7 versículos bíblicos para rezar pelo seu matrimônio

Rezar pelo seu matrimônio é cultivar um jardim sagrado, onde o amor floresce e os sonhos de Deus para a família se realizam. E mais do que isso, é nutrir a chama do amor que une duas almas, fortalecendo os laços sagrados estabelecidos diante de Deus.

No coração da Igreja Católica, o matrimônio é um sacramento, é um sinal visível da graça de Deus que une um homem e uma mulher em uma aliança indissolúvel. É um caminho de santificação mútua, um reflexo do amor de Cristo pela Igreja.

Logo, nesse jardim Deus planta a semente do amor, da fidelidade e da vida.

As origens divinas do matrimônio

No livro do Gênesis, encontramos a primeira narrativa sobre a união matrimonial. Ou seja, o matrimônio não é uma criação humana, mas um projeto divino e ele foi instituído por Deus no Jardim do Éden, como parte de Seu plano original para a humanidade.

Portanto, Deus, ao ver que “não é bom que o homem esteja só” (cf. Gn 2,18), criou a mulher como companheira ideal. Portanto, Deus criou o homem e a mulher para se amarem, se completarem e se multiplicarem, formando famílias e construindo a sociedade.

Além disso, o matrimônio é um reflexo do amor de Deus pela humanidade.

E na tradição católica, o matrimônio é mais do que um contrato social. Ele  é elevado à dignidade de sacramento, o que lhe confere uma nova dimensão e um caráter sagrado. Portanto, o matrimônio é um sinal visível e eficaz da graça de Deus. E através do sacramento do matrimônio, o casal recebe a graça de Deus para viver o amor conjugal de forma plena e duradoura.

Por que é importante você rezar pelo seu matrimônio

O matrimônio, um dos mais belos e sagrados laços estabelecidos entre duas pessoas, merece ser nutrido e cuidado com carinho. E qual a melhor forma de fazer isso senão através da oração?

Portanto, rezar pelo seu matrimônio é fazer um investimento nele. E ao dedicar tempo para buscar a Deus juntos, você estará construindo uma base sólida para um casamento feliz e duradouro.

Neste sentido, a oração não é apenas uma prática religiosa, mas uma expressão do amor que você sente por seu cônjuge e por Deus.

Portanto, é importante que você reze pelo seu matrimônio por esses motivos:

Fortalecimento da união: A oração conjunta fortalece os laços entre o casal, criando um espaço sagrado de conexão e intimidade. Ao buscarem a Deus juntos, os cônjuges se aproximam cada vez mais um do outro.

Proteção divina: A vida conjugal é marcada por desafios e tentações. E através da oração, o casal invoca a proteção de Deus, que os ajuda a superar as dificuldades e a resistir às forças que tentam desfazer a união.

Renovação do amor: A rotina e os problemas do dia a dia cotidiano podem abafar a chama do amor. Mas a oração reaviva esse amor, ajudando o casal a redescobrir a paixão e o romantismo que os uniu.

Guia espiritual: Deus oferece sabedoria e direção para os casais que buscam Sua vontade. A oração é um canal para receber essa orientação divina e tomar decisões importantes com base nos valores cristãos.

Graça para o perdão: O perdão é essencial para um casamento saudável. A oração nos ajuda a cultivar o perdão e a superar os ressentimentos.

Exemplo para os filhos: Ao verem seus pais orando juntos, os filhos aprendem a importância da fé e da espiritualidade em suas próprias vidas.

Versículos bíblicos para você meditar e rezar pelo seu matrimônio

  1. Gênesis 2,24: “Por isso o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e os dois se tornarão uma só carne.” Este versículo expressa a beleza da união conjugal, na qual duas pessoas se tornam um só ser.
  2. Efésios 5,22: “As mulheres sejam submissas a seus maridos, como ao Senhor, pois o marido é o chefe da mulher, como Cristo é o chefe da Igreja, seu corpo, da qual ele é o Salvador. Ora, assim como a Igreja é submissa a Cristo, assim também o sejam em tudo as mulheres a seus maridos”. Este versículo nos convida a enxergar o casamento como um reflexo da relação entre Cristo e a Igreja. A submissão da mulher ao marido não é uma imposição, mas um ato de amor e respeito, espelhando a submissão da Igreja a Cristo. É um chamado à unidade, à cooperação e à construção de um lar baseado nos princípios bíblicos.
  3. Efésios 5,25: “Maridos, amai as vossas mulheres, como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela.” Convida os maridos a amarem suas esposas de forma sacrificial, assim como Cristo amou a Igreja.
  4. Colossenses 3,19: “Mulheres, sede submissas a vossos maridos, porque assim convém, no Senhor. Maridos, amai as vossas mulheres e não sejais ásperos com elas.” Enfatiza a importância da ternura e da gentileza no relacionamento conjugal.
  5. 1 Pedro 3,1-4: “Vós, também, ó mulheres, sede submissas aos vossos maridos. Se alguns não obedecem à palavra, serão conquistados, mesmo sem a palavra da pregação, pelo simples procedimento de suas mulheres, ao observarem vossa vida casta e reservada. Não seja o vosso adorno o que aparece externamente: cabelos trançados, ornamentos de ouro, vestidos elegantes; mas tende aquele ornato interior e oculto do coração, a pureza incorruptível de um espírito suave e pacífico, o que é tão precioso aos olhos de Deus”.O apóstolo Pedro exorta as mulheres a serem submissas a seus maridos, não apenas por obediência, mas como um testemunho silencioso que pode levar seus maridos incrédulos à fé, através da pureza, da reverência e da beleza interior que adorna o coração.
  6. 1 Pedro 3,7: ” Do mesmo modo vós, ó maridos, com­portai-vos sabiamente no vosso convívio com as vossas mulheres, pois são de um sexo mais fraco. Porquanto elas são herdeiras, com o mesmo direito que vós outros, da graça que dá a vida. Tratai-as com todo o respeito, para que nada se oponha às vossas orações.” Este versículo destaca a importância de tratar a esposa com respeito e consideração.
  7. Romanos 12,10: “Amai-vos cordialmente uns aos outros com afeto fraternal, preferindo-vos mutuamente.” Nos convida a cultivar o amor fraternal no casamento, colocando as necessidades do cônjuge acima das nossas.
  8. 1 Coríntios 13,4-7: “O amor é paciente, é benigno; o amor não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não é rude, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.” Descreve o amor como a força que une e fortalece o casamento.  
  9. Mateus 19,6: “Assim, já não são dois, mas uma só carne. Portanto, não separe o homem o que Deus uniu.” Reafirma a indissolubilidade do matrimônio, como um dom sagrado de Deus.

 Enfim…

Ao meditar nesses versículos e rezar pelo seu matrimônio, os casais podem encontrar inspiração e força para superar os desafios da vida a dois e construir uma família cada vez mais forte e feliz.

Mas que tal dedicar um tempo para rezar pelos casais que você conhece? A oração é um poderoso instrumento de transformação e pode fortalecer os laços de amor e união em todos os relacionamentos.

Que a bênção de Deus esteja sempre sobre os lares cristãos!

O luto de Maria: O que a fez permanecer em pé diante da morte?

Falar de luto no tempo pascal parece contraditório. Entretanto sabemos que o fruto da alegria da ressurreição precisou passar pelo luto dos discípulos de Jesus e também de sua mãe, a virgem Maria.

A única certeza que temos na vida é que um dia iremos morrer. Por mais que saibamos disso, quando chega a morte de um ente querido, nunca estamos preparados. Pois ela vem sem avisar e entramos nesse tempo “pós-morte” chamado luto.

O objetivo deste conteúdo é falar sobre o luto e, com o olhar da fé e a intercessão da Virgem Maria, passar por esse momento em pé diante da cruz (cf Jo. 19, 27). 

O luto na vida humana

O sofrimento é inerente à vida humana, e o luto é um grande sofrimento. Cada pessoa tende a vivê-lo de diferentes formas. Segundo a psicologia, o processo de luto e a sua intensidade varia conforme o vínculo e o significado que aquela pessoa que nos deixou tinha em nossa vida.

O luto se manifesta por meio de uma série de reações que envolvem respostas emocionais (sentimentos de tristeza, culpa, raiva, autocensura, ansiedade, saudade). Cognitivas (pensamentos de descrença, confusão, preocupação) e comportamentais (distúrbios do sono, do apetite, isolamento social, agitação, choro, evitação de lembranças). 

Essas reações são naturais da nossa condição humana e, consequentemente, precisam de atenção. Diante do luto, muitas vezes é necessário um acompanhamento psicológico para lidar com a dor da ausência. 

A psicologia dá algumas dicas de como superar o luto, mas e a fé católica como pode ajudar o crente a viver a dor da sua perda? 

Maria e o luto

Recentemente, passamos pelo tríduo pascal, vivenciamos a dor da paixão do Senhor e a permanência da Virgem Maria em pé diante do seu Filho crucificado. As sagradas escrituras não narram um descontrole emocional de Maria. Vale lembrar que naquela época, também não havia calmantes para aliviar a dor de uma mãe que perde um filho.

No entanto, o Evangelho de São João diz apenas que Maria estava lá. São João Paulo II ao comentar esse trecho bíblico diz: “Ela, que é imaculada, no Calvário “conhece” no seu próprio ser o sofrimento do pecado, que o Filho assume sobre si mesmo, para salvar os homens.”

Ainda nas cenas do Filme Paixão de Cristo, é possível perceber as lágrimas e o sofrimento estampados no rosto de Nossa Senhora. Porém, ela vivia tudo isso em um profundo silêncio.

O papa Bento XVI, na Encíclica Spe Salvi, escreve como acredita que a Virgem Maria tenha vivido o seu luto:

“A espada da dor trespassou o vosso coração. Tinha morrido a esperança? Ficou o mundo definitivamente sem luz, a vida sem objetivo? Naquela hora, provavelmente, no vosso íntimo tereis ouvido novamente a palavra com que o anjo tinha respondido ao vosso temor no instante da anunciação: « Não temas, Maria! » (Lc 1,30). 
Quantas vezes o Senhor, o vosso Filho, dissera a mesma coisa aos seus discípulos: Não temais! Na noite do Gólgota, Vós ouvistes outra vez esta palavra. Aos seus discípulos, antes da hora da traição, Ele tinha dito: « Tende confiança! Eu venci o mundo » (Jo 16,33). « Não se turve o vosso coração, nem se atemorize » (Jo 14,27). « Não temas, Maria! » Na hora de Nazaré, o anjo também Vos tinha dito: « O seu reinado não terá fim » (Lc 1,33). Teria talvez terminado antes de começar? Não; junto da cruz, na base da palavra mesma de Jesus, Vós tornastes-Vos mãe dos crentes. Nesta fé que, inclusive na escuridão do Sábado Santo, era certeza da esperança, caminhastes para a manhã de Páscoa.”

A partir dessas palavras de Bento XVI, podemos afirmar que o consolo para o luto de Maria veio do fazer memória das palavras de Deus a ela e isso renovou a sua fé de que nem tudo estava perdido, havia esperança e ainda não tinha acabado. Pois, como disse Santo Ambrósio, padre da Igreja:

“Não devemos chorar a morte, que é a causa de salvação universal”

O que vem após a morte e o luto

Certamente a manhã de Páscoa, que chega com a notícia do sepulcro vazio, faz Maria sorrir e agradecer ao Pai por mais uma vez ser fiel às suas promessas. 

Com a ressurreição, tanto Maria quanto os apóstolos começam a entender o que vem após a morte e o sofrimento do luto: uma nova vida, a vida eterna.

Mas o que é viver eternamente? O Papa Bento XVI, ao falar sobre a vida eterna, apresenta o grande mistério que a envolve, visto que está intimamente ligada ao desejo mais profundo do ser humano. A fé que sustenta e consola o cristão, a mesma fé que consolou a Virgem Maria, é a fé e a esperança na vida eterna. 

A vida eterna seria então a “verdadeira vida”, a vida em abundância que Jesus prometeu que nos daria. “De certo modo, desejamos a própria vida, a vida verdadeira, que depois não seja tocada sequer pela morte; mas, ao mesmo tempo, não conhecemos aquilo para que nos sentimos impelidos”, diz o Papa.

“Por um lado, não queremos morrer; sobretudo quem nos ama não quer que morramos. Mas, por outro, também não desejamos continuar a existir ilimitadamente, nem a terra foi criada com esta perspectiva. Então, o que é que queremos na realidade? Este paradoxo da nossa própria conduta suscita uma questão mais profunda: o que é, na verdade, a « vida »? E o que significa realmente « eternidade »? Há momentos em que de repente temos a sua percepção: sim, isto seria precisamente a « vida » verdadeira, assim deveria ser. Em comparação, aquilo que no dia-a-dia chamamos « vida », na verdade não o é”.

A palavra  vida eterna  procura dar um nome a esta desconhecida realidade conhecida.

Conhecer para crer

Vimos o grande paradoxo e mistério que envolve a morte, o luto e a fé na vida eterna. Entretanto, é necessário conhecer e aprofundar a doutrina católica que é o que firma a nossa fé sobre a rocha.

Diante da dor do luto e da necessidade dos fiéis conhecerem mais sobre a profissão de fé católica, a Copiosa Redenção lançou o curso “Creio na Vida Eterna”. Assim,  todo católico que queira compreender o que acontece após a morte e o que a Igreja ensina sobre céu, purgatório e inferno poderá aprofundar esse conteúdo.

As aulas serão dadas por Pe Fernando Bauwelz  juntamente com a Irmã Zélia, que ensinará a interceder pelas almas dos falecidos. O Curso é também um auxílio para que aqueles que vivem a dor do luto possam encontrar sentido no sofrimento intercedendo pelas almas. 

Se você conhece alguém que precise renovar a sua fé na vida eterna, compartilhe esse conteúdo.

Eu quero fazer o curso!

Que a Virgem Maria, a Mãe da Esperança, nos console e nos guie no caminho até à vida eterna!

Ponta Grossa recebe primeira edição de Soul do Céu

O retiro para adolescentes já é tradição na Comunidade da Copiosa Redenção em Rondônia e agora chega ao sul do país

Com o desejo de proporcionar uma experiência transformadora para adolescentes de 12 a 18 anos, a Copiosa Redenção realizará no próximo dia 20 de outubro a primeira edição do Retiro Soul do Céu, na Chácara de Uvaia, em Ponta Grossa (PR).

O evento é uma versão para adolescentes do já tradicional retiro para jovens da Congregação, o Livre Soul e o Volta Livre Soul. A iniciativa desse evento começou na Comunidade dos irmãos da Congregação em Rondônia e atraiu centenas de jovens. Nesta primeira edição na Chácara de Uvaia, o tema do encontro será baseado em uma frase do Beato Millennial Carlo Acutis: “A Eucaristia é a minha autoestrada para o céu”. As famílias dos adolescentes também podem participar do retiro na missa de encerramento.

Inscrições

As inscrições para o Soul do Céu já estão abertas, o investimento para participar do encontro é de R$ 60,00 por pessoa. O participante ainda pode aproveita e adquirir uma camiseta e pulseira exclusiva do evento no ato de inscrição. Para se inscrever, CLIQUE AQUI.

Serviço

Retiro para adolescentes Soul do Céu

  • Quando: 20 de outubro de 2024
  • Onde: Chácara de Uvaia, Ponta Grossa (PR)
  • Horário: 08h
  • Valor da inscrição: R$ 60, 00 por pessoa
  • Faça sua inscrição AQUI.

 5 motivos para rezar a Novena das Rosas com a Copiosa Redenção

A Novena das Rosas é uma devoção profundamente arraigada no coração dos católicos, especialmente daqueles que buscam a intercessão de Santa Teresinha do Menino Jesus.

Essa novena, repleta de fé e esperança, promete a seus devotos uma chuva de graças, pois o desejo da pequena santa era de cobrir o mundo de rosas. E isso é símbolo do amor de Deus e da sua própria vida entregue ao Senhor.

E quando falamos da Copiosa Redenção, a devoção a Santa Teresinha se torna ainda mais especial. 

Então, vamos juntos descobrir como surgiu a Novena das Rosas de Santa Teresinha, por que a devoção a essa Santa é tão especial para a Copiosa Redenção e conhecer 5 motivos para você rezar conosco esta novena.

Afinal, como surgiu a Novena das Rosas

A história da Novena das Rosas teve início com a própria vida de Santa Teresinha, uma jovem carmelita francesa que, apesar de sua curta existência, deixou um legado de amor e devoção a Deus.

Em seus escritos e cartas, Santa Teresinha revelou sua profunda fé e seu desejo de ajudar as almas a se aproximarem de Deus. E após sua morte, muitos fieis começaram a relatar milagres e graças recebidas por sua intercessão.

Então, foi a partir dessas experiências que nasceu a devoção à Santa das Rosas e, consequentemente, a Novena das Rosas.

A Copiosa Redenção e Santa Teresinha

Fundada em 1989 pelo Padre Wilton Moraes, a Copiosa Redenção tem como missão principal acolher e acompanhar, com amor e compaixão, pessoas que sofrem com o uso das drogas e outras dependências.

E seu carisma, um dom especial de Deus, encontra seu centro na adoração ao Santíssimo Sacramento. É nesse momento de profunda intimidade com Jesus Cristo que os membros da Congregação renovam suas forças e encontram a inspiração para servir aos mais necessitados.

Logo, a figura de Santa Teresinha do Menino Jesus é uma referência na espiritualidade da Copiosa Redenção. Sua “pequena via do amor”, marcada pela simplicidade e confiança em Deus, encontra eco nos corações dos membros da Congregação. A Igreja a reconheceu como Padroeira das Missões, e na Copiosa Redenção ela é invocada como patrona da formação.

Isso porque a devoção a Teresinha esteve profundamente marcada na vida do nosso fundador Padre Wilton. Certa vez, ao contemplar a imagem da Santa, ele experimentou um profundo amor e encontrou nela uma companheira em sua missão.

Portanto, a intercessão de Santa Teresinha é invocada para que os religiosos e religiosas da Copiosa Redenção possam seguir seus passos, vivendo uma vida marcada pelo amor e pela entrega total a Deus. Por isso, a Congregação propaga e convida a todos a rezar a Novena das Rosas, acreditando que essa prática fortalece a fé e aproxima os corações devotos de Deus.

E mais: Santa Teresinha é a santa de devoção do Planejamento Espiritual 2025 da Irmã Zélia.

5 motivos para rezar a Novena das Rosas com a Copiosa Redenção

  1. Experiência da Misericórdia Divina: A Novena das Rosas é um convite para experimentar a misericórdia infinita de Deus. E através da intercessão de Santa Teresinha, todos nós podemos alcançar graças inimagináveis e sentir a presença amorosa de Deus em suas vidas.
  2. Fortalecimento da Fé: Rezar a Novena da Rosas fortalece a fé e a esperança. Ao meditar nos mistérios da vida de Santa Teresinha e nos ensinamentos da Igreja, temos a oportunidade de aprofundar a nossa relação com Deus e encontrar forças para enfrentar os desafios da vida.
  3. União com a Comunidade: A Novena da Rosas é um momento de união com a comunidade da Copiosa Redenção e com todos os devotos de Santa Teresinha ao redor do mundo. Portanto, rezar em conjunto fortalece os laços de fraternidade e nos faz sentir parte de uma grande família espiritual.
  4. Desenvolvimento da Vida Interior: A Novena das Rosas nos convida a uma profunda vida interior. Sendo assim, através da oração, da meditação e da contemplação, podemos cultivar virtudes como a fé, a esperança, a caridade e a confiança em Deus.
  5. Experiência da Pequena Via: Santa Teresinha nos ensinou a “Pequena Via” do amor, que consiste em fazer as pequenas coisas com grande amor. E rezar a Novena das Rosas nos ajuda a colocar em prática esse ensinamento, transformando nosso dia a dia em um ato de amor a Deus e ao próximo.

Enfim, rezar a Novena das Rosas com a Copiosa Redenção é uma experiência profundamente espiritual que nos conecta com a tradição da Igreja e nos aproxima de Deus. Além disso, ao recorrer à intercessão de Santa Teresinha, podemos experimentar a força da oração e a beleza da vida consagrada a Deus.

Como rezar a Novena das Rosas com a Copiosa Redenção

O Grupo Sentinelas da Adoração, da Copiosa Redenção, estará conduzindo a Novena das Rosas de Santa Teresinha.

E este momento intenso de oração e súplica está acontecendo pelo Instagram da Copiosa Redenção. A Novena das Rosas começou no dia 22 e irá até 30 de setembro, e você é nosso convidado especial.

Então, se você ainda não segue a página da Copiosa Redenção no Instagram, este é o momento para começar a seguir. Acesse AQUI e participe conosco da Novena das Rosas.  

Como restaurar o seu casamento à luz da fé

O casamento, sacramento instituído por Deus, é um chamado à santidade, à felicidade e à construção de um amor duradouro. No entanto, como toda relação humana, o matrimônio está sujeito a desafios e crises e pode enfrentar tempestades. Mas não se desespere! A fé nos oferece uma bússola e um farol para guiar os casais em busca da restauração. Além disso, a oração e a disposição para mudar podem ser poderosas ferramentas para restaurar o amor e reconstruir um casamento sólido e duradouro

O casamento: uma rosa a ser cultivada

A fé em Deus nos proporciona uma perspectiva única sobre o casamento. O Catecismo da Igreja Católica nos lembra que o matrimônio é uma comunidade de vida e de amor constituída pelo homem e pela mulher, unidos pelo sacramento do matrimônio (cf. nº 1601). É um caminho de santificação mútua, onde o amor conjugal se torna um reflexo do amor de Cristo pela Igreja. É um dom precioso que exige cuidado e cultivo constantes. Como uma planta, o amor matrimonial precisa ser regado com atenção, carinho e palavras de afeto.

Ao reconhecer o casamento como um dom sagrado, compreendemos que os desafios que enfrentamos não são o fim. Mas, sim, oportunidades para aprofundar nossa fé e fortalecer nosso amor. Logo, a oração nos conecta com a fonte do próprio Amor e nos permite encontrar a força para perdoar, amar e sermos amados.

A importância da mudança para restaurar o casamento

A restauração do casamento muitas vezes exige uma profunda mudança de hábitos e comportamentos. Portanto, é preciso estar disposto a reconhecer as próprias falhas, a pedir e a dar perdão e a buscar a reconciliação.

Neste sentido, é importante não ter medo de mudar e de começar de novo. O Papa Francisco nos recorda que a própria Palavra de Deus está repleta de histórias de amor e de crises familiares. E por isso a Palavra deve ser companheira das famílias que estão em crise ou imersas em tribulações. Isso porque ela tem a capacidade de nos mostrar “a meta do caminho, quando Deus ‘enxugar todas as lágrimas dos seus olhos, e não haverá mais morte, nem luto, nem pranto, nem dor’ (Ap 21, 4)” (Amoris Laetitia, 22).  

O Perdão: a chave para a libertação

O perdão é um ato de amor que liberta tanto aquele que perdoa quanto aquele que é perdoado. Sendo assim, é fundamental para a cura das feridas e para a reconstrução da confiança.

Jesus nos ensinou a importância do perdão incondicional e ilimitado neste seu diálogo com o apóstolo Pedro: “Senhor, quantas vezes devo per­doar a meu irmão, quando ele pecar contra mim? Até sete vezes?”. Respondeu Jesus: “Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete” (Mt 18,21-22).

O poder da Oração no casamento

A oração também é uma arma poderosa para restaurar o casamento. Ao recorrer a Deus, encontramos conforto, esperança e a força para enfrentar as dificuldades.

Mais do que isso, a oração é a nossa conversa íntima com Deus. E, ao orar juntos, o casal tem a oportunidade de experimentar a força da unidade e do Amor divino. E, desse modo, a oração ajuda o casal a superar as dificuldades, a encontrar a paz interior e a fortalecer a fé em Deus. Portanto, como diz o autor bíblico: “Buscai o Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto” (Is 55,6).

Então, enquanto suplica a Deus pelo seu casamento, peça ao Espírito Santo que renove o amor em seu coração. E mais, que conceda ao casal sabedoria para resolver os conflitos, guiando vocês por um caminho de reconciliação e felicidade.

No entanto, marido e mulher são convidados não apenas a rezar pelo seu matrimônio, mas também pelos filhos, para que todos possam viver em unidade e amor.

Família: o bem precioso da humanidade

A família é a célula fundamental da sociedade e o lugar onde se aprende a amar. Ela é o um santuário da vida e do amor, onde os valores morais e espirituais são transmitidos de geração em geração.

Logo, o Papa São João Paulo II, na Encíclica Familiaris Consortio, nos recorda que o matrimônio e a família constituem um dos bens mais preciosos da humanidade. Portanto, ressalta: “Queridos por Deus com a própria criação, o matrimônio e a família estão interiormente ordenados a complementarem-se em Cristo”.

Desse modo, São João Paulo II destaca que toda família tem necessidade da Graça de Deus. E isso para que os cônjuges possam ser “curados das feridas do pecado e conduzidos ao seu ‘princípio’, isto é, ao conhecimento pleno e à realização integral do desígnio de Deus” (Familiaris Consortio, 3) em suas vidas.

Contudo, ao buscar a restauração do casamento, é importante envolver a família e a comunidade eclesial. O apoio e a intercessão dos outros podem ser de grande ajuda nesse processo.

Restaurar o casamento: dicas práticas

Certamente você já compreendeu que a restauração do casamento exige uma mudança profunda em nossos hábitos e comportamentos. Mas talvez esteja se perguntando: como isso é possível? Então, separamos algumas dicas simples e práticas que podem te ajudar, acompanhe!

  • Comunique-se de forma aberta e honesta: A comunicação é o alicerce de qualquer relacionamento e mais ainda quando se trata do casamento. Portanto, é preciso aprender a expressar nossos sentimentos, necessidades e expectativas de forma clara e respeitosa, sempre evitando acusações e julgamentos.
  • Cultive a intimidade: A intimidade não se limita ao aspecto físico, mas abrange a esfera emocional, espiritual e intelectual. Mas é preciso dedicar tempo para se conhecerem melhor, compartilhar sonhos e projetos, e fortalecer a conexão espiritual.
  • Perdoar: O perdão é essencial para a cura e a reconciliação. Logo, perdoar não significa aceitar o erro, mas sim liberar o outro e a si mesmo do peso do ressentimento.
  • Busque ajuda profissional: Um terapeuta de casais pode oferecer ferramentas e estratégias para superar os desafios e construir um relacionamento mais saudável.

Enfim, restaurar um casamento é uma jornada desafiadora, mas também profundamente gratificante. Logo, ao confiar em Deus, mudar nossos hábitos, perdoar e buscar ajuda, podemos reconstruir o amor para ser mais forte e duradouro.

Então, lembre-se: o casamento é um dom precioso que merece ser cuidado e cultivado todos os dias. E aproveite para assistir as pregações da Irmã Zélia sobre oração e casamento.

Mulher, reze em seu lar e converta sua família (PARTE 1)

Mulher, reze em seu lar e converta sua família (PARTE 2)

3 sinais de que o seu casamento está em crise

Casamento em crise é tão comum quanto os próprios casamentos. Isso porque estima-se que todo casal, em algum momento da vida, passa por momentos críticos em sua relação. Logo, isso demonstra que essa é uma realidade que afeta pessoas de diferentes realidades e contextos.

Contudo, as causas das crises conjugais são complexas e variadas. E elas são como tempestades: agitam as águas calmas da rotina e podem gerar medo e insegurança. Mas, assim como as tempestades purificam o ar e trazem a chuva necessária para a terra, as crises também podem fortalecer o amor e a união entre um casal.

Logo, é importante reconhecer os sinais de um casamento em crise a fim de fazer algo para reverter a situação. Portanto, abaixo, você encontrará três indicadores importantes, acompanhados de dicas práticas para superar esses desafios e construir um relacionamento ainda mais forte e maduro. Acompanhe!

1º sinal de um casamento em crise: comunicação deficiente

A comunicação é a base de qualquer relacionamento saudável. Logo, quando os esposos não se comunicam de forma eficaz, surgem mal-entendidos, ressentimentos, mágoas e frustrações. E tudo isso contribuiu para um casamento em crise.

  • Sinais de uma comunicação deficiente: dificuldade em se expressar abertamente, discussões frequentes, falta de diálogo construtivo, conversas superficiais e evasivas.
  • Dica para reverter esta situação: reservem um tempo para conversar de forma honesta e respeitosa, sem interrupções ou julgamentos. Escutem com atenção um ao outro e busquem entender as necessidades e sentimentos de cada um.

2º sinal de um casamento em crise: distanciamento emocional

O distanciamento emocional no casamento é um problema sério, que pode levar ao desgaste da relação e até mesmo ao fim do relacionamento. E isso é caracterizado por uma diminuição da conexão emocional entre os parceiros, o que pode se manifestar de diversas maneiras, como:

  • Sinais de um distanciamento emocional: falta de interesse em atividades conjuntas, diminuição do afeto e da intimidade física, redução das demonstrações de carinho, como abraços, beijos e palavras de amor e sentimento de solidão mesmo na presença do outro.
  • Dica para reverter esta situação: invistam no tempo de qualidade juntos, resgatando hobbies e atividades que vocês apreciam em comum. Além disso, procurem demonstrar afeto um ao outro com palavras e gestos carinhosos, como provavelmente acontecia no início do relacionamento. E busquem se conectar emocionalmente através de conversas profundas e escuta atenta e participativa, o que recria a proximidade.

3º sinal de um casamento em crise: rotina monótona

A rotina monótona no casamento é um problema comum que pode afetar a felicidade e a conexão entre os esposos. Logo, é caracterizada por uma repetição constante de atividades e comportamentos, o que pode levar ao tédio, ao desinteresse e à falta de entusiasmo na relação. Então, observe:

  • Sinais de uma rotina monótona: perda do interesse em realizar atividades juntos, como sair para jantar, viajar ou fazer hobbies em comum. A sensação de que a vida a dois está estagnada. Desmotivação para realizar atividades juntos e realizar as tarefas diárias sem entusiasmo ou interesse, como se estivesse em um modo automático.
  • Dica para reverter esta situação: quebrem a rotina! Experimentem novas atividades juntos, explorem novos lugares e hobbies. Busquem criar novas memórias e experiências que fortaleçam a união e o entusiasmo no relacionamento. E aqui vale usar da criatividade, pois explorar novos lugares costuma gastar muito dinheiro, mas não precisa ser assim. Atividades ao ar livre, como um piquenique no parque, pode ser divertido e custar pouco.

A fé como aliada na superação da crise

A fé em Deus e a vivência da religiosidade podem ser ferramentas poderosas para superar as crises conjugais. Logo, a oração em família, a intercessão um pelo outro e a participação nos sacramentos como a Eucaristia podem fortalecer a união. Tudo isso auxilia a trazer esperança e paz e inspirar o casal a buscar o perdão, a reconciliação e o crescimento mútuo.

Portanto, lembre-se: as crises conjugais são oportunidades de crescimento e aprendizado. Logo, enfrentá-las juntos, com diálogo honesto, amor, empatia e fé, pode fortalecer o seu casamento e construir uma relação ainda mais profunda e significativa.

Dicas extras

  • Busquem ajuda profissional de um terapeuta familiar ou de um sacerdote. Isso pode ser extremamente útil para ajudar o casal a lidar com os desafios da crise conjugal.
  • Participar de grupos de apoio para casais também pode ser uma fonte de aprendizado, troca de experiências e fortalecimento da fé.
  • Na sua paróquia, procurem se engajar na Pastoral Familiar. Isso é excelente opção para recordar na própria vida a sacralidade da família e fortalecer o desejo de santificação do lar.
  • Procurem ler livros e artigos sobre relacionamento. Isso também pode trazer insights valiosos para superar as dificuldades e construir um casamento mais feliz e duradouro.

Enfim, acredite no poder do amor, da fé e do compromisso para superar qualquer obstáculo. Com perseverança, diálogo e união, você e seu cônjuge podem transformar a crise em uma oportunidade de fortalecer o amor e construir um futuro ainda mais feliz juntos.

Aproveite para ler:

Como perdoar?

Planejamento Espiritual: o que é e como utilizar no seu dia a dia

Conheça esse precioso auxílio para o crescimento na intimidade com Deus escrito todos os anos pela irmã Zélia

Em meados de 2011, Deus começou a inspirar a Irmã Zélia, religiosa da Copiosa Redenção, com amplo apostolado de cura e libertação pelo Brasil e pelo mundo, a um caminho de planejamento espiritual. Estava surgindo o Planejamento Espiritual. 

Se nos preocupamos em planejar nosso trabalho, nossos estudos, vida financeira, viagens e demais realidades, por que não precisaríamos planejar a vida de oração?

Em meio a correria da rotina cotidiana, sobretudo das famílias, escola, atividades profissionais, aniversários, festas, demandas, crises, tudo pode tirar a família da centralidade que é Deus. Mas, se estabelecer um planejamento, com datas e horários pré-estabelecidos, é mais difícil cair no esquecimento ou perder a prioridade. 

Deus precisa ser o centro das nossas vidas, das nossas ações, e dos nossos planejamentos. Quando dou a Ele o lugar de Rei e Senhor da minha vida, todas as outras coisas se encaminham de modo seguro e abençoado. 

Crescimento na intimidade com Deus 

As Sagradas Escrituras possui diversos trechos, com inúmeros personagens bíblicos que testemunharam uma vida de oração desde antes da Encarnação de Jesus Cristo. 

Já no livro do Gênesis, vemos uma passagem no qual o autor sagrado relata o diálogo de intimidade de Adão e o Criador. O primeiro homem tinha uma relação tão próxima com o Pai que distinguia os passos de Deus que vinha caminhar e ter com ele no jardim. 

Oração é isso: intimidade, relação, diálogo. Possuir intimidade com Deus é possuir uma rotina que gira em torno do seu encontro diário com Ele, em um diálogo de amizade, como dizia a grande Mestra da vida espiritual, Santa Teresa de Jesus. 

Os patriarcas e profetas de Deus, reis de Israel e demais homens e mulheres da história Bíblica dão testemunho de uma vida de oração. O próprio livro dos salmos está repleto de orações erguidas pelo povo de Deus por séculos. 

O próprio Jesus, o Filho de Deus, buscava momentos de deserto e solidão para, em diálogo íntimo com o Pai, manter uma vida de oração e comunhão com a Vontade Divina. 

“Feitas muitas vezes na solidão, no segredo, a oração de Jesus implica uma adesão amorosa à vontade do Pai até a cruz e uma confiança absoluta de ser ouvido. Jesus ensina seus discípulos a orar com um coração purificado, uma fé viva, e perseverante, uma audácia filial.”.

(Catecismo da Igreja Católica 2620-2621)

O que é Planejamento Espiritual?

“O Planejamento Espiritual foi desenvolvido a partir da minha vivência diária tanto na Copiosa Redenção, como nas missões que realizo e nos meus momentos com o Senhor”, diz Irmã Zélia 

Há mais de 10 anos, a Irmã Zélia tem desenvolvido um método próprio de planejamento espiritual para sua vida pessoal. Inspirada por Deus, iniciou o compartilhamento desse material, com objetivo de favorecer o crescimento na vida de oração dos seus filhos e filhas espirituais. 

Com uma didática clara e sistemática, a irmã Zélia direciona práticas de oração e devoção para cada dia do ano, para o mês, nas principais festas e celebrações litúrgicas que vão desde a vivência sacramental, até o diálogo íntimo e diário com o Senhor. 

Você também conta com direcionamentos de filmes e livros espirituais que favorecerão esse caminho de oração. O ano começa com orações específicas para meia noite do primeiro dia do ano, sendo conduzido a consagrá-lo a Deus. 

A agenda de missão da Irmã Zélia fica disponibilizada no planejamento e as datas do Cerco do Rosário para que você possa vivenciar, na unidade da intercessão, esses momentos fortes de ação de Deus. 

Em unidade com a Igreja 

Uma das grandes preocupações da Irmã Zélia ao elaborar todo o Planejamento é mantê-lo em comunhão com a Doutrina da Igreja, sua Tradição e a espiritualidade do Carisma Copiosa Redenção. 

Como dito, todo material é fruto da sua própria vivência pessoal, missionária e comunitária. 

O próprio catecismo da Igreja motiva as práticas devocionais e espirituais como vias seguras de santificação. 

“É preciso se lembrar de Deus com mais frequência do que se respira.’ Mas não se pode orar ‘sempre’, se não se reza em certos momentos, por decisão própria: são os tempos fortes da oração cristã, em intensidade e duração.”.

(CIC 2697)

As orações dispostas no Planejamento nascem nos principais manuais de espiritualidade e das biografias de beatos e santos reconhecidos pela Igreja. Orações que estiveram nos lábios de homens e mulheres de Deus que, por séculos, buscaram ardorosamente uma vida de intimidade com o Senhor. 

Conheça mais da autora Irmã Zélia – uma missionária da Redenção do Senhor

 

Como utilizar o Planejamento Espiritual no cotidiano 

A rotina dos participantes do Planejamento Espiritual da irmã Zélia tem uma programação diária para cada mês, com as Orações de revestimento. São orações que devem ser realizadas antes de todas as orações de metas. O (a) fiel pode optar por rezar apenas uma delas antes de iniciar as orações do dia.

As orações de meta são específicas para cada mês, que tem como objetivo fortalecer a vontade e a súplica a Deus pelas metas escolhidas no planejamento. Um exemplo são os direcionamentos do mês de maio: 

  • ORAÇÃO DE META
  • Escolher um horário, fidelizá-lo e rezar o Rosário (4 terços) acompanhado da Ladainha de Nossa Senhora por 31 dias;
  • Rezar, no dia 22 de maio, a oração de Santa Rita

Ao término de cada mês, você conta com um espaço para anotações das inspirações que o Espírito Santo foi lhe dando ao longo do mês. 

Para os casados e com filhos, você pode realizar com as crianças o Planejamento Espiritual infantil. Com orações mais curtas e adaptadas para o mundo infantil, os meninos e meninas poderão vivenciar essa experiência rica com seus pais. 

Principais desafios para ser fiel

Tal qual às dinâmicas da vida humana, a vida de oração também possui altos e baixos. É comum que comecemos o ano com inúmeras metas e objetivos e com o passar do tempo vamos esmorecendo e caindo na infidelidade e na inconstância. 

Vale a pena lembrar que a constância é um atributo unicamente Divino. Só Deus é o constante, aquele que permanece imutável em meio a tudo que acontece. Uns mais outros menos, o caminho do ser humano na vida interior e de santidade será sempre um caminho de recomeço. 

“Santo não é aquele que nunca cai, mas aquele que recomeça sempre.”

São João Paulo II

Ter um planejamento espiritual é um instrumento forte contra as nossas infidelidades, pois nos motiva a caminhar, inclusive unidos em oração uns pelos outros. 

A oração também precisa estar atrelada à sua vida, seja nos momentos de Cruz ou de ressurreição. Há pessoas que só rezam na provação, enquanto há aquelas que só conseguem rezar quando tudo anda bem. 

Jesus nos ensina a rezar em todas as circunstâncias, pois nada nos separará do amor de Deus. Por isso, em meio aos desafios, os membros do Planejamento Espiritual são motivados a pedir oração aos demais irmãos e retomar o caminho de onde parou, sempre. 

O reconhecimento dos pecados e a retomada da caminhada são indispensáveis para viver a fidelidade. Ser fiel não é cumprir as práticas irrepreensivelmente, mas ter a confiança de que, mesmo nas nossas fraquezas e limites, Deus nos ama e nos quer na sua Presença. 

Mais do que orações, uma vida de oração

Algo que precisa ficar claro é que o Planejamento espiritual não é um manual de orações, mas um instrumento de transformação de vida. Os santos e a tradição da Igreja nos revelam que o Senhor não quer de nós palavras abundantes, mas uma vida imersa na sua Presença. 

O ritmo da vida de quem faz o Planejamento Espiritual deixa de ser o ativismo e passa a ser a confiança e o abandono à Providência Divina que cuida dos seus amados, mesmo enquanto dormem (Sl 126, 2). 

Não é a quantidade de Rosários que determinará o derramamento da graça sobre sua vida, mas a busca de amar a Deus em todas as situações, reconhecendo-O como Senhor e Rei de sua vida. 

Onde encontro o Planejamento Espiritual

Anualmente, o Planejamento Espiritual entra em vigor sempre no último trimestre do ano, já em preparação para o ano seguinte. Com ampla divulgação no site, nas redes sociais e nos eventos por onde Irmã Zélia passa. 

O livro está sempre disponível na loja da Copiosa Redenção podendo ser facilmente adquirido, sendo enviado para a residência dos interessados. 

Toda a renda arrecadada com a venda do curso e dos livros do Planejamento Espiritual é destinada às obras de evangelização e recuperação de dependentes químicos nas comunidades da Copiosa Redenção. Atualmente, são 6 casas de recuperação e inúmeros eventos e meios de anúncio do Evangelho promovido pela Congregação. 

Acesse agora mesmo nossa Loja e encontre esse e outros produtos que podem colaborar com sua espiritualidade. 

Comunidade Terapêutica enfrenta desafios após inundações no RS

A Comunidade Terapêutica Marta e Maria está localizada em Porto Alegre desde 1995, e encontra-se em uma situação desafiadora após as recentes inundações que assolaram o Rio Grande do Sul. A Irmã Elaine Cristina, responsável pela casa, relata os momentos de crise e a Providência Divina que têm sustentado a instituição durante esse período difícil.

“Estamos ainda no meio de uma grande crise aqui no Rio Grande do Sul. Um colapso geral e Deus foi muito providente conosco, muito cuidadoso. Conseguimos evacuar de nossa casa com segurança no domingo (05) pela manhã com a ajuda de voluntários”, compartilha a irmã Elaine.

Após a evacuação, a Comunidade encontrou apoio inesperado da Pacto Adolescentes, uma instituição que encerrou suas atividades recentemente. “Eles encerraram as atividades e a casa estava fechada, mas toda mobiliada com toda a estrutura montada. Foi uma Divina Providência eles nos oferecerem bem no momento de crise. Tínhamos uma outra pessoa nos oferecendo ajuda também, porém era em outra cidade”, explica.

Atualmente, a Comunidade Terapêutica Marta e Maria está abrigada nesse espaço providencial, juntamente com as acolhidas e voluntários que se uniram em solidariedade. “Hoje nós estamos aqui numa estrutura com quatro irmãs e 13 acolhidas”, relata a irmã Elaine. Além das acolhidas, a comunidade acolheu também a família da cozinheira da Comunidade Terapêutica, Dona Cecília, que se uniu a eles em meio à crise.

Alimentar a Esperança

A fé tem sido uma fonte de força neste momento desafiador. “Graças a Deus do lado tem uma capela dedicada à Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, que faz parte da Paróquia São José. Fizemos contato com o padre e pedimos a chave para a gente poder também nos fortalecer espiritualmente em adoração ao Santíssimo presente no Sacrário”, compartilha a Irmã Elaine.

No entanto, a situação continua crítica, com escassez de recursos básicos. “Hoje tá sendo um dia mais estressante. Já de manhã, estamos sem água”, lamenta ela. “O prefeito já havia avisado ontem na TV que nós passaríamos alguns dias mais difíceis sem água e em alguns lugares sem energia.”

Apesar das dificuldades, a solidariedade da comunidade tem sido notável. “Muitas pessoas estão contribuindo financeiramente e é isso que tem nos sustentado nesse momento, ainda não conseguimos receber doações físicas, porque o nível da água ainda não baixou e não sabemos ao certo o que teremos que repor materialmente”, destaca a irmã Elaine que acredita que os dois carros da instituição terão danos irreversíveis.

Enquanto aguardam o recuo das águas para avaliar os danos, a comunidade permanece unida e confiante, enfrentando os desafios com resiliência e fé.

Para ajudar: INSERIR O PIX E A CONTA AQUI. O MELHOR SERIA UM CARD.

A importância do perdão para a saúde mental

Com este post, encerramos a série de conteúdos sobre o perdão. E nada melhor do que fecharmos com chave de ouro, unindo perdão à saúde mental! A relação entre esses dois aspectos fundamentais da vida humana é profunda e muitas vezes ignorada.

Perdoar, embora seja um ato pessoal e desafiador, desempenha um papel significativo na promoção da saúde mental e no processo de cura emocional. E devido a correria da vida e da missão pastoral, muitos acabam negligenciando o ato de perdoar até que sua ausência reflete na mente e no corpo.

Mas preparamos um conteúdo que nos ajudará a refletir e ao mesmo tempo colocar em prática ações que nos ajudarão a cuidar da mente a partir do perdão. Confira!

O que significa saúde mental?

Esse conceito é óbvio, porém vale a pena relembrar. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde): saúde mental é a síntese da totalidade do bem-estar de uma pessoa envolvendo seus diversos aspectos: físico, biológico, afetivo, social, econômico, ambiental, intelectual, cultural, moral. 

Como nos ensina a Doutrina da Igreja Católica, o ser humano é uma unidade – mente, corpo e alma. E por causa dessa unidade que se manifesta no dinamismo do íntimo do ser, todas as dimensões se conectam, se ligam e se expressam através do corpo.

Portanto, o cuidado com a saúde mental é indispensável! Disso depende a qualidade da nossa vida: nossos pensamentos, preocupações, hierarquia de valores, escolhas, relacionamento com os outros, estilo de vida, virtudes e atitudes diante dos desafios. 

Por isso o ditado popular está correto “quando a mente não pensa, o corpo padece”, ou seja, quando a mente está doente, estamos em estado de enfermidade. E isso não é a vontade de Deus para a humanidade, muitos menos para nós, seus filhos.

Fatores que afetam a saúde mental

O ser humano é filho do tempo em que vive e das relações que estabelece. Por mais que a gente não deseje que os problemas nos afetem, isso é inevitável porque não temos o controle sobre as situações da vida, sem contar que vivemos sob fortes tensões, exigências, padrões estabelecidos, violência, carências diversas etc.

Há ainda outros fatores sociais, culturais e modernos que influenciam positiva ou negativamente em nosso jeito de agir, pensar e responder às demandas da vida. Tudo isso reflete na saúde mental. Mas somos mais que as circunstâncias que nos envolvem. 

Viktor Frankl, médico psiquiatra, observando as atitudes dos prisioneiros no campo de concentração de Auschwitz, durante a Segunda Guerra Mundial, viu que a maioria entrava com as mesmas condições físicas, mas o processo de definhamento era muito diferente entre eles. 

Ele concluiu, então, que tudo dependia da “preservação mental” e da capacidade de dar sentido à própria vida naquela situação. A saúde mental, portanto, está intimamente relacionada à nossa capacidade de dar sentido para as nossas experiências, ou seja, para tudo aquilo que fazemos, sofremos, buscamos, temos e sonhamos. 

Como o perdão influencia no bem-estar mental

Falemos agora sobre o perdão e sua contribuição para a saúde mental. Não há como definir o perdão, mas podemos caracterizá-lo: perdoar envolve a liberação de ressentimentos; é um processo muitas vezes longo; uma decisão em benefício de si e do outro etc.

Perdoar, todavia, não significa aprovar ou esquecer o que aconteceu, mas sim libertar-se do peso emocional que esses sentimentos negativos causam. Ao perdoar alguém, por exemplo, não significa absolver a pessoa de suas ações, mas é uma maneira de a pessoa não ficar presa a situações, raivas, tormentos que prejudicam a saúde mental.

Por outro lado, a pessoa que perdoa é sempre alguém ferido e ao mesmo tempo maduro e capaz de seguir com um novo olhar sobre si e sobre as situações que o envolvem. O perdão não é simples, mas é um ato poderoso de cura que resulta em uma profunda paz interior.

Mas quem opta pelo perdão e faz o caminho para alcançá-lo ganha na loteria sem ter jogado, ou seja, recebe um presente inesperado: a liberdade emocional, espiritual e relacional porque se abre para o outro e começa um processo de restauração na história pessoal.

Perdoar para alcançar a saúde da mente e do corpo

Sem dúvida, perdoar não é um ato tão simples; e aqui não falamos de faltas leves, mas de problemas que ferem a natureza humana, como traição, violência física ou verbal etc. Por isso perdoar, na maioria das situações, é um processo longo e árduo. 

Mas aqui entra a capacidade de escolher o caminho certo à luz da Palavra de Deus que fala sobre perdoar até alcançar a cura plena: setenta vezes sete. Por isso, pensando na sua saúde mental, reunimos algumas dicas que ajudam nesse processo:

  • O perdão é uma escolha pessoal e está mais relacionado à sua atitude do que às mudanças externas;
  • Não é necessário esquecer o que aconteceu, mas sim se desprender da humilhação constante que a situação provoca dentro de você;
  • Reflita sobre o valor do perdão e reze para alcançar essa graça, pois essas duas ações modificam os pensamentos e encaminham para a cura interior;
  • Reconheça os sintomas negativos ligados a experiências ruins, como raiva, vergonha e tristeza, mas busque repensar a situação para criar um novo caminho emocional;
  • Procure ajuda de alguém para conversar, de preferência uma pessoa que não tenha relação com a situação vivida a fim de não influenciar nos seus sentimentos.
  • Por fim, perdoar regula a produção do hormônio cortisol e evita respostas emocionais impulsivas e irritadas, afetando positivamente a saúde mental.

“Quem tem a vontade, tem a metade!” (provérbio popular)

Com esses conteúdos, encerramos a série sobre o perdão com votos de que a decisão de perdoar se fortaleça, torne-se um processo e chegue à conclusão no tempo de Deus! Caso faltem as forças no caminho, entregue-se à misericórdia de Deus e tente novamente!

Tempo pascal e perdão

Na Quinta-feira Santa pela manhã, quando as dioceses celebram com o bispo a Missa dos santos óleos, termina o tempo da Quaresma e, ao entardecer do mesmo dia, inicia-se o Tríduo Pascal. Com ele, começamos o Tempo Pascal, o período que celebramos fortemente a ressurreição do Senhor.

Mas o que o Tempo Pascal tem a ver com o perdão? Será que a Quaresma não é suficiente para trabalharmos esse tema em nossas vidas? Por que falar sobre o perdão durante as festas pascais? Encontre essas respostas neste post que preparamos. 

Qual o significado do Tempo Pascal?

O Tempo Pascal é um momento privilegiado! Ele nos lembra, durante cinquenta dias, que Jesus Ressuscitou, Ele é a razão de nossa vida, o conteúdo de toda nossa fé, o motivo pelo qual os sacramentos existem e a Igreja é incansável na evangelização!

Dessa forma, a cada domingo, somos conduzidos ao encontro do Senhor vivo e encaminhados para partirmos em missão com a força do Espírito Santo, que se derrama sobre nós em Pentecostes, momento litúrgico que encerra o Tempo Pascal.

É interessante observarmos a liturgia da Palavra neste tempo. Ela é única; os textos são tirados dos quatro Evangelhos, mostrando as aparições do Senhor aos seus discípulos. Essas passagens são lidas apenas no Tempo Pascal, por isso devemos acompanhar com atenção e renovarmos nossas forças junto ao Senhor ressuscitado.

Por fim, a vivência do Tempo Pascal nos impulsiona ao anúncio da boa-nova. Mas qual o conteúdo dessa novidade? O Filho de Deus, que resumiu sua mensagem em apenas dois mandamentos: amar a Deus e ao próximo como a si mesmo. Aqui encontramos o primeiro sinal de que a Páscoa é também a festa da reconciliação entre Deus e a humanidade.

Perdão e Tempo Pascal caminham juntos!

Dom Gil Antônio Moreira, Arcebispo Metropolitano de Juiz de Fora, explicou com clareza o motivo pelo qual o Tempo Pascal está tão ligado ao perdão: 

“Páscoa é festa do perdão de Deus a nós, que somos frágeis, mas reconhecemos humildemente nossas faltas e queremos ter oportunidade de recomeçar.

Páscoa é festa do perdão aos irmãos que nos ofenderam e querem se reconciliar conosco para tudo reiniciar, como se nada tivesse acontecido. E isto é possível, pois o Senhor nos ensinou que é preciso perdoar 70 vezes 7.

Páscoa é festa do amor que se instala num coração que sabe perdoar, mesmo quando alguém nos ofende e ainda não se mostra arrependido, pois Páscoa é a festa que germina na mente que não paga o mal com o mal, mas responde o mal com o bem.”

Ou seja, quem experimenta a ressurreição do Senhor em sua vida, sente-se totalmente amado, e quem é amado assim, transborda amor e perdão, duas graças derramadas sobre nós através da Páscoa do Senhor. Amor e perdão são sinais do Ressuscitado em nós.

Quem ama o Senhor, vive uma constante Páscoa

O Tempo Pascal é, portanto, a festa da reconciliação de Deus conosco! E ela acontece de forma concreta, não houve um desejo de Deus em nos amar e perdoar, ao contrário, Ele nos amou e nos perdoou totalmente através de sua paixão, morte e ressurreição.

Esse gesto do Senhor nos garante a nova vida, o novo caminho, a possibilidade de começarmos e recomeçarmos a partir do amor e do perdão, e o Evangelho nos mostra todos os exemplos de vida nova através dos inúmeros testemunhos relatados.

Então, como viver segundo o Tempo Pascal? Veja algumas dicas simples:

#1 Aceitando o amor de Deus em primeira pessoa, ou seja: Deus me amou e me ama. Essa verdade é motivo de alegria, força e ânimo para seguir. O amor do Senhor ressuscitado nos devolve a autoestima, cura nossa vida e nos liberta das escravidões.

#2 Oferecendo o amor de Deus ao outro: a partir do amor do Senhor ressuscitado em mim, sou capaz de amar, perdoar e deixar o outro livre! Não há ressurreição sem libertação plena, logo, o perdão vem como uma decisão consciente de que Deus é maior que toda ofensa que sofremos.

#3 Colocando-se a serviço: os apóstolos tornaram-se ministros da paz após as inúmeras vezes que o Senhor Ressuscitado apareceu para eles. Da mesma forma, à medida que tomamos consciência da presença viva do Senhor, vamos, também, nos tornando anunciadores da paz, transportes de alegria, instrumentos de Deus para a vida do outro.

Parecem simples essas dicas? Na verdade, elas estão presentes na vida de quem crê no ressuscitado. E ao mesmo tempo são sinais de quem acolheu o perdão de Deus na vida e é capaz de testemunhá-la para o outro.