado ao que gera alegria. Portanto, em termos gerais, pode ser uma atividade física, viver bons momentos, ter amigos, ficar com a família, ir para a igreja, ter vida de oração e pertencer a uma comunidade ou a algum lugar. Geralmente, na velhice, a qualidade de vida está associada a uma vida ativa. 

Na maioria das vezes, subestimamos a importância da autonomia, mas ela também está altamente ligada ao sentimento de bem-estar e realização pessoal. Logo, também contribui profundamente para a qualidade de vida.

Velhice feliz e saudável 

Geralmente a velhice é relacionada a momentos difíceis, dores, sofrimentos e abandono. Em algumas realidades, os idosos são vistos como quem já viveu tudo, aproveitou a vida e são quase como um material a ser descartado. 

O Papa Francisco em uma catequese sobre a velhice falou sobre essa cultura do descartável e ressaltou que os idosos são uma benção para a sociedade: “não nos esqueçamos que tanto na cultura familiar quanto na social, os idosos são como as raízes da árvore: eles têm toda a história ali, e os jovens são como flores e frutos”, comparou.

“Tudo o que há de bonito numa sociedade está relacionado às raízes dos idosos.”, concluiu o Santo Padre.

Portanto, precisamos nadar contra a maré e defender a qualidade de vida para pessoas idosas. A velhice feliz e saudável é possível e pode ser uma realidade. Mas como fazemos isso?

Um idoso bem-assistido e bem-acolhido é um idoso feliz

Ser amado, acolhido e ter suas vontades respeitadas integralmente são princípios básicos para a qualidade de vida na terceira idade, mas, na maioria das vezes, só é possível oferecer e garantir isso em um lugar específico, preparado e equipado. 

Estar em um local que respeita as particularidades de cada um, que promove atividades de lazer e oferece a cada idoso a experiência de passar pelo imenso mar de amor e misericórdia de Deus, certamente são maneiras de fazer com que a pessoa idosa tenha qualidade de vida.

Imagina esses princípios, aliado ainda a profissionais responsáveis e qualificados, ambientes exclusivos e totalmente preparados para atender as necessidades do idoso e claro, pessoas amorosas, gentis, preocupadas e com o coração cheio do amor de Deus. 

Lar Adelaide Weiss Scarpa oferece qualidade de vida para pessoas idosas

O Lar Adelaide Weiss Scarpa acolhe idosos acima de 60 anos e oferece a calmaria de envelhecer com amor, alegria e a misericórdia de Deus. Todos os hóspedes – como são carinhosamente chamados os idosos – são respeitados e queridos. 

O propósito do Lar é ser uma casa pensada e planejada para receber pessoas idosas. E para que eles se sintam verdadeiramente em casa, os familiares são incentivados a trazer sempre fotos e objetos pessoais dos idosos para decorar o quarto. 

Há muitos valores e princípios no Lar Adelaide, questões que acreditamos contribuir imensamente para a qualidade de vida do idoso e para uma velhice feliz e tranquila. 

Trabalhamos constantemente para oferecer o melhor para eles, para fazer com que se sintam amados e queridos. Assim como realizamos atitudes concretas para isso e para contribuir com a saúde física deles, como atividades físicas e alimentação balanceada. 

Aqui, com toda certeza, o seu familiar idoso terá qualidade de vida garantida! Entre em contato e agende uma visita.

Ansiedade na vida religiosa: entenda

Não é comum ouvirmos religiosos, freiras e frades comentando sobre transtorno de ansiedade na vida religiosa. A busca pelo caminho da perfeição evangélica e os inúmeros compromissos missionários tendem a ocultar a figura humana, frágil e necessitada que há em todo homem e mulher, independentemente da sua vocação. 

Os sintomas começam sutilmente, mas podem chegar a uma proporção insustentável. Obviamente, todos possuem em maior ou menor grau uma ansiedade tida como normal. Afinal, precisamos dela para reagirmos a qualquer possível perigo ou expectativa. 

Contudo, a ansiedade pode desenvolver-se a partir de sentimentos como medo e insegurança relacionada a determinada preocupação excessiva com o futuro. Não necessariamente quanto à uma realidade, mas, muitas vezes, projeções irreais de problemas que possivelmente nunca acontecerão. 

A ansiedade na vida religiosa na prática

A rotina dos religiosos costuma ser fixa e exigente. É comum que a vida comunitária se articule em 3 dimensões: oração, trabalho e descanso. Cada família religiosa possui um estilo de vida próprio para desenvolver cada uma dessas dimensões. 

Porém, devido às urgências missionárias, é comum que o descanso não seja proporcional ao trabalho apostólico. O documento do Dicastério para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, ressalta que “às vezes o sincero desejo de servir à Igreja, o apego às obras do instituto, bem como as prementes solicitações da Igreja particular podem facilmente levar religiosos e religiosas a sobrecarregar-se de trabalho”. 

Além disso, há um desafio específico na Graça da vida em comunidade: os relacionamentos fraternos. Na convivência fraterna, é comum que haja desentendimentos e conflitos. Em especial, quando se trata de relacionamento com as autoridades, isso pode ser um gatilho para os transtornos de ansiedade. 

O religioso pode apresentar insônia, sudorese excessiva, falta de ar, taquicardia, picos hipertensivos, tontura, dormência na cabeça, pânico sem motivo aparente e desequilíbrio emocional. Diante da identificação desses sintomas, é necessário que as autoridades e o próprio religioso busquem ajuda profissional. 

Leia também Copiosa Redenção: uma vocação para homens e mulheres

Quais os tipos de ansiedade? 

Já falamos sobre alguns dos principais sintomas da ansiedade patológica, que variam de acordo com o quadro específico. Exemplo: 

  1. Transtorno de Ansiedade Generalizada: Causa uma irritabilidade e inquietação constantes. Há ainda muito cansaço, causando falta de concentração. Em alguns quadros, os sintomas físicos podem se agravar com palpitação cardíaca, dormência no corpo, entre outros. 
  2. Fobias: Trata-se do surgimento exagerado de um medo paralisante diante de objetos ou situações, como altura, elevador, agulhas, determinados animais. 
  3. Síndrome do pânico: A ansiedade se tornou severa a tal ponto que um pânico surge repentinamente. Juntamente, há uma sensação de morte iminente podendo durar segundos ou minutos. 

Quando é hora de buscar ajuda profissional?

A ansiedade patológica (quando são identificados dois ou mais sintomas) necessita de acompanhamento profissional. Muitas vezes, o tratamento acontece por meio de processo terapêutico e medicamentoso e com o apoio de uma equipe multidisciplinar. 

O próprio Dicastério para Vida Consagrada, no documento já citado acima, afirma que “o recurso a tais intervenções tem se revelado útil não só no momento terapêutico em casos de psicopatologia mais ou menos manifesta, mas também no momento preventivo para ajudar a uma adequada seleção dos candidatos e para acompanhar, em alguns casos, a equipe de formadores a afrontar específicos problemas pedagógico-formativos”.

Ou seja, a própria Igreja orienta que formadores e autoridades estejam atentos à necessidade de auxílio profissional, mediante patologias. Porém, continua: “Em todo o caso, na escolha dos especialistas, deve-se preferir uma pessoa de fé e conhecedora da vida religiosa e de suas dinâmicas. Tanto melhor se for uma pessoa consagrada”.

Portanto, não deve haver vergonha ou timidez quando se é preciso buscar ajuda. Por sua vez, é necessário atenção aos profissionais que serão solicitados a fim de não estarem muito aquém da realidade religiosa e suas nuances. 

Quando é hora de optar por casa de repouso?

Colocar um idoso, especialmente aqueles próximos de nós, em uma casa de repouso não tende a ser uma decisão fácil. Principalmente porque, em muitos casos, há o sentimento de que se está abandonando essa pessoa. No entanto, essa pode ser a melhor decisão considerando o bem-estar e a qualidade de vida da pessoa idosa. 

Afinal de contas, quando um familiar querido atinge a terceira idade, as exigências de cuidado e atenção triplicam e é necessária uma dedicação muito maior para eles. Algo que em casa podemos acabar falhando. 

Portanto, essa pode ser a hora de recorrer a uma casa de repouso sem culpa, lembrando sempre de procurar com responsabilidade. 

Há lugares que cuidam e acolhem os idosos com o mesmo amor que eles teriam em casa, mas além do carinho e respeito, eles também terão um atendimento profissional, com médicos, fisioterapia, alimentação adequada e a possibilidade de conviver e construir relacionamentos com outras pessoas da mesma idade. 

Mesmo sabendo disso e de que pode ser a melhor solução, você ainda não sabe se é a hora certa? Tudo bem, podemos chegar a uma conclusão até o final do texto. Continue a leitura! 

O que é uma casa de repouso?

Antes de começar a avaliar todas as questões, precisamos desmistificar de vez a ideia de que casa de repouso é um lugar de abandono. 

A casa de repouso é um lugar de convivência, conforto e cuidado para o idoso. Geralmente, as famílias procuram esses locais quando não conseguem mais atender todas as necessidades dos idosos em casa. 

Esses locais servem para oferecer o melhor para o idoso durante sua estada. A maioria tem médicos, espaços de recreação, atividades de lazer, exercícios físicos, nutricionistas, enfermeiros, espaços confortáveis, bonitos e aconchegantes. 

A família investe um valor, mas tem a certeza de que seu familiar está sendo bem cuidado e sabe que pode visitar sempre que quiser.

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O primeiro passo é avaliar a sanidade

Avaliar a sanidade da pessoa idosa pode ajudar de algumas maneiras. A primeira é observar se você pode manter ele em casa com segurança, pois se a pessoa tiver sã é mais fácil de cuidar. Além disso, você sentirá que pode confiar que ele não fará nada que o coloque em risco, por exemplo.

Por outro lado, uma pessoa consciente e sã pode ajudá-lo a tomar essa decisão. Compartilhe com ele sua ideia de uma casa de repouso, pergunte a opinião dele, apresente as opções e benefícios. E não esqueça de deixar claro que isso não será abandono, que você irá visitá-lo regularmente. 

Leia mais: Será que meu parente idoso precisa de ajuda psicológica? (texto ainda sem publicação, por isso está sem link)

No começo, a ideia pode até assustar e fazê-lo ficar na defensiva, mas com o tempo, paciência e as palavras certas, ele mesmo pode perceber que essa é a melhor opção.

A casa de repouso oferece aquilo que o idoso precisa 

Ainda que a saúde mental do seu familiar idoso esteja em ótimas condições, ele pode precisar de outros cuidados, como uma alimentação balanceada, controle dos remédios, exercício físico personalizado, atendimento médico regular. 

Enfim, necessidades que em casa pode ser difícil de atender adequadamente por conta das outras obrigações. Portanto, esses sinais também são importantes na hora de observar se é a hora de optar por uma casa de repouso.

Esses lugares são totalmente dedicados para atender essas necessidades, os idosos serão bem cuidados e amados. Os remédios são dados por enfermeiros e cuidadores que terão atenção máxima aos horários. 

Além disso, há fisioterapeutas, médicos, nutricionistas à disposição! 

Um cuidador de idoso não é mais o suficiente

Outro ponto que você pode colocar em questionamento nessa situação é “mas um cuidador de idoso não seria o suficiente?”. O cuidador poderia se ocupar com os remédios, acompanhar na fisioterapia e nas consultas médicas, ajudar nas necessidades básicas ou essenciais, cuidar da alimentação e enfim. 

Nesse tópico, a decisão deve ser considerada baseada nas necessidades do idoso e na particularidade de cada um. Observar onde você mais precisa de ajuda. 

Porém, veja bem, ao optar por um cuidador que atenda da mesma maneira que uma casa de repouso por 24 horas, vai precisar de, pelo menos, 4 pessoas. Também é necessário considerar os outros investimentos que ainda precisam partir de você, como profissionais da saúde, remédios, academia, atividades de lazer. 

Se você avaliou com bastante responsabilidade esses três pontos, chegou a uma conclusão e está perto de decidir se é a hora certa de optar por uma casa de repouso. 

Leia mais: Como garantir o envelhecimento e saúde da pessoa idosa?

Porém, lembre-se de tirar os pesos de seus ombros ao pensar que se está abandonando seu familiar idoso. Esse é um dos passos essenciais da tomada de decisão. Se você escolher com amor, atenção e bom-senso, certamente fará o melhor para o seu familiar idoso. Além disso, faça visitas às casas de repouso e observe com atenção como eles cuidam dos seus hóspedes.

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Descubra formas de expressar gratidão a Deus

Temos vários motivos de gratidão a Deus. Pelo dom da nossa vida, pelo alimento de cada dia, pelo ar que respiramos. Pelas coisas materiais e até mesmo pelas dificuldades, pois com elas conseguimos crescer em um caminho de fé e oração. Mas você já parou para agradecer por tudo o que Deus te deu? 

Muitos se questionam sobre a forma de demonstrar o amor e a gratidão a Deus, por seus feitos e benfeitorias. Com essas dicas que traremos, você vai perceber que, a depender do momento, é possível encontrar diversas linguagens para manifestar o amor e a gratidão ao Senhor. 

1-    Serviços pastorais

O serviço na “vinha do Senhor” é, certamente, um gesto concreto de gratidão a Deus. Alguém nos serviu e se esforçou para que a Palavra chegasse aos nossos ouvidos e tivéssemos uma experiência com Deus. Fazer isso por outras pessoas, por meio das pastorais e grupos, é uma forma de agradecer a Deus.

A nossa Igreja só é viva quando temos irmãos unidos na fé. Servir na casa do Pai se envolvendo em pastorais, seja ela litúrgica, de animação, acolhida, do dízimo, é muito além de cuidar de uma área dentro da Igreja, é se colocar disponível a Deus e a suas obras. Se você se sente tocado, procure a sua paróquia e venha cuidar da Igreja do Senhor e expressar sua gratidão a Ele.

2-   Orações de gratidão a Deus

O agradecimento diário através da oração também é um dom que representa a Deus esse sentimento de reconhecimento: tudo vem dEle! Não devemos apenas pedir para o Senhor que uma graça seja alcançada, mas reconhecer que tudo aquilo que Ele prepara para nós, é de alguma forma, um jeito de crescermos na fé.

Reunir-se com familiares e amigos para um momento de oração ou mesmo se tornar membro de um grupo de sua comunidade também pode ser uma opção. Tendo oração sendo realizada diariamente, você consegue ter um vida íntima com o Senhor.

As orações são formas de gratidão a Deus. Rezar todos os dias, em forma de louvor e agradecimento, é necessário para um crescimento de fé e amor com o Pai. 

3-    Pelas nossas ações        

Nossa gratidão a Deus também pode ser demonstrada com nossas ações no dia-a-dia. Ser caridoso, respeitar o próximo e a natureza, realizar boas ações seja financeira ou afetiva. A partilha do pão, das nossas vestes que não usamos mais. Praticar esses gestos é olharmos em volta e sentir a paz do Senhor em nosso coração sobre a partilha do bem.

Saiba como Ser um amigo da Copiosa Redenção!