Padre Wilton: um redentorista que fundou a Copiosa Redenção

Nascido em Batovi (atual Município de Tesouro), no Mato Grosso, no dia 27 de abril de 1956, Padre Wilton Moraes Lopes foi um sacerdote redentorista, que dedicou sua vida à evangelização e à promoção da fé. Desde cedo, sentiu o chamado de Deus para o sacerdócio, ingressando na Congregação do Santíssimo Redentor e emitindo os primeiros votos em 1977.

Após sua ordenação sacerdotal em 1983, Padre Wilton se dedicou a diversos ministérios, como pároco, missionário e formador de novos redentoristas.

A vivência do Padre Wilton na Congregação do Santíssimo Redentor 

Sua vocação redentorista foi profundamente marcada pelo carisma da congregação, que se caracteriza por três pilares:

  • A evangelização: Os redentoristas são missionários que anunciam a Boa Nova de Jesus Cristo a todos os povos, especialmente aos mais pobres e marginalizados. Mas, ao mesmo tempo que evangelizam, se permitem evangelizar por eles.
  • A devoção à Santíssima Virgem Maria: Os redentoristas têm um amor filial à Mãe de Deus, reconhecendo-a como Mãe da Redenção e intercessora junto ao seu Filho Jesus Cristo.
  • A vida comunitária: Os redentoristas vivem em comunidade, buscando juntos a santidade e o serviço ao Reino de Deus.

Além disso, Santo Afonso Maria de Ligório, expressou que todo redentorista deveria ser memória viva do Redentor. O que significa que deveria continuar, nos dias atuais, a realizar e tornar presente o mesmo agir do Santíssimo Redentor.

Esse desejo de Santo Afonso é expresso no lema escrito no selo da Congregação Redentorista: “Copiosa Apud Eum Redemptio” (Junto dele a Copiosa Redenção). Assim como Santo Afonso, Padre Wilton sabia que a redenção é a expressão do amor de Deus por nós e, por isso, para expressar a redenção no mundo, cada membro da Copiosa Redenção deve primeiramente ser experimentada de forma pessoal. Para Santo Afonso, essa via é a oração, para Padre Wilton também, mas especificamente na Adoração ao Santíssimo Sacramento.

De Redentorista a fundador de uma Congregação na vida da Igreja

Esses pilares do Carisma redentorista influenciaram diretamente o Carisma da Copiosa Redenção, comunidade fundada pelo Padre Wilton em 1989. Contudo, a Copiosa Redenção nasceu do desejo de Padre Wilton de realizar a vontade de Deus. Deixemos que ele mesmo nos relate com suas próprias palavras:

“O Carisma da Copiosa Redenção foi colocado por Deus em determinado momento da história, como luz que iluminou um aspecto da realidade humana, vivida na dor e no sofrimento por milhares de pessoas. Que realidade é essa? A triste situação de milhares de pessoas, dependentes das drogas, em processo de profunda destruição”.

Ele continua: “Naquele exato momento ouvi a voz do Senhor me chamando com clareza: ‘o trabalho que eu quero de você é este: a recuperação dos jovens dependentes, Eu os amo e é preciso que alguém anuncie e leve minha Redenção na vida deles’. Fiquei assustado, pois nunca me senti com talentos para trabalhar com jovens”.

A Adoração como centro do Carisma Copiosa Redenção

A Copiosa Redenção também se caracteriza pelo amor ao Santíssimo Sacramento. Contudo, a Adoração não é apenas uma devoção no Carisma Copiosa Redenção, mas é o centro da vida religiosa de seus membros. 

Logo, ao redigir o Carisma da Comunidade, Padre Wilton determinou: “Se um dia deixarem a adoração de lado, a Congregação deixará de existir, perderá a força do Carisma”.

Além disso, escreveu: “Não deixo equívocos sobre este ponto. Às vezes querem interpretar o que o fundador quis dizer – não há interpretações aqui. É bem claro, adorar é trazer diante de Cristo, presente no Santíssimo, a juventude dependente de drogas e trabalhar pela recuperação da mesma. Adorar e trabalhar, orar e agir, duas metas que se encontram no coração do Senhor, fonte de toda Redenção”.

Padre Wilton ainda explicou: “A Adoração deve nos fazer sempre lembrar de que a Obra da Copiosa Redenção nasceu diante do Santíssimo Sacramento. Adorando, estamos testemunhando isso ao mundo e, em segundo lugar, adorando, estamos agradecendo a Jesus pela Copiosa Redenção que é um Presente brotado do Coração d’Ele.”

Alguns dos principais feitos de Padre Wilton

  • Fundou o Instituto Secular, em 1987;
  • Iniciou as atividades de recuperação dos dependentes químicos em 1988;
  • Fundou a Congregação das Irmãs da Copiosa Redenção Filhas de Maria Mãe da Divina Graça, em 1989;
  • Em 1997 fundou os Irmãos da Copiosa Redenção;
  • Escreveu diversos livros sobre fé e espiritualidade;
  • Pregou retiros por todo o Brasil e fez inúmeros atendimentos ao povo de Deus;
  • Foi considerado um grande pregador falando muito do amor pela cruz;
  • Tinha grande devoção, respeito e amor pelas almas do purgatório, por isso toda segunda-feira às 06h ele celebrava a Santa Missa em intercessão pelas almas.

A frágil saúde de Padre Wilton

O sacerdote lutava a anos com alguns problemas de saúde. Aliás, desde muito jovem lutava contra a diabetes tipo 1. Contudo, a doença agravou o seu quadro clínico em 2015, quando precisou ser internado às pressas pelo risco de uma parada dos rins.

Em 2017, sofreu o primeiro Acidente Vascular Cerebral (AVC), que comprometeu a sua fala. E naquele mesmo ano, ele sofreu ainda mais dois AVCs. Em 2018, devido a uma queda, precisou operar às pressas e colocar uma prótese no fêmur. E desde então precisou se locomover usando cadeira de rodas, pois não se sentia seguro para andar.

Logo, o ano seguinte (2019) não foi nada fácil para Padre Wilton. Ele teve duas embolias pulmonares e exames demonstraram que ele teve inúmeros micros AVCs. E com o início da Pandemia da Covid-19, Padre Wilton passou a viver recluso na Casa Geral, com pouquíssimas visitas e poucas saídas. Nesse tempo, seu quadro de saúde ficou estabilizado.

Porém, em janeiro de 2023 ele profetizou a algumas Irmãs que um tempo de profunda purificação na Congregação começaria. Mas essa purificação seria sofrida na sua própria carne. Em seguida, sua saúde começou a ficar cada vez mais debilitada. E de fato 2023 foi um ano de muitos dias de internamento.

A páscoa definitiva do Padre Wilton

Em janeiro de 2024, Padre Wilton passou dias hospitalizado na UTI até que no dia 29 de fevereiro os médicos sinalizaram que não havia mais recursos, pois os antibióticos já não faziam mais efeito devido a infecção pulmonar.

Contudo, os seus últimos dias foram de muitas visitas de amigos e membros da família Copiosa Redenção. E apesar de sua profunda agonia, santas missas foram celebradas no seu quarto para que ele recebesse Jesus Eucarísticos todos os dias. Além disso, um dia antes do seu falecimento, houve até mesmo um momento de Adoração a Jesus Eucarístico no seu quarto.

E foi com o coração entristecido, mas reconfortado pela certeza da vida eterna na glória de Deus, que a família Copiosa Redenção recebeu a notícia da páscoa definitiva do Padre Wilton. O sacerdote faleceu em 4 de março de 2024, aos 67 anos, deixando um legado de fé, amor e serviço ao próximo.

Entretanto, sua obra continua viva na Copiosa Redenção e continuará dando muitos frutos na vida da Igreja. A Congregação hoje conta com centenas de membros em todo o Brasil e na Itália.

Assim, a história de Padre Wilton e da Copiosa Redenção são um exemplo de como o carisma da adoração a Jesus Eucarístico e do serviço ao próximo podem ser vividos de forma fecunda e missionária na Igreja. Sua vida e obra inspiram milhares de pessoas a amar a cruz. Além disso, destacam a importância do silêncio interior e da perseverança. Ele dizia: “Não me ajoelho diante da santidade de ninguém, mas daqueles que perseverarem até o fim”.

Você tem um testemunho sobre o Padre Wilton para contar? Então deixe seu depoimento AQUI!

O que é o Jubileu da Esperança 2025 e qual seu significado para os católicos?

O que é o Jubileu da Esperança 2025 e qual seu significado para os católicos?

O Jubileu da Esperança 2025 se apresenta, por meio da fé, como tempo de graça e como um chamado à peregrinação espiritual e física. É o Ano Santo especialmente proclamado pelo Papa Francisco. É tempo de renovação espiritual para a Igreja Católica e para todos os que buscam a Deus. Portanto, com o tema “Peregrinos de Esperança”, este Jubileu nos convida a redescobrir a força da esperança em um mundo marcado por desafios e incertezas.

Como um farol que brilha em meio às tempestades da vida, o Jubileu da Esperança 2025 surge como um período sagrado de esperança, de conversão e de reencontro com Deus. Os corações se abrem para acolher a misericórdia divina, e os passos dos fiéis se voltam em direção às portas da Igreja, sinal da acolhida do Pai Celestial.

Neste blogpost, saiba em detalhes o que é um Jubileu e como o Jubileu da Esperança 2025 pode inspirar sua vida. Acompanhe a leitura até o fim! 

O que é um Jubileu para a Igreja Católica?

Na tradição da Igreja Católica, o Jubileu é um ano santo, período de celebração e de graças especiais, convocado pelo Papa para promover a conversão e oferecer abundantes indulgências aos fiéis.

Logo, um Jubileu, também conhecido como Ano Santo, é um período especial de graça e reconciliação. Sua origem remonta ao Antigo Testamento, quando, a cada 50 anos, era proclamado um ano jubilar entre os hebreus, tempo de libertação e restauração.

Celebrado ordinariamente a cada 25 anos, o Jubileu é um tempo para fortalecer a fé, buscar o perdão dos pecados e renovar o compromisso de seguir a Cristo. É um convite à conversão, à penitência e à prática da caridade.

Na Igreja Católica, o primeiro Jubileu foi instituído pelo Papa Bonifácio VIII em 1300 e desde então, acontece a cada 25 anos, salvo ocasiões extraordinárias. É o caso do Jubileu Extraordinário da Misericórdia, proclamado pelo Papa Francisco em 2015.

Ao longo da história, os jubileus foram ocasiões de profunda renovação espiritual. O Jubileu do Ano 2000, proclamado por São João Paulo II, celebrou a entrada do cristianismo no terceiro milênio, reforçando a esperança na redenção de Cristo. Já o Jubileu da Misericórdia (2015), destacou a importância das obras de misericórdia, do perdão e da compaixão divina.

Portanto, cada Jubileu é um marco na história da Igreja Católica, é tempo de renovação eclesial e de renovado ardor missionário.

Quer conhecer todos os Jubileus da história da Igreja Católica, quando aconteceu, quem o proclamou e sua motivação? Acesse AQUI!

O que motivou o Papa Francisco a instituir o Jubileu da Esperança 2025?

O Papa Francisco convocou o Jubileu da Esperança 2025 para nos lembrar que, mesmo em tempos de tribulação, a esperança em Cristo não decepciona (Rm 5,5).

Somos uma sociedade que há anos vive tempos marcados por crises sociais e sanitárias, por conflitos, desigualdades e desafios.

Por isso, o Santo Padre nos convida a redescobrir a esperança que brota do Evangelho como força que impulsiona a vida cristã e nos motiva a testemunhar a mesma Esperança, com alegria e coragem.

A Bula de Proclamação do Jubileu, intitulada Spes non confundit (A esperança não decepciona – Rm 5,5), reforça o chamado à reconciliação e à oração.

Logo, o Papa Francisco deseja que este seja um tempo de reavivamento da fé, com um apelo à paz, ao diálogo e à fraternidade entre os povos.

Então, que tal aproveitar para ler a Bula de Proclamação do Jubileu Ordinário do ano 2025, Spes non confundit, em português!

A Esperança: Raiz Divina

A palavra esperança tem sua origem no latim “sperare“, que significa “esperar com confiança”. No hebraico, o termo equivalente (tiqvah) está relacionado à expectativa e à corda, simbolizando a segurança e a firmeza que a esperança nos proporciona.

Mas é a Bíblia que nos revela a profundidade da esperança em nossa relação com Deus. Ela não é apenas um sentimento, mas uma virtude teologal, um dom divino que nos permite esperar com confiança nas promessas de Deus.

  • Hebreus 11,1: “A fé é o fundamento da esperança, é uma certeza a respeito do que não se vê”.
  • Romanos 15,13: “O Deus da esperança vos en­cha de toda a alegria e de toda a paz na vossa fé, para que pela virtude do Espírito Santo transbordeis de esperança!”.
  • Jeremias 29,11: “Bem conheço os desígnios que mantenho para convosco – oráculo do Senhor –, desígnios de prosperidade e não de calamidade, de vos garantir um futuro e uma esperança”.  

Portanto, a esperança é fundamental em nossa jornada de fé. Ela nos permite:

Confiar em Deus: Acreditar que Deus está presente em nossa vida e que Ele cumprirá suas promessas.

Superar desafios: Enfrentar as dificuldades com coragem, sabendo que Deus está conosco.

Viver com alegria: Experimentar a paz e a alegria que vem da certeza do amor de Deus.

Amar ao próximo: Compartilhar a esperança com os outros, sendo sinais do amor de Deus no mundo.

Qual o significado do Jubileu da Esperança 2025 para as nossas vidas?

O Jubileu da Esperança 2025 teve início oficialmente em 24 de dezembro de 2024, com a abertura da Porta Santa da Basílica de São Pedro. O rito da abertura, realizado pelo Papa Francisco, é o convite para atravessar a porta da misericórdia e renovar nossa relação com Deus. O Jubileu estende-se por todo o ano de 2025 e encerra-se no dia 6 de janeiro de 2026.

Contudo, seu significado transcende o tempo: é um convite às pessoas de boa vontade para cultivarem um coração cheio de esperança, se renovarem no amor de Cristo e levarem a luz da fé a um mundo muitas vezes obscurecido pela desesperança.

Portanto, o Jubileu da Esperança 2025 é um tempo de profunda oportunidade para cada um de nós, é o convite pessoal à transformação e ao crescimento espiritual, que nos chama a:

1. Renovar a Esperança

Em tempos desafiadores, nossa esperança pode enfraquecer. Por isso, o Jubileu nos convida a reacender essa chama, a redescobrir a força que reside em nossa fé e na certeza do amor de Deus. E é um tempo para:

  • Aprofundar a fé: Buscar momentos de oração, de reflexão e de estudo da Palavra de Deus.
  • Fortalecer a confiança: Acreditar na presença e no amor de Deus, que nos acompanha em cada passo de nossa vida. Mesmo quando nos sentimos abandonados, Deus está ao nosso lado, colhendo nossas lágrimas e cuidando das feridas de nossa alma.
  • Cultivar a alegria: Celebrar a vida, os dons que recebemos e a esperança de um futuro melhor.

2. Buscar a Reconciliação

O Jubileu da Esperança 2025 é um tempo de reconciliação, consigo mesmo, com o próximo e com Deus. Desse modo, é um convite a:

  • Perdoar e pedir perdão: Abrir o coração para o perdão, liberando ressentimentos e buscando a paz interior.
  • Reconciliar relacionamentos: Restaurar laços com familiares, amigos e comunidades, construindo pontes de amor, compreensão, empatia e misericórdia.
  • Confessar os pecados: Buscar o sacramento da confissão, reconhecendo-se pecador e necessitado da misericórdia de Deus. Ao se preparar para a confissão, além de identificar seus pecados, é importante identificar suas fragilidades e reconhecer que necessita da graça do perdão. E ao buscar o sacramento da confissão, abra seu coração para receber o perdão e o abraço misericordioso de Deus.

3. Praticar a Caridade

O Jubileu nos chama a viver a caridade, a amar e a servir o próximo como Cristo nos ensinou. É um tempo para:

  • Olhar para o próximo: Enxergar as necessidades dos irmãos, especialmente os mais vulneráveis.

Servir com amor: Dedicar tempo, talentos e recursos para ajudar quem precisa. Nesse sentido, você pode ajudar instituições de caridade, como orfanatos, casas de repouso para idosos e comunidades terapêuticas.

Leia também: 3 motivos para se tornar um Amigo da Redenção

4. Peregrinar na Fé

A peregrinação, símbolo do Jubileu da Esperança 2025, representa a nossa jornada de fé. É um convite a:

  • Caminhar com Deus: Seguir os passos de Cristo, buscando conhecimento de seus ensinamentos e intimidade com Ele.
  • Ir ao encontro do outro: Compartilhar a fé com os irmãos, aprendendo e crescendo juntos.
  • Testemunhar a esperança: Levar a mensagem de amor e esperança a todos os que encontramos.

Como alcançar indulgências no Jubileu da Esperança 2025?

O Jubileu oferece aos católicos a oportunidade de receber indulgências plenárias, que são a remissão da pena temporal devida pelos pecados já perdoados.

Contudo, para alcançar essa graça tão especial, é necessário cumprir algumas condições. E são elas:

  • Peregrinação a Roma ou a um dos muitos Santuários determinados como pontos de peregrinação; para cada diocese no Brasil foram escolhidos diversos Santuários. Informe-se na sua paróquia quais são eles para identificar qual o mais próximo a você.
  • Buscar a confissão sacramental;
  • Participar da Santa Missa no Santuário escolhido para a peregrinação e receber a Eucaristia;
  • E ainda nesta Igreja, rezar pelo Papa Francisco e por suas intenções de oração.

Além disso, o Jubileu da Esperança 2025 é um tempo propício para aprofundar a fé, fortalecer os laços com a comunidade e testemunhar o amor de Deus no mundo.

E as indulgências podem ser aplicadas também às almas do purgatório, tornando-se um grande ato de caridade cristã.

Contudo, cabe aqui ainda esclarecer que peregrinar não se resume a um deslocamento físico, mas também é jornada interior. Somos Peregrinos de Esperança, chamados a caminhar rumo à eternidade, confiantes na bondade divina.

E a esperança é o fio dourado que une a fé e a caridade. Portanto, no contexto do Jubileu, ela se torna a chama que ilumina a caminhada do cristão. Ter esperança é confiar nas promessas de Deus, mesmo quando o horizonte parece nublado.

Enfim, o Jubileu da Esperança 2025 é um presente celestial, uma chance para recomeçar.

Portanto, faça sua peregrinação com o coração disposto a espalhar a esperança que não decepciona. E avance com confiança, pois Cristo nosso Redentor, nos guia e nos fortalece, ontem, hoje e sempre.

Como ser fiel ao seu Planejamento Espiritual

O Planejamento Espiritual da Irmã Zélia, religiosa da Copiosa Redenção, pode ser um forte aliado para a sua união e intimidade com Deus. Certamente é isso o que você procura, não é mesmo?!

Contudo, sabemos bem que não basta adquirir o Planejamento Espiritual, rezar alguns dias com ele e de repente esquecê-lo numa gaveta qualquer. É preciso manter-se perseverante porque é o esforço pessoal e a entrega à oração que vão transformar a sua vida e a sua relação com o Senhor.

Mas nós também queremos te ajudar neste caminho, por isso trazemos algumas dicas de como se manter fiel ao seu Planejamento Espiritual. Contudo, antes disso, vamos refletir um pouco sobre a força da oração!

Planejamento Espiritual: um instrumento de oração

O Catecismo ensina que “a oração é a vida do coração novo”, ou seja, daquele que experimentou o amor de Jesus e deseja ser transformado por Ele. E que a oração “deve animar-nos a todo o momento” (Catecismo, 2697).

Orar é falar com Deus! Sim, a oração é uma conversa entre dois amigos, é um “apelo recíproco entre Deus e o homem” (CIC § 2591) e, mais que isso, “é o encontro entre a sede de Deus e a nossa” (CIC §2560).

Logo, a oração nos aproxima de Deus, e é justamente aí que está a sua importância para a nossa vida e espiritualidade. E neste diálogo íntimo com o Senhor, podemos contar tudo a Ele, as nossas dificuldades, as nossas tristezas, as nossas dores, mas também as nossas alegrias. Afinal, como diz a Palavra de Deus: “Em tudo dai graças ao Senhor” (1Ts 5,16-18).

Neste sentido, Santa Teresinha do Menino Jesus já dizia: “Para mim, a oração é um impulso do coração, é um simples olhar lançado para o céu, é um grito de gratidão e de amor, tanto no meio da tribulação como no meio da alegria”.

Além disso, a oração nos fortalece e nos ajuda a enfrentar as batalhas espirituais e os desafios da vida. E quando se trata de batalhas, todos nós enfrentamos uma a todo momento, não é mesmo? Mais um motivo para não relaxarmos com o Planejamento Espiritual, certo?! Sem contar que a Bíblia também diz que “a oração do justo tem grande eficácia” (Tiago 5,16). 

Dicas para ser fiel ao seu Planejamento Espiritual

Agora que já meditamos sobre o valor e a importância da oração, passamos às dicas práticas que ajudarão na fidelidade ao seu Planejamento Espiritual.

Portanto, tome nota e mantenha-se perseverante!

Dica 1: Peça o auxílio do Espírito Santo

É o Espírito Santo que nos conduz ao Pai e é Dele que recebemos os dons divinos: Sabedoria, Entendimento, Conselho, Fortaleza, Ciência, Piedade e Temor de Deus. Além dos frutos de “amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, lealdade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5, 22-23).

É também o Espírito Santo que nos dá disposição para reconhecer Jesus como o Nosso Rei e Senhor, e que fecunda em nós uma vida santa.

Por outro lado, sem o Espírito Santo facilmente vacilamos e nos tornamos como um copo sem água: seco, sem nada a oferecer a nós mesmos, aos outros e a Deus.

Portanto, para perseverar no Planejamento Espiritual, peça sempre a ajuda do Espírito Santo.

Dica 2: Peça a Deus a graça da humildade para seguir o Planejamento Espiritual

O Catecismo nos diz: “A humildade é o fundamento da oração” (Catecismo, 2559). Sendo assim, para conseguir se manter perseverante, é preciso se despir do orgulho e da vontade própria. As palavras devem brotar das profundezas do coração. “Das profundezas a ti clamo, ó Senhor” (Salmo 130).

O Catecismo também diz: “A oração cristã é uma relação de aliança entre Deus e o homem em Cristo. É ação de Deus e do homem; jorra do Espírito Santo e de nós, toda orientada para o Pai, em união com a vontade humana do Filho de Deus feito homem” (Catecismo, 2564).

Dica 3: Defina um local para orar com o Planejamento Espiritual

O Planejamento Espiritual exige comprometimento e, quando nos comprometemos com algo ou alguém, não podemos fazer de qualquer jeito.

Logo, nada de rezar no ônibus, no carro ou onde der. Reze no seu oratório, em casa, e se não tiver um, estabeleça um local da sua casa para ser o seu cantinho de oração.

Mas rezar no ônibus não é válido? Claro que é, mas aqui estamos falando do Planejamento Espiritual e não de uma oração rápida. Uma comparação: a oração rápida é um lanchinho que sacia brevemente, enquanto a oração com o Planejamento Espiritual é uma refeição completa e nutritiva que dá vivacidade à alma. Deu para entender a diferença?

Dica 3: Estabeleça um horário fixo para o Planejamento Espiritual

Para se manter perseverante, é preciso organização. Além disso, você precisa entender que a oração deve fazer parte das tuas prioridades.

Então, defina um horário fixo para você rezar com o Planejamento Espiritual todos os dias. Mas por que fixo, não pode variar? O ideal é que isso não aconteça. Quem nunca se confundiu com os dias da semana? Hoje é terça ou quarta-feira? Então, o que pode acontecer, é: hoje devo rezar em qual horário mesmo, é de manhã ou à noite?

Claro que pode haver exceções devido a imprevistos. Então, nestes casos, procure fazer o seu momento com o Planejamento Espiritual no horário possível, mas no dia seguinte volte a cumprir o horário reservado para isso. Assim fica mais fácil se manter fiel.

Dica 4: Não dê espaço para a falta de vontade

Não é porque desejamos ser fiéis na oração e que compreendemos o seu valor e importância que todos os dias vamos nos sentir dispostos a orar.

É muito comum que o desejo pela oração desapareça do nosso interior, e isso é uma luta espiritual. Contudo, essa luta só pode ser vencida justamente com a oração.

Então, não dê espaço para a preguiça e a falta de vontade e diga a ela que você é mais forte!

Dica 5: Ao fazer seu Planejamento Espiritual, determine um propósito

Não devemos orar por orar, ou então rezar somente porque estamos enfrentando um problema, seja de saúde, financeiro ou por qualquer outro motivo. Se for assim, logo que a solução estiver resolvida tendemos a relaxar e acabar deixando de lado o Planejamento Espiritual.

Portanto, claro que você pode colocar intenções para as tuas orações diárias, mas defina também um propósito. Um propósito é algo que se busca alcançar, e o propósito de todo cristão deve ser a santidade. Mas obviamente você pode determinar outros propósitos também, por exemplo, saber imitar as virtudes de Nossa Senhora.

Enfim, também aqui você pode, e deve, pedir o auxílio do Espírito Santo. Afinal, Ele conhece os desejos de Deus para você e pode ajudar tanto a definir quais devem ser os seus propósitos quanto a alcançá-los.

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O Planejamento Espiritual é um livro de orações para cada mês do ano a fim de ajudar os católicos a determinarem metas e propósitos para sua vida espiritual, desejando o desenvolvimento e o amadurecimento da fé.

Trata-se de um método desenvolvido pela Irmã Zélia, inicialmente para si mesma, mas depois, por inspiração de Deus, ela resolveu compartilhar com todos.

O Planejamento Espiritual 2025 já foi lançado e já está sendo vendido. Ainda não comprou o seu? Clique no banner e adquira o seu!

Conversão de São Paulo: um chamado para todos nós!

No dia 25 de janeiro, a Igreja celebra a Festa da Conversão de São Paulo, um evento marcante no calendário litúrgico que nos convida a refletir sobre o poder transformador do encontro pessoal com Cristo.

Logo, esta data relembra um dos episódios mais extraordinários da história do cristianismo: a transformação de Saulo, de perseguidor dos cristãos a apóstolo das nações.

E desse modo a Conversão de São Paulo é um convite para revisitarmos nossa própria caminhada de fé e nos abrirmos à graça divina que pode transformar nosso coração e nossa vida.

A Conversão de São Paulo: uma transformação radical

A história da Conversão de São Paulo é relatada nos Atos dos Apóstolos (At 9,1-19). Saulo, um fariseu zeloso, estava a caminho de Damasco para prender cristãos quando foi envolvido por uma luz resplandecente. E assim ele caiu por terra e ouviu uma voz que dizia: “Saulo, Saulo, por que me persegues?”

Ao perguntar quem falava, recebeu a resposta: “Eu sou Jesus, a Quem tu persegues”. Esse encontro mudou completamente a vida de Saulo. De perseguidor fervoroso, ele se tornou o grande evangelizador Paulo, dedicando sua vida a anunciar o Cristo.

Portanto, este evento é um exemplo poderoso do que a graça divina pode realizar. Paulo não apenas mudou de nome, mas de coração, recebendo um novo propósito de vida. A Conversão de São Paulo nos ensina que nenhum de nós está além do alcance do amor, da misericórdia e do perdão de Deus.

O significado da Conversão de São Paulo para nós

Assim como Paulo teve seu encontro pessoal com Cristo, todos somos chamados a uma conversão constante.

A fé cristã não é apenas uma adesão intelectual, mas um processo de transformação interior que nos alinha à vontade de Deus. Portanto, a Conversão de São Paulo nos desafia a perguntar: estamos dispostos a deixar que Cristo transforme nossa vida?

Paulo reconheceu que sua missão vinha de Deus. Ele entendeu que sua vida, antes marcada pela violência e pela perseguição, agora deveria ser dedicada a espalhar a mensagem de Jesus.

Da mesma forma, Deus tem um propósito para cada um de nós. E discernir este chamado exige oração, escuta e coragem para seguir o caminho que Ele nos aponta.

Práticas para viver nossa conversão diária à exemplo da Conversão de São Paulo

A Conversão de São Paulo nos inspira a buscar uma vida alinhada ao Evangelho. Portanto, aqui estão algumas práticas para cultivar essa conversão em nossa rotina:

  1. Oração de Entrega: Reze pedindo a intercessão de São Paulo para reconhecer e seguir o chamado de Deus. Um exemplo de oração pode ser: “São Paulo, apóstolo das nações, ajuda-me a abrir meu coração ao encontro com Cristo e a responder com fidelidade ao Seu chamado.”
  2. Lectio Divina: Medite sobre a história da Conversão de São Paulo em Atos 9,1-19. Pergunte-se: como Deus está me chamando a transformar minha vida?
  3. Exame de Consciência: Reserve um momento no final do dia para refletir sobre suas escolhas e atitudes. Pergunte-se: Estou vivendo de acordo com o Evangelho? O que posso mudar para estar mais alinhado à vontade de Deus?
  4. Práticas de Caridade: A conversão não é apenas interior, mas também se manifesta em nossas ações. Assim como Paulo dedicou sua vida ao próximo, busque formas de servir: visite um doente, ajude os necessitados ou ofereça seu tempo a uma causa na comunidade.
  5. Participação na Comunidade: Envolva-se em sua paróquia ou grupo de oração. A caminhada cristã é fortalecida pela partilha da fé com os outros.

Um convite à nossa própria conversão

A Festa da Conversão de São Paulo nos recorda que a transformação é possível para todos. Não importa nosso passado ou nossas limitações, Deus sempre nos chama a algo maior.

Como Paulo, somos convidados a deixar que a luz de Cristo ilumine nosso caminho e a responder com generosidade ao Seu chamado.

Portanto, ao celebrarmos esta data, peçamos a intercessão de São Paulo para que possamos reconhecer o chamado de Deus em nossa vida e viver nossa própria conversão com coragem e esperança.

Que a história de Saulo, transformado em Paulo, inspire cada um de nós a sermos testemunhas vivas do amor e da graça de Deus no mundo.

Responda ao chamado de Deus com um coração disposto e deixe que Ele transforme sua vida, assim como transformou a de Paulo. Hoje é o dia de seu encontro com Cristo. Aceite o convite e permita que sua história também seja reescrita pela graça divina!

São Paulo, rogai por nós e por nossa conversão!

2025, um ano Jubilar: Peregrinos de Esperança! 

O Jubileu 2025, com o tema “Peregrinos da Esperança”, é um convite divino para uma jornada de fé, renovação e reconciliação. Convocado pelo Papa Francisco, este ano especial começou em 24 de dezembro de 2024, com a abertura da Porta Santa na Basílica de São Pedro, um gesto que simboliza a entrada no tempo da graça e da misericórdia abundante de Deus.

Logo, para os cristãos, o Jubileu 2025 é um momento único de transformação espiritual, celebração comunitária e ações concretas de amor.

O significado do Jubileu 2025

Na tradição da Igreja, o ano jubilar remonta ao Antigo Testamento, um tempo dedicado ao descanso, ao perdão das dívidas do pecado e à libertação.

Portanto, no contexto cristão, o Jubileu é uma celebração extraordinária que renova em nossos corações a certeza do amor de Deus e o chamado à conversão.

O Papa Francisco nos recorda que este ano deve ser vivido como um “itinerário de esperança”, especialmente diante dos desafios do mundo moderno, marcados por conflitos, incertezas e desigualdades.

O tema “Peregrinos da Esperança” nos convida a caminhar como Igreja, juntos e confiantes, guiados pela luz de Cristo.

Contudo, a esperança não é um mero otimismo, mas a firme confiança de que Deus age em nossa história, transformando o sofrimento em redenção e a morte em vida.

Peregrinação: uma jornada de fé

O Jubileu 2025 nos chama a sermos peregrinos, tanto no sentido físico quanto espiritual.

Contudo, participar de uma peregrinação neste ano é mais do que viajar a um lugar sagrado: é um gesto de humildade e busca interior. Desse modo, seja visitando Roma, cruzando a Porta Santa, ou participando de celebrações jubilares em sua diocese, cada passo é uma expressão de fé e desejo de renovação.

E as indulgências especiais, concedidas durante o ano jubilar, são um convite à reconciliação. Através da confissão, da participação na Eucaristia, da oração pelo Papa e do compromisso com atos de caridade, os fiéis podem experimentar o perdão completo dos pecados e a renovação da graça batismal.

Vivendo o Jubileu 2025 em Comunidade

Este ano não é apenas uma jornada individual, mas um tempo para fortalecer os laços comunitários. Na vivência do Jubileu 2025, somos chamados a:

  • Rezar em comunidade: Organize momentos de adoração, recitação do terço ou reflexões sobre a esperança.
  • Praticar a misericórdia: Realize ações de caridade, visite os doentes e os marginalizados, doe tempo e recursos para ajudar os mais necessitados.
  • Participar dos sacramentos: Reforce sua vida espiritual através da confissão frequente e da Sagrada Eucaristia.
  • Estudar e meditar: Leia os documentos da Igreja sobre os jubileus, reflita sobre a esperança e aprofunde sua fé em grupos de estudo. Aproveite para ler agora a Bula de Proclamação do Jubileu Ordinário do ano 2025 e a Carta do Papa Francisco sobre o Jubileu 2025.

O Papa Francisco sobre o Jubileu 2025

Na abertura do ano jubilar, o Papa Francisco nos exortou: “A esperança não desilude, porque está enraizada no amor de Deus. Que este ano seja um caminho de cura, de reconciliação e de comunhão para todos.”

Estas palavras ecoam o chamado de Deus para vivermos o Jubileu como uma oportunidade de renovação, confiando que Cristo caminha conosco como o peregrino que nos guia.

Um chamado à esperança e ao compromisso

O Jubileu 2025 é mais do que um evento: é um compromisso. Somos chamados a ser “peregrinos de esperança”, levando luz e reconciliação ao mundo.

Portanto, não importa se estamos em Roma, diante da Porta Santa, ou em nossas comunidades locais: cada gesto de oração, cada ato de amor e cada passo rumo à conversão pessoal nos une ao grande corpo da Igreja que caminha com Cristo.

Neste ano jubilar, deixemo-nos transformar pela graça divina, para que sejamos instrumentos da misericórdia e da esperança de Deus. Que o Jubileu 2025 inspire em nós uma fé viva, um amor generoso e uma esperança que ilumina.

Como Peregrinos de Esperança, sigamos juntos, confiantes na promessa do Senhor de renovar todas as coisas.

O Batismo do Senhor e nosso Compromisso Batismal

Neste dia 12 de janeiro, a Igreja celebra a Festa do Batismo do Senhor, um momento especial no calendário litúrgico que marca o encerramento do Tempo do Natal e nos conduz ao Tempo Comum. E este dia é uma oportunidade singular para refletirmos sobre o significado do Batismo em nossa vida cristã e renovarmos nosso compromisso com Deus.

O Batismo do Senhor no Calendário Litúrgico

A Festa do Batismo do Senhor relembra o evento em que Jesus foi batizado por João Batista nas águas do rio Jordão. Este momento não apenas inicia a vida pública de Cristo, mas também revela a profundidade de sua humildade.

Embora sem pecado, Jesus se submete ao Batismo como um sinal de solidariedade com a humanidade. E ao sair das águas, o céu se abre, o Espírito Santo desce em forma de pomba, e a voz do Pai proclama: “Este é o meu Filho amado, em Quem Eu pus todo o Meu agrado” (Mt 3,17).

Logo, este evento é profundamente simbólico. Ele prefigura o Batismo que nós recebemos e nos convida a contemplar o chamado à santidade e ao discipulado.

Portanto, a festa do Batismo também nos recorda que, assim como Jesus iniciou sua missão de anunciar o Reino de Deus, nós somos chamados a fazer o mesmo.

O significado do Batismo para os cristãos

O Batismo é o sacramento pelo qual somos incorporados à Igreja, recebemos o dom do Espírito Santo e somos lavados do pecado original.

Sendo assim, ele nos marca com o selo indelével, ou seja que não pode se apagar, de filhos e filhas de Deus e nos convida a uma vida de testemunho e missão.

Portanto, a cada dia, somos chamados a renovar este compromisso, vivendo como luz do mundo e sal da terra.

Nosso Batismo não é apenas um evento do passado, mas uma realidade viva que molda nossa identidade cristã. Ele nos lembra que somos enviados a transformar o mundo com o amor de Cristo, sendo instrumentos de justiça, paz e reconciliação.

Práticas para renovar o compromisso Batismal

Em casa ou na comunidade, há várias maneiras de renovar as promessas do Batismo e fortalecer nossa fé:

  1. Oração pessoal ou em família: Reze agradecendo a Deus pelo dom do Batismo e pedindo graças para viver o compromisso batismal. A oração pode incluir um ato de consagração: “Senhor, renovo hoje meu compromisso batismal. Que minha vida seja um reflexo do Teu amor no mundo.”
  2. Renovação das Promessas Batismais: Em um momento de oração comunitária ou pessoal, repita as perguntas tradicionais do rito de Batismo: “Renunciais ao pecado? Crede em Deus Pai, em Jesus Cristo e no Espírito Santo?” Responda com fé e convicção.
  3. Uso de Água Benta: Ao entrar ou sair de casa, ao fazer o sinal da cruz com água benta, lembre-se de que você é batizado e chamado à santidade.
  4. Leitura e Reflexão: Medite sobre passagens bíblicas relacionadas ao Batismo, como Mateus 3,13-17 ou Romanos 6,3-4. Pergunte-se como estas palavras ressoam em sua vida.
  5. Ações de Caridade: O Batismo nos impele à caridade. Portanto, planeje um gesto concreto de amor ao próximo: visite um doente, doe alimentos ou dedique tempo para ouvir a quem precisa.

Um convite ao Compromisso do Batismo

Celebrar a Festa do Batismo do Senhor é um convite para nos relembrarmos de nossa identidade em Cristo e assumirmos com renovado ardor a missão evangelizadora.

Portanto, que cada cristão possa viver seu Batismo como um compromisso pessoal com Deus e com o próximo, testemunhando o Evangelho em palavras e ações.

A vocação de todo batizado é ser luz no mundo. E ao renovar nossas promessas batismais, deixemos que esta luz brilhe ainda mais forte, iluminando os caminhos de nossa fé e inspirando outros a seguirem a Cristo.

Como filhos e filhas amados do Pai, vamos juntos anunciar a Boa Nova e construir o Reino de Deus entre nós.

 3 motivos para se tornar um Amigo da Redenção

Amigo da Redenção: esse é o nome dado a quem abraça a missão de transformar vidas marcadas pela dependência química, oferecendo um gesto concreto de amor, esperança e redenção

Logo, ser um Amigo da Redenção significa participar de uma obra que une misericórdia, oração e solidariedade. E o objetivo é resgatar não apenas indivíduos que sofrem com o vício das drogas e bebidas, mas também famílias e comunidades inteiras.

Então, se você está se perguntando por que deveria fazer parte deste projeto, apresentamos aqui três motivos. São motivos simples que mostram como sua contribuição pode ir muito além do material e se tornar um ato de redenção e fé.

Acompanhe!

1º motivo para você se tornar um Amigo da Redenção: Praticar uma Obra de Misericórdia e Redenção

Ao se tornar um Amigo da Redenção, você pratica uma das mais belas obras de misericórdia: cuidar dos que mais precisam. Isso porque a sua contribuição apoia a recuperação de dependentes químicos, uma missão essencial para a sociedade, especialmente no Brasil, onde o impacto das drogas cresce de forma alarmante.

Os números sobre o uso de substâncias psicoativas são preocupantes. Segundo uma pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), cerca de 4 milhões de brasileiros enfrentam problemas graves relacionados ao uso abusivo de substâncias.

Além disso, o consumo do crack e cocaína coloca o Brasil entre os países com maior número de usuários dessas substâncias no mundo. Este cenário não afeta apenas os dependentes, mas destrói famílias, causa violência e sobrecarrega sistemas de saúde e assistência social.

Diante dessa realidade, a Igreja, como mãe que ama seus filhos, nos convida a ser agentes de transformação, praticando a misericórdia com gestos concretos. E esse gesto é uma resposta ao chamado de Jesus que nos diz: “Tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber” (Mt 25,35).

Contudo, na dependência química, o alimento e a água se traduzem em acolhimento, tratamento e espiritualidade para aqueles que estão em profunda vulnerabilidade.

Contribuir para a recuperação de dependentes químicos não é apenas uma resposta ao chamado de Jesus, mas também uma forma de combater essa epidemia silenciosa que devasta lares e comunidades inteiras.

Cada vida restaurada é um testemunho da força do amor cristão em ação.

Portanto, ao contribuir com as Comunidades Terapêuticas da Copiosa Redenção, você ajuda na reestruturação de vidas que estavam perdidas, devolvendo dignidade, fé e esperança. E isso não apenas aos adictos – assim são chamados os que estão em recuperação – mas também famílias inteiras, que encontram em nossa missão um novo caminho de esperança e redenção.

2º motivo para você se tornar um Amigo da Redenção: Receber a intercessão diária das Irmãs e Irmãos da Copiosa Redenção

Ao fazer parte do Projeto Amigos da Redenção, você não estará apenas ajudando as nossas Comunidades Terapêuticas; mas também receberá ajuda espiritual.

Todos os dias, as Irmãs e os Irmãos da Copiosa Redenção intercedem diante do Santíssimo Sacramento por cada Amigo da Redenção, pedindo a Deus que derrame bênçãos sobre suas vidas.

Logo, a oração de intercessão é uma força poderosa que conecta nossos corações às graças de Deus. Quando intercedemos por alguém ou somos alvo de intercessão, participamos de um elo espiritual que atravessa fronteiras e nos coloca diante do coração misericordioso de Cristo.

Portanto, ser lembrado em orações diárias, diante do altar, é um presente espiritual que fortalece a caminhada de fé e nos une ainda mais à obra de redenção e amor.

Como a Copiosa Redenção realiza sua Obra nas Comunidades Terapêuticas

Antes de citar o terceiro motivo, vamos entender melhor o trabalho da Copiosa Redenção na sua missão de resgatar a dignidade dos dependentes químicos.

A missão da Copiosa Redenção vai além da recuperação física; é uma obra integral que alcança corpo, mente e espírito. Logo, inspirados pelo carisma dado por Deus ao Padre Wilton Lopes, fundador da Congregação, os Irmãos e Irmãs da Copiosa Redenção trabalham incansavelmente para oferecer um caminho de esperança e transformação aos adictos.

O carisma da Copiosa Redenção nasceu como uma resposta ao sofrimento humano, especialmente daqueles que enfrentam o vício e a autodestruição. Padre Wilton compreendeu que a verdadeira redenção só acontece por meio de uma entrega total ao Amor de Deus. Assim, ele estabeleceu uma missão que une espiritualidade profunda e acolhimento concreto.

Portanto, nas Comunidades Terapêuticas da Copiosa Redenção, essa visão se traduz em ações práticas e espirituais:

Adoração diária ao Santíssimo Sacramento: A adoração é o coração da obra. Por isso, cada dependente é apresentado diante de Jesus em intercessão por sua recuperação. Aqui, tudo se consome no Amor, e cada passo rumo à recuperação é confiado à misericórdia divina.

Acolhimento e cuidado integral: Às comunidades oferecem um ambiente de acolhimento, onde cada pessoa é tratada com dignidade, reconhecendo suas feridas e ajudando a reconstruir sua vida.

Espiritualidade e trabalho como pilares: A Copiosa Redenção valoriza o equilíbrio entre oração e trabalho. Desse modo, cada acolhido é incentivado a redescobrir o valor do esforço humano e do cultivo da espiritualidade como formas de reencontro consigo mesmo e com Deus.

Comunhão com as famílias: A recuperação também envolve as famílias, promovendo momentos de encontro, diálogo e perdão. Logo, é um processo de reconstrução de laços e resgate da harmonia familiar.

O que é uma Comunidade Terapêutica? [inserir o link do BP1

3º motivo para você se tornar um Amigo da Redenção: Receber o informativo Porta da Misericórdia

Além de praticar a misericórdia e ser alvo de orações, o Amigo da Redenção recebe mensalmente em seu email o informativo Porta da Misericórdia.

E esta newsletter exclusiva traz para você:

  • Reflexões espirituais inspiradoras.
  • Notícias e novidades sobre a obra da Copiosa Redenção.
  • Testemunhos de transformação de vidas nas Comunidades Terapêuticas, e muito mais.

O Porta da Misericórdia é um convite para aprofundar a sua espiritualidade e estar sempre conectado à missão que você ajuda a sustentar.

Quer assinar a newsletter Porta da Misericórdia? Faça seu cadastro AQUI! agora mesmo!

             Como você pode salvar famílias das drogas? Descubra AQUI!

Baixe o Infográfico Amigo da Redenção

Quer saber mais sobre como ser um Amigo da Redenção e fazer parte desta obra transformadora? Baixe agora mesmo o infográfico que preparamos especialmente para você!

Neste material exclusivo, você vai descobrir:

  • Mais detalhes sobre as Comunidades Terapêuticas da Copiosa Redenção.
  • Como sua doação é utilizada para resgatar vidas.
  • Passos simples para se tornar um Amigo da Redenção e transformar o sofrimento em esperança.

Clique aqui para baixar o infográfico e dar o primeiro passo nesta missão de amor e misericórdia: QUERO O INFOGRÁFICO AMIGO DA REDENÇÃO!

Como você pode salvar famílias das drogas

As famílias enfrentam um dos maiores desafios quando precisam lidar com a dependência química: o impacto devastador que o vício causa em suas vidas.

E o sofrimento vai além do indivíduo dependente, afetando pais, mães, filhos e todos ao redor.

Logo, para os pais, o sofrimento é profundo e muitas vezes indescritível. Ver um filho sucumbir ao vício de drogas é como assistir a um naufrágio em câmera lenta — um misto de impotência, angústia e desespero. Além disso, é comum a sensação de falha como educadores e protetores, mesmo quando as circunstâncias estão além do controle familiar.

A dor das famílias: o peso do vício e a busca por esperança

A dor dos pais começa com os sinais iniciais. O filho que antes era alegre e cheio de sonhos começa a se afastar, muda o comportamento, e os laços afetivos parecem enfraquecer.

E esses sinais vêm acompanhados de perguntas torturantes: “Onde foi que eu errei?” ou “Será que não fui bom o suficiente?”. Desse modo, os pais se veem presos entre a culpa e a tentativa incansável de ajudar, muitas vezes sem saber por onde começar.

O cotidiano se torna um campo de batalha. Além do desgaste emocional, muitos pais enfrentam dificuldades financeiras, já que o vício frequentemente leva a gastos inesperados com tratamentos ou dívidas causadas pelo dependente.

Sem contar que os conflitos em casa aumentam, e a harmonia familiar é substituída pelo medo e pela tensão.

Somado a isso, a sociedade também impõe um peso adicional. Pais de dependentes químicos muitas vezes enfrentam estigmas e julgamentos, tornando o fardo ainda mais difícil de carregar. E assim, ao invés de receber apoio, muitos se isolam, temendo o olhar crítico de amigos, parentes e vizinhos.

Logo, esse isolamento aprofunda ainda mais a dor, transformando a luta em algo que parece impossível de vencer sozinhos.

Apesar disso, a esperança ainda é possível. Com o amor e a solidariedade de pessoas comprometidas, é possível ajudar essas famílias a reconstruírem sua força e encontrarem o suporte necessário.

Então, descubra como você pode ser parte dessa transformação, ajudando famílias a vencerem essa batalha e reencontrarem um novo caminho de esperança e redenção.

             A missão do leigo na igreja: descubra AQUI!

Apoie as famílias no combate à dependência química

Quando uma pessoa enfrenta o vício, não é apenas ela que sofre — toda a sua família carrega o peso desta luta. Muitas vezes, esses lares enfrentam desespero, desunião e perda de esperança. É nesse momento que o apoio externo se torna essencial. Mas como você pode ajudar essas famílias?

  1. Escute e ofereça apoio emocional: Muitas vezes, as famílias precisam apenas de alguém para ouvi-las sem julgamentos. Então, que tal ser esse ouvido amigo? Aproveite para incentivar a buscar ajuda profissional.
  2. Informe-se sobre o problema: Conhecer as causas e consequências da dependência química ajuda a orientar as famílias para caminhos mais eficazes de recuperação.
  3. Oriente as famílias sobre as Comunidades Terapêuticas: Mostre que existem lugares especializados, como as Comunidades Terapêuticas da Copiosa Redenção, que oferecem acolhimento e tratamento integral.

Por que apoiar uma Congregação Religiosa pode ser a melhor decisão para sua vida e sua família: LEIA AQUI!

Você pode fazer mais: faça parte dos Amigos da Redenção e salve famílias

Uma das formas mais concretas de ajudar famílias a vencerem a batalha contra as drogas é se tornar um Amigo da Redenção. Essa rede de solidariedade permite que você contribua diretamente para a transformação de vidas por meio de doações e orações.

Portanto, quando você se torna um Amigo da Redenção, sua ajuda chega a milhares de pessoas que lutam contra a dependência química.

Cada contribuição é um gesto de amor! E é esse gesto de amor que financia os trabalhos realizados nas Comunidades Terapêuticas da Copiosa Redenção, onde dependentes químicos e suas famílias encontram acolhimento, cuidado e um caminho de restauração.

Além disso, sua oração é um poderoso instrumento espiritual para fortalecer aqueles que enfrentam essa difícil caminhada. Como nos ensina o carisma da Copiosa Redenção, adorar a Jesus, nosso redentor, e agir são passos fundamentais para salvar vidas.

Quer saber mais sobre como ajudar famílias a superar os desafios da dependência química? Então, baixe o infográfico gratuito que preparamos especialmente para você. Nele, você vai:

  • Conhecer mais sobre as Comunidades Terapêuticas da Copiosa Redenção.
  • Descobrir como ser um Amigo da Redenção e participar dessa missão transformadora.
  • Aprender formas práticas de apoiar dependentes químicos e suas famílias.

Clique AQUI! para baixar o infográfico e dar o primeiro passo na missão de salvar famílias!

Juntos, podemos transformar realidades

Salvar famílias das drogas não é uma tarefa simples, mas é possível quando unimos forças. Cada gesto, por menor que pareça, pode fazer a diferença na vida de alguém. Seja ouvindo, orientando, doando ou orando, você pode ajudar famílias a reencontrarem a paz, a esperança e a alegria de viver.

Aceite este convite e faça parte desta obra de amor. Como Amigo da Redenção, você será um instrumento de Deus na vida de tantas pessoas que precisam de acolhimento e redenção.

O que é uma Comunidade Terapêutica?

A Comunidade Terapêutica é um espaço de acolhimento, cuidado e transformação, especialmente voltado para a recuperação de pessoas que enfrentam o desafio da dependência química.

Contudo, diferente de outros modelos de tratamento, ela se baseia em uma abordagem integral. Logo, esse tratamento considera não apenas a superação do vício, mas também a reconstrução da dignidade, da espiritualidade e dos laços sociais dos acolhidos.

A realidade das drogas no mundo

O consumo de drogas é um problema global que atinge milhões de pessoas e tem impactos devastadores na saúde pública, na economia e nas relações sociais. Segundo o Relatório Mundial sobre Drogas da ONU de 2023, mais de 296 milhões de pessoas no mundo usaram drogas pelo menos uma vez em 2021, um aumento de 23% em apenas uma década.

No Brasil, os números também são alarmantes. Uma pesquisa realizada pela Fiocruz apontou que cerca de 9,9% da população adulta brasileira já experimentou algum tipo de droga ilícita ao longo da vida.

E entre os adolescentes, o uso de álcool e drogas é especialmente preocupante, com altas taxas de iniciação precoce, frequentemente relacionada a problemas familiares e sociais.

Além disso, o consumo de crack e cocaína coloca o Brasil entre os maiores mercados dessas substâncias no mundo, causando grandes desafios para as políticas de saúde e segurança pública.

Diante dessa realidade, as Comunidades Terapêuticas se tornam uma resposta essencial para oferecer acolhimento e caminhos de recuperação a milhares de pessoas.

Comunidade Terapêutica: Recuperação e Reconstrução de Vidas

As Comunidades Terapêuticas são estruturadas para oferecer um ambiente protegido e acolhedor, onde aqueles que sofrem com o uso abusivo de drogas possam encontrar suporte emocional, espiritual e prático.

E dentro dessas comunidades, os acolhidos participam de atividades que promovem autoconhecimento, disciplina e fortalecimento interior.

A proposta é baseada na convivência comunitária, no apoio mútuo e em uma rotina que inclui momentos de espiritualidade, trabalho, lazer e grupos terapêuticos.

Portanto, é um processo que não se limita ao tratamento médico ou psicológico, mas busca a transformação integral da pessoa, reconhecendo sua dignidade e potencial.

Aproveite para ler também: Por que apoiar uma Congregação Religiosa pode ser a melhor decisão para sua vida e sua família

O Carisma da Copiosa Redenção e sua Missão

A missão da Copiosa Redenção com a recuperação de dependentes químicos nasce de um carisma especial que Deus colocou no coração do Padre Wilton, seu fundador.

Em um momento de profunda sensibilidade às dores humanas, ele foi inspirado a criar um caminho de luz, esperança e redenção para aqueles que vivem a realidade da dependência de substâncias psicoativas, marcados por histórias de sofrimento e autodestruição.

Logo, o carisma da Copiosa Redenção se concretiza todos os dias diante do altar, em um encontro íntimo com Cristo no Santíssimo Sacramento. Na adoração, trazemos diante de Deus cada um dos nossos filhos espirituais, entregando suas vidas e seus dramas ao Amor que redime.

Adorar é confiar no poder transformador de Cristo e trabalhar para que essa transformação chegue àqueles que mais precisam.

Adorar e Trabalhar: O Coração do Carisma

Na Copiosa Redenção, vivemos duas dimensões inseparáveis: adorar e trabalhar. A adoração diária ao Santíssimo Sacramento é a força que alimenta nosso trabalho de recuperação. Portanto, orar e agir, contemplar e servir, são caminhos que se encontram no Coração do Senhor, a fonte de toda redenção. 

Desse modo, cada Irmão e cada Irmã da Copiosa Redenção é chamado a viver esse duplo desafio: interceder com fervor diante do Senhor e estender as mãos ao próximo, especialmente aos dependentes químicos, com amor e compromisso.

Esse Carisma é mais do que uma tarefa; é um dom de Deus que se manifesta no cuidado com os mais frágeis e na dedicação constante para reconstruir vidas.

Comunidade Terapêutica: conheça as casas da Copiosa Redenção

Deus nos deu a graça de trabalhar não apenas em uma Comunidade Terapêutica, mas em diversas. Atualmente, temos:  Comunidade Terapêutica Antônio e Maria; Comunidade Terapêutica Marta E Maria; Comunidade Terapêutica Mons. Gabriel Mercol; Comunidade Terapêutica Rosa Mística; e Comunidade Terapêutica Padre Wilton Moraes Lopes

E  cada uma dessas Comunidades Terapêuticas conta com: Psiquiatra; Psicólogo; Assistente Social; Educador social; entre outros profissionais.

Portanto, oferecemos: atendimento Psiquiátrico mensal; atendimento psicológico semanal; Grupos terapêuticos: mútua ajuda, diários, partilha, sentimento, auto-ajuda, assembleia comunitária, Amor Exigente, Alcoólicos anônimos; Espiritualidade semanal; Visitas familiares mensal; Grupo autobiográfico; Grupo de prevenção a recaída; Seminários e atividades extras.

Milhares de pessoas, entre homens e mulheres, já foram atendidos em nossas Comunidades Terapêuticas ao longo desses 35 anos, tendo a oportunidade de viver sua redenção e encontrar-se com o amor de Cristo.

Comunidade Terapêutica: um Caminho de Amor, Misericórdia e Redenção que você pode ajudar a formar

Você já pensou em ser um Amigo da Redenção, ajudando milhares de pessoas a vencer o vício das drogas? Ser um Amigo da Redenção é ser como Moisés, conduzindo almas, mas não por um mar de águas, mas por um mar de amor, misericórdia e redenção. É abrir o coração de Cristo para acolher aqueles que precisam de redenção, oferecendo-lhes a certeza de uma salvação plena.

Na Comunidade Terapêutica, essa missão se torna palpável. Cada pessoa que é acolhida para o tratamento é vista como um filho amado de Deus, e cada processo de recuperação é um testemunho vivo da graça divina.

É um lugar onde o amor transforma, onde a misericórdia renova e a redenção liberta, onde a dignidade é restaurada.

Seja você também um Amigo da Redenção e faça parte da transformação de milhares de pessoas que desejam se recuperar do vício das drogas. ACESSE AQUI para saber mais!

Conheça a devoção às almas do purgatório

A devoção às almas do purgatório é um chamado silencioso, um apelo que ecoa nos corredores do tempo, convidando-nos a uma profunda reflexão sobre a natureza da alma, da morte e da eternidade.

Saiba como surgiu esta devoção e como contar com o auxílio das almas do purgatório.

Os primórdios da devoção às almas do purgatório

Nascida nos primórdios da Igreja, essa devoção floresceu ao longo dos séculos, alimentada pela fé dos cristãos e pela compaixão pelos que ainda não alcançaram a plenitude da vida divina.

Portanto, a devoção às almas do purgatório é uma prática profundamente enraizada na tradição da Igreja Católica, com origens que remontam aos primeiros séculos do cristianismo. E para compreender melhor essa devoção, é fundamental explorar suas raízes históricas e teológicas.

Os primeiros cristãos, imbuídos de uma forte convicção na vida após a morte e na ressurreição, desenvolveram uma profunda veneração pelos mártires e pelos santos. Logo, a crença na intercessão dos santos, ou seja, na capacidade deles de interceder por nós junto a Deus, era central em sua espiritualidade.

Naturalmente, essa mesma fé se estendia também aos fiéis que haviam falecido, mas que ainda não haviam alcançado a visão beatífica de Deus.

Contudo, a doutrina do purgatório, como a conhecemos hoje, foi se desenvolvendo gradualmente ao longo dos séculos. Os Padres da Igreja, como Santo Agostinho e São Gregório Magno, foram figuras cruciais nesse processo. Eles refletiram sobre a natureza do pecado, da graça divina e do destino final da alma, chegando à conclusão de que existia um estado intermediário entre a morte e o céu, um lugar de purificação para aqueles que haviam morrido em estado de graça, mas ainda não estavam perfeitamente purificados.

A Comunhão dos Santos e a devoção às almas do purgatório

A doutrina da Comunhão dos Santos é fundamental para compreendermos a devoção às almas do purgatório.

Essa doutrina afirma que todos os batizados, vivos ou mortos, fazem parte de um único corpo místico, a Igreja. Logo, essa unidade espiritual permite que os fiéis na terra ofereçam suas orações e boas obras em sufrágio pelas almas do purgatório.

Além disso, também permite que as almas do purgatório intercedam por nós.

A devoção às almas do purgatório e o pecado original

A devoção às almas do purgatório e a doutrina do pecado original estão intrinsecamente ligadas, formando um tecido rico e complexo na teologia católica. E para entender essa conexão, é preciso compreender ambos os conceitos em profundidade.

O pecado original, transmitido por Adão e Eva à humanidade, nos marca com uma inclinação para o mal, chamada de concupiscência. Logo, essa inclinação nos torna propensos ao pecado e, consequentemente, a sofrer as suas consequências.

Embora a graça de Deus nos permita superar essa inclinação, a vida terrena é marcada por uma constante luta interior entre o bem e o mal.

O purgatório é um estado intermediário entre a morte e o céu, onde as almas que morreram em estado de graça, mas ainda não estão perfeitamente purificadas, experimentam um processo de purificação.

Portanto, a conexão entre o pecado original e o purgatório se dá da seguinte forma:

Herança do pecado original: Todas as almas que experimentam o purgatório são marcadas pelo pecado original. Mesmo aqueles que vivem uma vida virtuosa e recebem os sacramentos, carregam consigo as marcas dessa ferida original.

Purificação das consequências do pecado: No purgatório, as almas são purificadas das consequências temporais do pecado, ou seja, das penas que ainda precisam ser expiadas. E essa purificação é necessária para que a alma possa alcançar a plenitude da vida divina.

A Misericórdia Divina: A existência do purgatório revela a misericórdia de Deus, que oferece a todos uma oportunidade de purificação e salvação. Mesmo aqueles que cometem pecados, podem ser salvos se se arrependerem e se abrirem à graça divina.

A devoção às almas do purgatório e a superação do pecado original

A devoção às almas do purgatório nos ajuda a compreender a gravidade do pecado original e a importância da purificação. Portanto, ao rezar pelos falecidos, estamos reconhecendo a necessidade de purificação e nos unindo à luta das almas do purgatório contra o pecado. Além disso, essa devoção nos motiva a:

  • Buscar a santidade: Ao contemplar o sofrimento das almas do purgatório, somos inspirados a buscar a santidade em nossa própria vida.
  • Aprofundar nossa fé: A crença no purgatório fortalece nossa fé na vida eterna e na misericórdia divina.
  • Cultivar a caridade: Ao oferecermos nossas orações e boas obras em sufrágio pelas almas do purgatório, estamos praticando a caridade cristã.

A intercessão das almas do purgatório

As almas do purgatório, purificadas pelo fogo do amor divino, possuem uma profunda compaixão pelos vivos. Liberadas dos apegos terrenos, elas podem interceder por nós com uma intensidade e pureza que ultrapassam nossa compreensão.

Portanto, ao pedirmos a intercessão dessas almas, estamos nos unindo a uma poderosa corrente de oração que se eleva aos céus.

Então, veja como pedir a intercessão das almas do purgatório:

  • Oração: A oração é a forma mais direta de nos comunicarmos com Deus e de pedir a intercessão das almas. Podemos utilizar orações específicas, como a Coroa das Almas, ou simplesmente elevar nossas súplicas com o coração sincero.
  • Oferecimento de boas obras: Ao realizarmos boas obras, como ajudar os necessitados, praticar a caridade e participar da Santa Missa, podemos oferecer os méritos dessas ações em sufrágio pelas almas do purgatório.
  • Indulgências: As indulgências são remissões, na ordem sacramental, da pena temporal devida aos pecados, já perdoados quanto à culpa. Ao realizar determinadas obras, podemos ganhar indulgências e aplicá-las às almas do purgatório.

Exemplos de devoção: Padre Wilton e Irmã Zélia

A devoção às almas do purgatório encontrou em muitos santos e místicos uma expressão profunda e inspiradora. Padre Wilton Moraes Lopes, fundador da Congregação das Irmãs da Copiosa Redenção, e Irmã Zélia, religiosa da congregação, são exemplos marcantes dessa devoção.

Padre Wilton, movido por uma profunda compaixão pelas almas sofredoras, dedicou sua vida a promover a devoção às almas do purgatório, celebrando diariamente uma ou mais missas em intenção pelas almas do purgatório. Irmã Zélia, por sua vez, inspirada pelo exemplo de seu fundador, tem também uma vida de intensa oração e penitência, oferecendo tudo por amor às almas.

Conheça:

Devocionário às almas do purgatório, da Irmã Zélia.

Curso: Creio na vida eterna, com a Irmã Zélia e o Padre Fernando.

A importância da devoção às almas do purgatório

Em um mundo marcado pela superficialidade e pelo individualismo, a devoção às almas do purgatório nos convida a voltar nossos olhos para a eternidade. Além disso, a cultivar um espírito de solidariedade para com aqueles que nos precederam.

Contudo, ao rezar pelas almas do purgatório, estamos não apenas ajudando-as a alcançar a felicidade eterna, mas também enriquecendo a nossa própria vida espiritual. E ainda mais: fortalecendo os laços que nos unem à Igreja.

A devoção às almas do purgatório é um tesouro espiritual que nos conecta com as raízes da Igreja e nos abre as portas para um mundo mais amplo e mais profundo. Ao cultivar essa devoção, estamos respondendo ao chamado da misericórdia divina e participando da obra da salvação.

Que a intercessão das almas do purgatório nos acompanhe em nossa jornada terrena e nos conduza à pátria celestial.