Dicas de Orações e de livros para ler durante o Jubileu 2025

Com o tema “Peregrinos de Esperança”, o Jubileu é celebrado a cada 25 anos pela Igreja Católica, oferecendo aos fiéis a oportunidade da renovação espiritual, da peregrinação e das indulgências plenárias. Durante esse período, a confissão, a comunhão e a oração pelas intenções do Papa são incentivadas, promovendo conversão e solidariedade.

Para viver plenamente o Jubileu 2025, é essencial fortalecer a espiritualidade com orações e livros para ler durante esse tempo de graça. A oração nos aproxima de Deus, trazendo inspiração e força, enquanto os livros aprofundam a fé e orientam a jornada espiritual. 

Por isso, reunimos sugestões valiosas de  cartas do Santo Padre, orações e livros para o Jubileu 2025, que tornarão esse tempo ainda mais significativo, ajudando você a vivê-lo com propósito e devoção.

Orações e livros para ler durante o Jubileu 2025

A oração ocupa um papel central no Jubileu de 2025, sendo um caminho poderoso de reconciliação e de renovação espiritual. Esse tempo de graça convida os fiéis a abrirem o coração à misericórdia divina, a refletirem sobre suas ações e a buscarem transformação interior. Além disso, fortalece a fé e orienta a vida segundo os ensinamentos do Evangelho.

Para aprofundar essa vivência espiritual, sugerimos orações especiais para o Jubileu de 2025:

  1. Oração do Jubileu 2025: Esta oração oficial do Jubileu, iniciada com “Pai que estás nos céus”, clama pela renovação da fé e pela vivência da esperança cristã. Ela busca a transformação dos fiéis em agentes ativos do Evangelho, promovendo a justiça e a paz no mundo.
  2. Oração de Intercessão: “Ó Pai, na Tua misericórdia, escuta as súplicas dos Teus filhos. Nesta caminhada jubilar, renova a nossa fé e aumenta em nós a esperança e a caridade, ajudando-nos a ser testemunhas do Teu amor no mundo”. Esta prece clama pela misericórdia divina, renovando a fé, a esperança e a caridade, e convidando os fiéis a testemunharem o amor de Deus no mundo.
  3. Oração de Louvor: “Senhor, louvamos Tua infinita bondade! No Jubileu, abre nossos olhos à beleza da criação, para que nossos corações exultem em gratidão. Que reconheçamos Teu amor a cada amanhecer e sirvamos com alegria”. Nesta oração, os fiéis louvam a bondade de Deus, pedindo olhos abertos à criação e um coração grato e jubiloso diante de Suas obras.
  4. Orações de libertação: Estas orações, propostas pela Irmã Zélia em seu livro 40 Dias de Oração e Libertação, são acompanhadas de reflexões e jejuns, conduzindo os fiéis a um profundo processo de reconciliação e renovação espiritual. No Jubileu de 2025, essa prática ganha ainda mais importância, reforçando o chamado à conversão, misericórdia e fé, permitindo que cada fiel experimente a graça da libertação e da esperança.
  5. Novenas e Súplicas a Nossa Senhora: Reunidas pela Irmã Zélia na Coletânea de Orações, essas preces dedicadas à Virgem Maria buscam sua intercessão e proteção. Elas são especialmente significativas durante o Jubileu, pois reforçam a devoção mariana e a confiança na Mãe de Deus.

Incorporar essas orações e livros para ler durante o Jubileu 2025 ajudará a fortalecer sua caminhada de fé, tornando esse tempo ainda mais transformador.

Cartas do Papa Francisco

As cartas do Papa Francisco são fontes valiosas de inspiração para o Jubileu. Aliadas às orações e livros para ler durante o Jubileu 2025, elas ajudam os fiéis a aprofundar a fé, fortalecer a esperança e viver esse tempo de graça com mais autenticidade.

Spes non confundit (A Esperança não engana) –  É a Bula do Jubileu 2025 e nos convida a renovar a fé e a esperança. A leitura aprofunda essa vivência, guiando-nos na oração e no compromisso cristão, fortalecendo a caminhada espiritual para acolher as graças do Jubileu.

DILEXIT NOS (Ele nos amou) – Nesta carta, o Papa Francisco reflete sobre o amor do Coração de Jesus e nos convida a recuperar o essencial: o coração. No Jubileu 2025, essa mensagem inspira uma fé mais profunda, unindo orações e livros para uma renovação espiritual e maior compromisso com o Evangelho.

Peregrinos de Esperança: O Dom da Vida – Na mensagem para o 62º Dia Mundial de Oração pelas Vocações, o Papa Francisco destaca as vocações como sinais da esperança de Deus no mundo. Ele destaca a vocação como um dom que chama ao amor e ao serviço, guiando os fiéis nesse caminho. Além disso, reforça a importância da oração e do apoio comunitário na vivência da fé. Durante o Jubileu 2025, essa reflexão nos convida a renovar nosso compromisso com Deus e com os irmãos.

Durante o Jubileu de 2025, as mensagens do Papa Francisco são fontes essenciais de reflexão. 

Nossos livros para viver o jubileu com fé e propósito

Os livros da Copiosa Redenção são recursos valiosos para aqueles que desejam aprofundar sua fé e vivenciar o Jubileu de 2025 de maneira mais intensa. Eles oferecem inspiração, direcionamento e ferramentas práticas para uma caminhada espiritual mais sólida.

Força e coragem – Biografia do fundador da Copiosa Redenção
Este livro apresenta a história inspiradora do fundador da Copiosa Redenção, destacando sua trajetória de fé e superação. Durante o Jubileu, sua vida pode servir de modelo para aqueles que buscam renovar sua relação com Deus, fortalecendo a perseverança e a confiança na providência divina.

Continuo escolhendo Deus todo dia –  A obra convida os leitores a renovar diariamente seu compromisso com Deus, incentivando uma vivência cristã autêntica. No contexto do Jubileu, esse livro auxilia na reflexão sobre as pequenas escolhas diárias que aproximam cada pessoa do propósito divino, promovendo uma espiritualidade consistente.

Planejamento Espiritual 2025 – O Jubileu é um tempo especial para a organização da vida espiritual, e este livro oferece um roteiro prático para ajudar os fiéis a estruturarem sua jornada ao longo do ano. Com orientações sobre oração, reflexões e metas espirituais, ele auxilia os leitores a viverem esse tempo com propósito e dedicação.

Esses  e outros livros nossos são ferramentas preciosas para tornar o Jubileu uma experiência de crescimento e renovação espiritual, proporcionando aos fiéis meios concretos para fortalecer sua fé e compromisso com Deus.

O Jubileu de 2025 é uma oportunidade única para aprofundar a fé e a caminhada espiritual. Mais que uma celebração, é um convite ao encontro com Deus, e os livros recomendados são guias essenciais nessa jornada.

Cada obra indicada traz inspiração, ensinamentos e reflexões para viver esse tempo de graça com mais intensidade. Se você busca fortalecer sua fé, encontrar respostas e crescer espiritualmente, essas leituras são indispensáveis, pois transformam a mente e o coração, trazendo renovação e esperança.

Não perca essa chance de viver o Jubileu com mais profundidade! Escolha seu livro hoje mesmo e fortaleça sua caminhada espiritual. 

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Veja cada livro sugerido:

Força e coragem

Continuo escolhendo Deus todo dia

Planejamento Espiritual 2025 

A importância da oração da Via Sacra

Via Sacra é uma das mais antigas formas de se meditar a Paixão de Cristo. A expressão vem do latim e significa “caminho sagrado”: literalmente falando, nada mais é que o trajeto percorrido por Nosso Senhor com a Cruz às costas, desde o pretório de Pilatos, onde foi condenado à morte, até o Calvário, onde foi crucificado. 

Segundo uma piedosa tradição, ninguém menos que a Virgem Maria teria dado início a este santo exercício: após a morte de seu divino Filho, seja sozinha, seja em companhia das santas mulheres, ela teria refeito constantemente a via crucis, isto é, o “caminho da Cruz”.

Seguindo o exemplo de Nossa Senhora, os fiéis da Palestina — e, no correr dos anos, numerosos peregrinos de todos os lugares do mundo — procuraram visitar aqueles santos lugares, cobertos pelo suor e pelo sangue de Jesus Cristo; e a Igreja, a fim de encorajar-lhes a piedade, abriu a esses peregrinos seus tesouros de bênçãos espirituais. 

Via Sacra e indulgências plenárias

Como, porém, nem todos podem ir à Terra Santa, a Santa Sé autorizou que fossem erigidas, nas igrejas e nas capelas de todo o mundo, cruzes, pinturas ou baixos-relevos representando as tocantes cenas que se passaram na estrada verdadeira ao Calvário, em Jerusalém.

Ao permitir a construção dessas “estações”, como são chamadas, os Pontífices Romanos, que compreendiam toda a excelência e eficácia desta devoção, se dignaram também enriquecê-las de todas as indulgências que advinham de uma visita de verdade à Terra Santa. 

Originalmente a Via Sacra é composta por 14 estações, no entanto o Papa João Paulo II foi quem sugeriu que fosse criada a XV estação para recordar a ressurreição de Jesus, a oração desse última estação é opcional aos fiéis.

Ainda hoje, segundo o Manual das Indulgências, “concede-se indulgência plenária ao fiel que fizer o exercício da via-sacra, piedosamente”, levando-se em conta o seguinte (conc. 63): 

  1. “O piedoso exercício deve-se realizar diante das estações da via-sacra, legitimamente eretas. 
  2. Requerem-se catorze cruzes para erigir a via-sacra; junto com as cruzes, costuma-se colocar outras tantas imagens ou quadros que representam as estações de Jerusalém. 
  3. Conforme o costume mais comum, o piedoso exercício consta de catorze leituras devotas, a que se acrescentam algumas orações vocais. Requer-se piedosa meditação só da Paixão e Morte do Senhor, sem ser necessária a consideração do mistério de cada estação. 
  4. Exige-se o movimento de uma para a outra estação. Mas, se a via-sacra se faz publicamente e não se pode fazer o movimento de todos os presentes ordenadamente, basta que o dirigente se mova para cada uma das estações, enquanto os outros ficam em seus lugares.”

Essa indulgência pode, ainda, ser lucrada todos os dias do ano e aplicar-se aos defuntos como sufrágio. 

Se sempre devemos meditar os sofrimentos de nosso Redentor, a Quaresma, porém, é um tempo ainda mais propício para isso, especialmente nas suas duas últimas semanas, tradicionalmente denominadas de “Tempo da Paixão”.

Fonte: https://padrepauloricardo.org/

Começa hoje: Novena em Honra à gravidez de Nossa Senhora

No dia da Anunciação do Anjo à Nossa Senhora (25 de março), convidamos você a rezar a novena da Santa Gravidez da Virgem Maria. A oração foi composta pelo Padre Marlon Múcio e é muito difundida pela Irmã Zélia Garcia, religiosa da Copiosa Redenção. A Novena é para causas que parecem difíceis, impossíveis ou demoradas. Deve ser rezada diariamente, durante 9 meses: de 25 de março até 25 de dezembro, ou seja, da Anunciação até o Natal do Senhor; ou, então, em qualquer época do ano, por 9 meses ou em 9 dias consecutivos.

Em 2024, Padre Marlon e Irmã Zélia lançaram um livro contando a história da Novena e os testemunhos pessoais deles e de vários fiéis que alcançaram graças humanamente impossíveis por meio da oração desta Novena. Além do livro, foi escrito um ícone inspirado na visitação de Maria a sua prima Santa Isabel, que o Espírito Santo revelou ao Padre Marlon que ele tem um poder de exorcismo.

“Ouvi o Espírito Santo, nitidamente, dizendo para mim: “faça cópia da novena e divulgue, faça as pessoas conhecerem e rezarem a novena”. Então, obediente à voz do Espírito Santo, eu fiz cópias da novena e comecei a divulgar. Por muitos anos, segui divulgando e falando da novena, motivando as pessoas a fazerem, de 25 de março a 25 de dezembro, todos os dias”

(Trecho do relato da rmã Zélia no livro Novena em honra a santa gravidez de Nossa Senhora)

Causa impossíveis

Ao longo do livro, são relatados muitos testemunhos, como o de Ivonete Dubiela Cunha Bahls:

“Com 15 anos, meu filho estava em más companhias, com depressão e vício no álcool. Isso gerou muitas brigas e confusão. Então, iniciei a novena, pedindo para Nossa Senhora gestar ele, no seu ventre, e para São José adotá-lo como filho, levá-lo ao bom caminho e que ele sentisse o amor de pai, já que ele e meu marido brigavam muito. Foi aí que a graça veio! Todos os amigos de festa, também, foram convertidos.
O Fábio se ajeitou, se casou na igreja, se formou e, hoje, é mestre em Matemática. Um filho maravilhoso!”

ALCANCE VOCÊ TAMBÉM A SUA GRAÇA

Reze primeiro dia da Novena

Ó Maria, Virgem Imaculada,/ Porta do Céu e a causa de nossa alegria,/ respondendo com generosidade ao anúncio do Arcanjo Gabriel,/ Vós pudestes dar curso ao plano de Deus para a minha salvação./ Vós fostes pela providência Santíssima,/ desde toda eternidade, constituída vaso de Eleição e moradia digna do verbo encarnado./ Pelo vosso “sim” e fidelidade ao Pai Celeste./ O Espírito Santo teceu em vossas entranhas,/ Nosso Senhor, Javé Salvador.

Eis que desejando que o Filho de Deus, que quis nascer de vós,/ nasça também em meu coração,/ e conceda-me o perdão de meus pecados./ Prostro-me aos vossos pés e vos imploro,/ Nossa Senhora Anquiropita, Aparecida e Rosa Mística, com todo fervor de minh’alma que vos digneis alcançar-me,/ de vosso Amadíssimo Filho, a graça que tanto necessito: 

Ouvi minha súplica, ó Virgem Santíssima,/ Nossa Senhora de Caná e de Pentecostes./ Vós que, perante o Trono da Graça sois a “Onipotência Suplicante”./ Enquanto vou considerando com reverência e filial afeto/ todos os momentos de dor e de alegria,/ de desolação e de providência,/ que vos acompanharam em vossa bendita, augusta e singular gestação na qual trouxestes em vosso ventre o Filho de Deus Altíssimo. Mãe da obediência e medianeira de todas as graças,/ Vós esperastes o tempo necessário/ para trazer ao mundo o Rei do universo./ Eis que, com fé e fidelidade,/ aguardo a graça que vos suplico,/ embora me pareça muito difícil de acontecer./ Impossível ou até demorada para chegar./ Ajudai-me, pois, ó Mãe da ternura,/ Virgem do silêncio e da escuta,/ a sofrer em santa espera o tempo e as demoras de Deus,/ com sobriedade de vida,/ alegria e perseverança./ Fazei que eu jamais desanime ou seja pelo inimigo vencido./ Conduzi-me ao paraíso de Vosso Dulcíssimo Jesus e passai à frente,/ ó Mãe Desatadora dos Nós,/ de cada uma de minhas necessidades, perigos ou aflições,/ desatando e desembaraçando por vossa força e poder/ um dos nós que eu,/ o mundo ou o nosso inimigo comum/ causamos em minha vida, caminhada e vocação.

E se não bastassem os meus pedidos,/ Ó Senhora dos Remédios, do Bom Parto e do Perpétuo Socorro,/ ainda vos peço em virtude dos vossos cuidados e suplícios para com Jesus em Vosso ventre, por todas as mães grávidas, para que tenham uma boa hora,/ e também por todas aquelas que passam por uma gestação delicada,/ pelas que são atormentadas pela ideia de abortar seus filhos/ e pelas que não podem ou não conseguem tê-los./

Ó Senhora do Carmo, das Dores e da Defesa,/ Mão e colo que embalaram Jesus,/ consolai todas as mães/ que rezam pela volta de seus filhos/ ao lar e aos bons costumes./ Recompensai as mães/ que geram filhos para Deus,/ instruindo-os na fé e entregando-os a vida sacerdotal e religiosa.

Nossa Senhora da Anunciação, rogai por nós.

Nossa Senhora de Belém, rogai por nós.

– Rezar 9 Ave-Marias, em honra de cada um dos 9 meses em que Jesus esteve no ventre de Nossa Senhora acompanhadas da seguinte jaculatória:

“Benditas sejam a Santa Gravidez e a Imaculada Conceição da bem-aventurada sempre Virgem Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe”.

Como viver o Ano Jubilar e se preparar espiritualmente?

Como viver o Ano Jubilar e se preparar espiritualmente?

O Ano Jubilar é mais do que um evento litúrgico. É um convite divino. Você já pensou que esse pode ser o momento em que Deus quer transformar sua história? Um tempo no qual a redenção, a reconciliação e a esperança se entrelaçam para renovar sua vida espiritual. Mas, afinal, como viver o Ano Jubilar e se preparar espiritualmente? Vamos juntos descobrir.

O que é o Ano Jubilar e sua importância na vida cristã

O Ano Jubilar tem raízes profundas na tradição da Igreja Católica. Inspirado na prática judaica do “ano de jubileu” descrito no livro de Levítico (Lv 25), esse período especial ocorre a cada 25 anos — embora também possa ser proclamado em momentos extraordinários.

O Jubileu é um tempo de graça abundante, perdão dos pecados e reconciliação. É um período no qual a Igreja oferece indulgências, ou seja, a remissão das penas temporais pelos pecados já confessados. E mais: é um convite pessoal à renovação espiritual e à redescoberta do amor redentor de Deus.

Ano Jubilar: Um tempo de renovação espiritual e reconciliação

Podemos dizer que a espiritualidade do Ano Jubilar gira em torno de três palavras: renovação, reconciliação e redenção. Cada uma traz uma dimensão essencial da experiência cristã:

  1. Renovação Espiritual
    É hora de parar, refletir e recomeçar. O Jubileu nos convida a um “reset” espiritual.
    Além disso, é o período concreto em que o Jubileu é celebrado – com o objetivo de oferecer aos fiéis um tempo especial de conversão, fortalecimento espiritual e vivência comunitária. Durante esse ano, indulgências plenárias podem ser recebidas, e ritos simbólicos, como a abertura da Porta Santa, convidam os cristãos a vivenciar um caminho de transformação.
    Mas como viver o Ano Jubilar e se preparar espiritualmente de forma concreta?
    • Reserve tempo para a oração diária. Construa um espaço para o silêncio e para a escuta de Deus.
    • Medite nas Escrituras, especialmente nos Evangelhos. Ali está o caminho para a verdadeira renovação.
    • Participe dos sacramentos. A Eucaristia e a Confissão são fontes de força e libertação espiritual.
  2. Reconciliação: O caminho para a paz interior
    O Ano Jubilar é também um momento de cura. A reconciliação não é apenas com Deus, mas com os outros e consigo mesmo.
    • Busque perdoar e pedir perdão. Há feridas que só a reconciliação verdadeira pode curar.
    • Pratique obras de misericórdia. Ajudar o próximo é reconectar-se com o amor que transforma.
  3. Redenção: Deus que resgata e restaura
    Aqui está o coração do Jubileu. Redenção significa libertação. É Deus resgatando cada um de nós do que nos aprisiona: o medo, o pecado, o egoísmo.
    • Reflita sobre as áreas da sua vida que precisam ser restauradas. O que ainda precisa ser entregue a Deus?
    • Celebre a esperança cristã. A certeza de que Deus age na história e na sua vida pessoal é o que impulsiona a fé.

Como viver o Ano Jubilar e se preparar espiritualmente: orientações práticas

A teoria inspira, mas é a prática que transforma. Veja como incorporar o espírito jubilar em sua vida:

1. Viva a experiência do perdão

As indulgências especiais são uma graça especial do Ano Jubilar. Ela pode ser alcançada por meio da confissão, comunhão e oração pelas intenções do Papa. Mas o verdadeiro desafio? Manter um coração perdoado e perdoando.

2. Faça uma peregrinação (física ou espiritual)

Se possível, visite uma igreja jubilar. Caso não seja viável, faça uma “peregrinação interior” — um caminho de autoconhecimento e abertura ao Espírito Santo.

3. Pratique a caridade 

A caridade é a expressão visível da redenção. Desafie-se a amar quem você considera difícil. Doe tempo, escuta, presença. Pequenos gestos constroem grandes mudanças.

4. Cultive a esperança ativa

O Jubileu da Esperança é um tempo único, um presente de Deus para a humanidade. Ele nos chama a sermos luz em um mundo frequentemente marcado pela escuridão do desespero e da divisão. 

Este Jubileu nos desafia a ser “Peregrinos de Esperança”, levando a mensagem de Cristo aos confins da terra. É uma oportunidade de testemunhar que, mesmo diante das dificuldades, Deus é fiel e Sua promessa de salvação é eterna. Como viver o Ano Jubilar e se preparar espiritualmente? Mantendo os olhos na promessa e o coração em ação.

Ano Jubilar e Redenção: um convite à esperança

A redenção é um processo de restauração completa. Assim como Deus resgata, Ele também restaura. O Ano Jubilar ecoa essa promessa: nada está perdido para quem confia em Deus.

Viver esse tempo é acreditar que há sempre um novo começo. Que a escuridão nunca tem a última palavra. A esperança é a marca do cristão porque sabemos que Deus age na história e continua escrevendo histórias de superação, amor e reconciliação — inclusive a sua.

Conclusão: Um novo ciclo, um novo coração

O Ano Jubilar não é apenas um tempo litúrgico; é um chamado à transformação pessoal. Redenção, reconciliação e esperança não são palavras abstratas — elas são realidades que Deus quer concretizar na sua vida.

Se você chegou até aqui, pergunto: Você está disposto a viver esse tempo de graça e renovação espiritual?

Compartilhe nos comentários o que mais tocou o seu coração e marque alguém que precisa renovar sua esperança. Vamos juntos trilhar esse caminho de redenção? Deus já começou a obra. Falta você dar o próximo passo. 

Lembre-se: Assim como Deus resgata e restaura, o Ano Jubilar é um convite para renovar a fé e a confiança em Seu amor redentor.

Saiba mais sobre o Ano Jubilar.

Como rezar a Coroa das Lágrimas

A Coroa (ou Rosário) que a Mãe de Deus entregou à Irmã Amália tinha 49 contas brancas, divididas em grupos de 7, por sete contas igualmente brancas. É, portanto, semelhante à Coroa das Dores de Maria, embora de cor diferente. Tinha ainda mais três contas finais e uma medalha com a imagem de Nossa Senhora das Lágrimas – de um lado – e a imagem de Jesus Manietado – de outro lado. A medalha é uma parte essencial desta Coroa, devendo ser exatamente como aquela que a Mãe de Deus mostrou à Irmã Amália, em Campinas, a 8 de abril de 1930.

Minha filha: o que os homens Me pedem
pelas lágrimas de Minha Mãe,
Eu amorosamente concedo.
Jesus Manietado (Campinas, 08-11-1929).

Oração inicial:


Eis-nos aqui aos Vossos pés, ó dulcíssimo Jesus Crucificado, para Vos oferecermos as lágrimas d’Aquela que, com tanto amor, Vos acompanhou no caminho doloroso do Calvário. Fazei, ó bom Mestre, que nós saibamos aproveitar da lição que elas nos dão, para que, na Terra, realizando a Vossa Santíssima Vontade, possamos um dia, no Céu, Vos louvar por toda a eternidade.

Nas contas brancas (grandes, que separam os grupos de 7 contas):
Vêde, ó Jesus, que são as lágrimas d’Aquela que mais Vos amou na Terra, e que mais Vos ama no Céu.

Nas contas brancas (grupos de 7 contas):
Meu Jesus, ouvi os nossos rogos, pelas Lágrimas de Vossa Mãe Santíssima.

No fim, repete-se três vezes, nas três contas brancas finais:
Vêde, ó Jesus, que são as lágrimas d’Aquela que mais Vos amou na Terra, e que mais Vos ama no Céu.

Oração final:


Virgem Santíssima e Mãe das Dores, nós Vos pedimos que junteis os Vossos rogos aos nossos, a fim de que Jesus, Vosso Divino Filho, a quem nos dirigimos em nome das Vossas lágrimas de Mãe, ouça as nossas preces e nos conceda, com as graças que desejamos, a coroa da vida eterna. Amém.

Jaculatórias finais (para rezar contemplando e beijando a medalha):
– Por Vossa mansidão divina, ó Jesus Manietado, salvai o mundo do erro que o ameaça!
– Ó Virgem Dolorosíssima, as Vossas Lágrimas derrubaram o império infernal!

Imprima-se – com 50 dias de indulgência cada vez que se repetirem as orações e jaculatórias acima mencionadas. † F., Bispo Diocesano.

(*) Aprovações eclesiásticas:
•Imprimatur: † Bispo Francisco de Campos Barreto, Diocese de Campinas, SP (Brasil), 8 de março de 1931.
•Imprimatur: † Bispo Michael James Gallagher, Diocese de Detroit, MI (Estados Unidos), 22 de março de 1935.
•Imprimatur: † Arcebispo John Robert Roach, D.D., Arquidiocese de Saint Paul e Minneapolis, MN (Estados Unidos).
•Nihil obstat N.º 924/1935: Ansgarus Borsiczky, Censor Diocesano em Sopron (Hungria), 25 de maio de 1935.
•Imprimatur: † Bispo Stephanus Breyer, Diocese de Győr (Hungria), 13 de julho de 1935.
•Imprimatur: † Vigário Geral Ferdinand Buchwieser, Arquidiocese de Munique e Frisinga (Alemanha), 22 de março de 1935.

Fonte: Canção Nova

Conheça a herança espiritual de Padre Wilton

Padre Wilton Moraes Lopes foi um homem de Deus que deixou um legado de fé, amor e transformação, sua herança espiritual é um presente para a Igreja e para o mundo.

Mas você sabe o que é herança espiritual? Convidamos a entender este conceito e a conhecer um pouco mais da vida e obra deste homem de santidade e redenção.

Quem foi o Padre Wilton

Padre Wilton Moraes Lopes foi um homem de Deus que deixou um legado de fé, amor e transformação, sua herança espiritual é um presente para a Igreja e para o mundo.

Mas você sabe o que é herança espiritual? Convidamos a entender este conceito e a conhecer um pouco mais da vida e obra deste homem de santidade e redenção.

Quem foi o Padre Wilton

Padre Wilton Moraes Lopes, nascido em Batovi (atual Município de Tesouro), Mato Grosso, em 27 de abril de 1956, dedicou sua vida à fé, à evangelização, ao amor ao próximo e à transformação de vidas.

É fundador da das Irmãs e Irmãos da Copiosa Redenção.  Além disso, inspirou milhares de pessoas com sua pregação, homilias e compromisso com os mais necessitados, principalmente com a recuperação de dependentes químicos.

Sua vocação sacerdotal se manifestou desde cedo, precisamente aos oito anos de idade, ele saiu da casa dos pais para estudar no Colégio dos Salesianos, em Guiratinga (MT). E foi no ambiente escolar católico onde o pequeno Wilton sentiu os primeiros sinais de sua vocação ao sacerdócio.

Logo, aos 14 anos, ingressou no Seminário Menor dos Redentoristas em Goiânia, e em 1983 foi ordenado sacerdote.

Aproveite para ler: Padre Wilton: um redentorista que fundou a Copiosa Redenção

Herança espiritual: o que é isso

Antes de prosseguirmos com o testemunho e os feitos do Padre Wilton, vamos entender o conceito de herança espiritual. Apenas assim compreenderemos melhor o valor daquilo que podemos chamar de “tesouro”. Afinal a herança espiritual é de fato um tesouro precioso para os católicos.

A herança espiritual é um conceito amplo e rico que se refere à transmissão de valores, crenças, práticas e tradições religiosas que são transmitidos de geração em geração.

E no contexto católico, a herança espiritual é especialmente significativa, pois representa a soma de ensinamentos, exemplos e experiências acumulados ao longo do tempo.

Logo, para a Igreja Católica a herança espiritual se manifesta de diversas formas:

·         Nos ensinamentos da Sagrada Escritura e da Tradição da Igreja;

·         Na liturgia e através da celebração da Eucaristia e dos demais sacramentos;

·         Na vida dos santos e santas, pois seus exemplos de fé e santidade inspiram os católicos a viverem de acordo com o Evangelho;

·         E no ensinamento dos padres, bispos e papas, que com suas palavras cumprem sua missão de transmitir a fé e de guiar os fiéis no caminho da salvação. 

A importância da herança espiritual

A herança espiritual é importante para os católicos por diversos motivos:

Primeiramente, para fortalecer a fé. Afinal, ao conhecer a história da Igreja e os ensinamentos dos santos, os católicos aprofundam sua compreensão da fé e se tornam mais firmes em suas convicções.

Também para ser um guia, pois a herança espiritual oferece princípios e valores que orientam os católicos em suas decisões e ações. A herança espiritual também promove a comunhão, porque ao compartilhar a mesma fé e tradição, os católicos se unem em uma comunidade de irmãos e irmãs.

Além disso, a herança espiritual também inspira a santidade. E isso porque nos apresenta o exemplo de força, determinação e fé inabalável de tantas mulheres e homens, como o padre Wilton, que se dedicaram a Deus e ao próximo de modo incansável.

Portanto, a herança espiritual é um tesouro precioso que deve ser valorizado e preservado. Logo, é importante não apenas conhecer essa herança, mas também transmiti-la às novas gerações e aplicá-la na própria vida cotidiana.

A missão do Padre Wilton como homem de Deus

Agora que já compreendemos o que é herança espiritual e a sua preciosidade, voltamos à trajetória do Padre Wilton.

Logo que foi ordenado sacerdote, Padre Wilton recebeu a missão de formador no seminário dos Redentoristas. Contudo, anos depois foi incardinado na Diocese de Ponta Grossa, no Paraná, como pároco na Igreja São José.

Mas em 1987, ele foi inspirado por um forte chamado de Deus, e depois de um tempo de discernimento e do agir da Providência Divina, fundou a Copiosa Redenção. Nela, atuam Padres e Irmãs que se dedicam integralmente à evangelização e também ao resgate à vida, atuando na recuperação de dependentes químicos. Logo, proporcionam dignidade àqueles que já a perderam, acolhendo e amando. 

A comunidade rapidamente se expandiu pelo Brasil, alcançando milhares de pessoas que, como filhos pródigos que buscam sair do mundo das drogas, são alcançadas com uma mensagem de fé, esperança e amor. E atualmente a Congregação se faz presente também na Itália.

Padre Wilton ficou conhecido por sua pregação eloquente, que tocava os corações das pessoas e as convidava a uma conversão profunda. Ele também foi um grande defensor dos pobres e da caridade ao próximo. 

A herança espiritual do Padre Wilton: seus livros

Além de todos os frutos que a Copiosa Redenção produziu pelos esforços do seu fundador, destacamos também os seus livros como herança espiritual.

E estas são as suas publicações:

Misericórdia um jeito de ser

Obra de profunda espiritualidade, não é um livro de leitura rápida, mas um livro de cabeceira que deve ser “degustado” pouco a pouco. Portanto, possui um forte apelo à conversão com os questionamentos acerca do “jeito de ser misericordioso do cristão”.

Pensamentos, um caminho espiritual

Este livro é uma verdadeira herança espiritual! E nele o leitor é convidado não só a fazer uma descoberta intelectual do Amor Salvífico de Deus, mas a experimentar pessoalmente esta Salvação através de Jesus Cristo, nosso Redentor.

Alargai os vossos corações

Um livro que reúne escritos, orações e pregações transcritas de Padre Wilton durante seus 40 anos de sacerdócio. Logo, nesta obra você vai encontrar a história inicial da Fundação da Copiosa Redenção e desse Carisma na Igreja. Contudo, o livro não possui uma leitura sistemática, os textos podem ser lidos de acordo com a motivação do coração, pois cada texto oferece uma reflexão e profundidade que poderão ajudar em diversos momentos da vida cristã.

Um homem da Redenção

Em 4 de março de 2024, Padre Wilton faleceu, aos 67 anos. E ele nos deixou uma herança espiritual de fé, amor, transformação e redenção a tantos que conseguiram viver uma vida nova com a ajuda da Copiosa Redenção.

Sua morte foi sentida por centenas de pessoas por todo o país, que o admiravam e o amavam.

Enfim, Padre Wilton foi um homem de fé profunda, que dedicou sua vida a servir a Deus e ao próximo. Sua obra continua inspirando e transformando vidas, e seu legado espiritual de fé, amor a Cristo Crucificado, caridade e redenção jamais será esquecido.

Conheça tudo sobre o Padre Wilton nesta página especialmente criada para reunir a sua herança espiritual. Acesse AQUI.

MARIA, A MEDIADORA JUNTO A CRISTO

Por Padre Wilton Moraes Lopes, CSsR

Dando continuidade à nossa caminhada espiritual, hoje meditaremos como é grande o mistério das almas do purgatório. Peçamos a Maria, que não permita que qualquer pessoa possa morrer em
pecado. Há casos maravilhosos, onde Maria de alguma forma se faz presente, com grande poder
e esplendor, preparando os caminhos para que a Graça aconteça.

Em determinada região, onde um Padre acolhia bondosamente em sua casa os amigos que passavam por aquele lugar. Certo dia, algumas pessoas que estavam voltando de uma viagem, depois de enfrentarem uma tempestade, procuraram abrigo na casa paroquial. Entre eles estava um jovem que havia ficado doente naquela viagem. Atacado por um mal súbito, ele passava muito mal e estava em situação de perigo de morte. As pessoas que estavam com ele, acompanharam toda a situação e viram que aquele rapaz havia passado mal naquela noite. Entre eles também o padre acompanhou toda a situação.

Conversando com o doente, o padre, perguntou-lhe: “você quer se confessar, já está muito
doente?”. Sabendo que sua situação era grave, o rapaz disse: “eu quero!”

O Padre então ouviu sua confissão e assim o rapaz pôde se preparar para o encontro com Deus de maneira extraordinária. Como disse no começo: nada acontece por acaso! Tudo é providência de Deus! Maria estava lá presente, e intercedeu por aquele rapaz que precisava voltar seu olhar para Cristo. Ele não podia morrer em pecado, e por isso Maria agiu. Ele se confessou, se preparou, teve uma morte bela, foi amparado por Maria Santíssima e assim pôde entrar no paraíso.

Nunca ouvi dizer que Maria abandonou qualquer pecador. Para qualquer pessoa que estiver necessitada
de perdão e reconciliação com Cristo, Maria faz tudo. Sabemos que há centenas de casos como este,
em que a Virgem Maria ampara seus filhos no derradeiro momento com a sua intercessão.

PARA PENSAR

O que seria de mim sem a intercessão da Virgem Maria?

PARA REZAR

Ó Mãe querida, ajuda-nos a estar na estrada de Jesus.

PARA MEMORIZAR

Maria é nossa fiel intercessora junto a Cristo.

ABRAÇAR A CRUZ

“A CRUZ QUE SE ARRASTA É MUITO MAIS PESADA DO QUE A CRUZ QUE SE ABRAÇA”. (STA. TEREZA D’ÁVILA)

Por Padre Wilton Moraes Lopes, CSsR

Quero iniciar recordando a famosa frase de Santa Teresa D’Ávila: “a cruz que se arrasta é muito mais
pesada do que a cruz que se abraça”. “Abraçar a cruz”; muitas vezes parece um paradoxo dizer isso.
Como abraçar a cruz? Como acolher o sofrimento, as doenças, a depressão? Como aceitar tantas tristezas que vão marcando a nossa história de vida? Como acolher os sofrimentos dos quais não somos culpados? É importante nos colocar diante da cruz como se colocássemos a nossa vida diante de uma luz especial, porque a cruz brilha sobre o nosso cotidiano, sobre nossa realidade. Brilhar por quê?
Porque muitas vezes vivemos sem a luz da cruz. Não cremos que no sofrimento Deus está presente.

Também é muito importante entender que Jesus Cristo, ao morrer na cruz, através de sua doação e sacrifício, por amor a todos nós, não nos isentou das nossas cruzes. Pelo contrário, o extraordinário gesto de Jesus nos faz compreender que, a partir daquele momento, Ele se tornou presente em nossas cruzes, mergulhado em nossa dor, em nosso sofrimento. Ele estará crucificado conosco em cada instante.
Cristo morreu na cruz para que a partir daquele momento estivesse presente nas nossas pequenas ou grandes cruzes de cada dia. Ele é Deus de Amor, é Deus de Bondade e está conosco. É preciso
ver a luz que está na cruz. Ela brilhará e o seu brilho iluminará todas as nossas dúvidas ou questionamentos.

Essa luz iluminará todas as respostas que devemos dar ao Senhor. Será poderosa, grandiosa, maravilhosa. Essa luz vem da cruz sobre a nossa vida. Vem do amor, daqueles braços abertos no alto da cruz, que para sempre emana sobre a nossa pobre condição humana, assim como quando rezamos a Salve Rainha,
e dizemos: “gemendo e chorando neste vale de lágrimas”.

Qual é a luz da cruz que brilha sobre o meu sofrimento? Qual é a luz da cruz que tem brilhado sobre
a minha dor? Qual é a luz da cruz que tem brilhado sobre as minhas profundas angústias e crises? Ou será que estou tão cego que não consigo mais ver a luz que sai da cruz e brilha nas minhas pequenas
e grandes cruzes?

“Senhor ensina-me a amar a tua cruz, ensina-me a acolher a minha cruz. Ilumina, Senhor, as trevas que me impedem de acolher com amor, com fé e esperança as pequenas cruzes da minha caminhada”.

Padre Wilton: um redentorista que fundou a Copiosa Redenção

Nascido em Batovi (atual Município de Tesouro), no Mato Grosso, no dia 27 de abril de 1956, Padre Wilton Moraes Lopes foi um sacerdote redentorista, que dedicou sua vida à evangelização e à promoção da fé. Desde cedo, sentiu o chamado de Deus para o sacerdócio, ingressando na Congregação do Santíssimo Redentor e emitindo os primeiros votos em 1977.

Após sua ordenação sacerdotal em 1983, Padre Wilton se dedicou a diversos ministérios, como pároco, missionário e formador de novos redentoristas.

A vivência do Padre Wilton na Congregação do Santíssimo Redentor 

Sua vocação redentorista foi profundamente marcada pelo carisma da congregação, que se caracteriza por três pilares:

  • A evangelização: Os redentoristas são missionários que anunciam a Boa Nova de Jesus Cristo a todos os povos, especialmente aos mais pobres e marginalizados. Mas, ao mesmo tempo que evangelizam, se permitem evangelizar por eles.
  • A devoção à Santíssima Virgem Maria: Os redentoristas têm um amor filial à Mãe de Deus, reconhecendo-a como Mãe da Redenção e intercessora junto ao seu Filho Jesus Cristo.
  • A vida comunitária: Os redentoristas vivem em comunidade, buscando juntos a santidade e o serviço ao Reino de Deus.

Além disso, Santo Afonso Maria de Ligório, expressou que todo redentorista deveria ser memória viva do Redentor. O que significa que deveria continuar, nos dias atuais, a realizar e tornar presente o mesmo agir do Santíssimo Redentor.

Esse desejo de Santo Afonso é expresso no lema escrito no selo da Congregação Redentorista: “Copiosa Apud Eum Redemptio” (Junto dele a Copiosa Redenção). Assim como Santo Afonso, Padre Wilton sabia que a redenção é a expressão do amor de Deus por nós e, por isso, para expressar a redenção no mundo, cada membro da Copiosa Redenção deve primeiramente ser experimentada de forma pessoal. Para Santo Afonso, essa via é a oração, para Padre Wilton também, mas especificamente na Adoração ao Santíssimo Sacramento.

De Redentorista a fundador de uma Congregação na vida da Igreja

Esses pilares do Carisma redentorista influenciaram diretamente o Carisma da Copiosa Redenção, comunidade fundada pelo Padre Wilton em 1989. Contudo, a Copiosa Redenção nasceu do desejo de Padre Wilton de realizar a vontade de Deus. Deixemos que ele mesmo nos relate com suas próprias palavras:

“O Carisma da Copiosa Redenção foi colocado por Deus em determinado momento da história, como luz que iluminou um aspecto da realidade humana, vivida na dor e no sofrimento por milhares de pessoas. Que realidade é essa? A triste situação de milhares de pessoas, dependentes das drogas, em processo de profunda destruição”.

Ele continua: “Naquele exato momento ouvi a voz do Senhor me chamando com clareza: ‘o trabalho que eu quero de você é este: a recuperação dos jovens dependentes, Eu os amo e é preciso que alguém anuncie e leve minha Redenção na vida deles’. Fiquei assustado, pois nunca me senti com talentos para trabalhar com jovens”.

A Adoração como centro do Carisma Copiosa Redenção

A Copiosa Redenção também se caracteriza pelo amor ao Santíssimo Sacramento. Contudo, a Adoração não é apenas uma devoção no Carisma Copiosa Redenção, mas é o centro da vida religiosa de seus membros. 

Logo, ao redigir o Carisma da Comunidade, Padre Wilton determinou: “Se um dia deixarem a adoração de lado, a Congregação deixará de existir, perderá a força do Carisma”.

Além disso, escreveu: “Não deixo equívocos sobre este ponto. Às vezes querem interpretar o que o fundador quis dizer – não há interpretações aqui. É bem claro, adorar é trazer diante de Cristo, presente no Santíssimo, a juventude dependente de drogas e trabalhar pela recuperação da mesma. Adorar e trabalhar, orar e agir, duas metas que se encontram no coração do Senhor, fonte de toda Redenção”.

Padre Wilton ainda explicou: “A Adoração deve nos fazer sempre lembrar de que a Obra da Copiosa Redenção nasceu diante do Santíssimo Sacramento. Adorando, estamos testemunhando isso ao mundo e, em segundo lugar, adorando, estamos agradecendo a Jesus pela Copiosa Redenção que é um Presente brotado do Coração d’Ele.”

Alguns dos principais feitos de Padre Wilton

  • Fundou o Instituto Secular, em 1987;
  • Iniciou as atividades de recuperação dos dependentes químicos em 1988;
  • Fundou a Congregação das Irmãs da Copiosa Redenção Filhas de Maria Mãe da Divina Graça, em 1989;
  • Em 1997 fundou os Irmãos da Copiosa Redenção;
  • Escreveu diversos livros sobre fé e espiritualidade;
  • Pregou retiros por todo o Brasil e fez inúmeros atendimentos ao povo de Deus;
  • Foi considerado um grande pregador falando muito do amor pela cruz;
  • Tinha grande devoção, respeito e amor pelas almas do purgatório, por isso toda segunda-feira às 06h ele celebrava a Santa Missa em intercessão pelas almas.

A frágil saúde de Padre Wilton

O sacerdote lutava a anos com alguns problemas de saúde. Aliás, desde muito jovem lutava contra a diabetes tipo 1. Contudo, a doença agravou o seu quadro clínico em 2015, quando precisou ser internado às pressas pelo risco de uma parada dos rins.

Em 2017, sofreu o primeiro Acidente Vascular Cerebral (AVC), que comprometeu a sua fala. E naquele mesmo ano, ele sofreu ainda mais dois AVCs. Em 2018, devido a uma queda, precisou operar às pressas e colocar uma prótese no fêmur. E desde então precisou se locomover usando cadeira de rodas, pois não se sentia seguro para andar.

Logo, o ano seguinte (2019) não foi nada fácil para Padre Wilton. Ele teve duas embolias pulmonares e exames demonstraram que ele teve inúmeros micros AVCs. E com o início da Pandemia da Covid-19, Padre Wilton passou a viver recluso na Casa Geral, com pouquíssimas visitas e poucas saídas. Nesse tempo, seu quadro de saúde ficou estabilizado.

Porém, em janeiro de 2023 ele profetizou a algumas Irmãs que um tempo de profunda purificação na Congregação começaria. Mas essa purificação seria sofrida na sua própria carne. Em seguida, sua saúde começou a ficar cada vez mais debilitada. E de fato 2023 foi um ano de muitos dias de internamento.

A páscoa definitiva do Padre Wilton

Em janeiro de 2024, Padre Wilton passou dias hospitalizado na UTI até que no dia 29 de fevereiro os médicos sinalizaram que não havia mais recursos, pois os antibióticos já não faziam mais efeito devido a infecção pulmonar.

Contudo, os seus últimos dias foram de muitas visitas de amigos e membros da família Copiosa Redenção. E apesar de sua profunda agonia, santas missas foram celebradas no seu quarto para que ele recebesse Jesus Eucarísticos todos os dias. Além disso, um dia antes do seu falecimento, houve até mesmo um momento de Adoração a Jesus Eucarístico no seu quarto.

E foi com o coração entristecido, mas reconfortado pela certeza da vida eterna na glória de Deus, que a família Copiosa Redenção recebeu a notícia da páscoa definitiva do Padre Wilton. O sacerdote faleceu em 4 de março de 2024, aos 67 anos, deixando um legado de fé, amor e serviço ao próximo.

Entretanto, sua obra continua viva na Copiosa Redenção e continuará dando muitos frutos na vida da Igreja. A Congregação hoje conta com centenas de membros em todo o Brasil e na Itália.

Assim, a história de Padre Wilton e da Copiosa Redenção são um exemplo de como o carisma da adoração a Jesus Eucarístico e do serviço ao próximo podem ser vividos de forma fecunda e missionária na Igreja. Sua vida e obra inspiram milhares de pessoas a amar a cruz. Além disso, destacam a importância do silêncio interior e da perseverança. Ele dizia: “Não me ajoelho diante da santidade de ninguém, mas daqueles que perseverarem até o fim”.

Você tem um testemunho sobre o Padre Wilton para contar? Então deixe seu depoimento AQUI!

O que é o Jubileu da Esperança 2025 e qual seu significado para os católicos?

O que é o Jubileu da Esperança 2025 e qual seu significado para os católicos?

O Jubileu da Esperança 2025 se apresenta, por meio da fé, como tempo de graça e como um chamado à peregrinação espiritual e física. É o Ano Santo especialmente proclamado pelo Papa Francisco. É tempo de renovação espiritual para a Igreja Católica e para todos os que buscam a Deus. Portanto, com o tema “Peregrinos de Esperança”, este Jubileu nos convida a redescobrir a força da esperança em um mundo marcado por desafios e incertezas.

Como um farol que brilha em meio às tempestades da vida, o Jubileu da Esperança 2025 surge como um período sagrado de esperança, de conversão e de reencontro com Deus. Os corações se abrem para acolher a misericórdia divina, e os passos dos fiéis se voltam em direção às portas da Igreja, sinal da acolhida do Pai Celestial.

Neste blogpost, saiba em detalhes o que é um Jubileu e como o Jubileu da Esperança 2025 pode inspirar sua vida. Acompanhe a leitura até o fim! 

O que é um Jubileu para a Igreja Católica?

Na tradição da Igreja Católica, o Jubileu é um ano santo, período de celebração e de graças especiais, convocado pelo Papa para promover a conversão e oferecer abundantes indulgências aos fiéis.

Logo, um Jubileu, também conhecido como Ano Santo, é um período especial de graça e reconciliação. Sua origem remonta ao Antigo Testamento, quando, a cada 50 anos, era proclamado um ano jubilar entre os hebreus, tempo de libertação e restauração.

Celebrado ordinariamente a cada 25 anos, o Jubileu é um tempo para fortalecer a fé, buscar o perdão dos pecados e renovar o compromisso de seguir a Cristo. É um convite à conversão, à penitência e à prática da caridade.

Na Igreja Católica, o primeiro Jubileu foi instituído pelo Papa Bonifácio VIII em 1300 e desde então, acontece a cada 25 anos, salvo ocasiões extraordinárias. É o caso do Jubileu Extraordinário da Misericórdia, proclamado pelo Papa Francisco em 2015.

Ao longo da história, os jubileus foram ocasiões de profunda renovação espiritual. O Jubileu do Ano 2000, proclamado por São João Paulo II, celebrou a entrada do cristianismo no terceiro milênio, reforçando a esperança na redenção de Cristo. Já o Jubileu da Misericórdia (2015), destacou a importância das obras de misericórdia, do perdão e da compaixão divina.

Portanto, cada Jubileu é um marco na história da Igreja Católica, é tempo de renovação eclesial e de renovado ardor missionário.

Quer conhecer todos os Jubileus da história da Igreja Católica, quando aconteceu, quem o proclamou e sua motivação? Acesse AQUI!

O que motivou o Papa Francisco a instituir o Jubileu da Esperança 2025?

O Papa Francisco convocou o Jubileu da Esperança 2025 para nos lembrar que, mesmo em tempos de tribulação, a esperança em Cristo não decepciona (Rm 5,5).

Somos uma sociedade que há anos vive tempos marcados por crises sociais e sanitárias, por conflitos, desigualdades e desafios.

Por isso, o Santo Padre nos convida a redescobrir a esperança que brota do Evangelho como força que impulsiona a vida cristã e nos motiva a testemunhar a mesma Esperança, com alegria e coragem.

A Bula de Proclamação do Jubileu, intitulada Spes non confundit (A esperança não decepciona – Rm 5,5), reforça o chamado à reconciliação e à oração.

Logo, o Papa Francisco deseja que este seja um tempo de reavivamento da fé, com um apelo à paz, ao diálogo e à fraternidade entre os povos.

Então, que tal aproveitar para ler a Bula de Proclamação do Jubileu Ordinário do ano 2025, Spes non confundit, em português!

A Esperança: Raiz Divina

A palavra esperança tem sua origem no latim “sperare“, que significa “esperar com confiança”. No hebraico, o termo equivalente (tiqvah) está relacionado à expectativa e à corda, simbolizando a segurança e a firmeza que a esperança nos proporciona.

Mas é a Bíblia que nos revela a profundidade da esperança em nossa relação com Deus. Ela não é apenas um sentimento, mas uma virtude teologal, um dom divino que nos permite esperar com confiança nas promessas de Deus.

  • Hebreus 11,1: “A fé é o fundamento da esperança, é uma certeza a respeito do que não se vê”.
  • Romanos 15,13: “O Deus da esperança vos en­cha de toda a alegria e de toda a paz na vossa fé, para que pela virtude do Espírito Santo transbordeis de esperança!”.
  • Jeremias 29,11: “Bem conheço os desígnios que mantenho para convosco – oráculo do Senhor –, desígnios de prosperidade e não de calamidade, de vos garantir um futuro e uma esperança”.  

Portanto, a esperança é fundamental em nossa jornada de fé. Ela nos permite:

Confiar em Deus: Acreditar que Deus está presente em nossa vida e que Ele cumprirá suas promessas.

Superar desafios: Enfrentar as dificuldades com coragem, sabendo que Deus está conosco.

Viver com alegria: Experimentar a paz e a alegria que vem da certeza do amor de Deus.

Amar ao próximo: Compartilhar a esperança com os outros, sendo sinais do amor de Deus no mundo.

Qual o significado do Jubileu da Esperança 2025 para as nossas vidas?

O Jubileu da Esperança 2025 teve início oficialmente em 24 de dezembro de 2024, com a abertura da Porta Santa da Basílica de São Pedro. O rito da abertura, realizado pelo Papa Francisco, é o convite para atravessar a porta da misericórdia e renovar nossa relação com Deus. O Jubileu estende-se por todo o ano de 2025 e encerra-se no dia 6 de janeiro de 2026.

Contudo, seu significado transcende o tempo: é um convite às pessoas de boa vontade para cultivarem um coração cheio de esperança, se renovarem no amor de Cristo e levarem a luz da fé a um mundo muitas vezes obscurecido pela desesperança.

Portanto, o Jubileu da Esperança 2025 é um tempo de profunda oportunidade para cada um de nós, é o convite pessoal à transformação e ao crescimento espiritual, que nos chama a:

1. Renovar a Esperança

Em tempos desafiadores, nossa esperança pode enfraquecer. Por isso, o Jubileu nos convida a reacender essa chama, a redescobrir a força que reside em nossa fé e na certeza do amor de Deus. E é um tempo para:

  • Aprofundar a fé: Buscar momentos de oração, de reflexão e de estudo da Palavra de Deus.
  • Fortalecer a confiança: Acreditar na presença e no amor de Deus, que nos acompanha em cada passo de nossa vida. Mesmo quando nos sentimos abandonados, Deus está ao nosso lado, colhendo nossas lágrimas e cuidando das feridas de nossa alma.
  • Cultivar a alegria: Celebrar a vida, os dons que recebemos e a esperança de um futuro melhor.

2. Buscar a Reconciliação

O Jubileu da Esperança 2025 é um tempo de reconciliação, consigo mesmo, com o próximo e com Deus. Desse modo, é um convite a:

  • Perdoar e pedir perdão: Abrir o coração para o perdão, liberando ressentimentos e buscando a paz interior.
  • Reconciliar relacionamentos: Restaurar laços com familiares, amigos e comunidades, construindo pontes de amor, compreensão, empatia e misericórdia.
  • Confessar os pecados: Buscar o sacramento da confissão, reconhecendo-se pecador e necessitado da misericórdia de Deus. Ao se preparar para a confissão, além de identificar seus pecados, é importante identificar suas fragilidades e reconhecer que necessita da graça do perdão. E ao buscar o sacramento da confissão, abra seu coração para receber o perdão e o abraço misericordioso de Deus.

3. Praticar a Caridade

O Jubileu nos chama a viver a caridade, a amar e a servir o próximo como Cristo nos ensinou. É um tempo para:

  • Olhar para o próximo: Enxergar as necessidades dos irmãos, especialmente os mais vulneráveis.

Servir com amor: Dedicar tempo, talentos e recursos para ajudar quem precisa. Nesse sentido, você pode ajudar instituições de caridade, como orfanatos, casas de repouso para idosos e comunidades terapêuticas.

Leia também: 3 motivos para se tornar um Amigo da Redenção

4. Peregrinar na Fé

A peregrinação, símbolo do Jubileu da Esperança 2025, representa a nossa jornada de fé. É um convite a:

  • Caminhar com Deus: Seguir os passos de Cristo, buscando conhecimento de seus ensinamentos e intimidade com Ele.
  • Ir ao encontro do outro: Compartilhar a fé com os irmãos, aprendendo e crescendo juntos.
  • Testemunhar a esperança: Levar a mensagem de amor e esperança a todos os que encontramos.

Como alcançar indulgências no Jubileu da Esperança 2025?

O Jubileu oferece aos católicos a oportunidade de receber indulgências plenárias, que são a remissão da pena temporal devida pelos pecados já perdoados.

Contudo, para alcançar essa graça tão especial, é necessário cumprir algumas condições. E são elas:

  • Peregrinação a Roma ou a um dos muitos Santuários determinados como pontos de peregrinação; para cada diocese no Brasil foram escolhidos diversos Santuários. Informe-se na sua paróquia quais são eles para identificar qual o mais próximo a você.
  • Buscar a confissão sacramental;
  • Participar da Santa Missa no Santuário escolhido para a peregrinação e receber a Eucaristia;
  • E ainda nesta Igreja, rezar pelo Papa Francisco e por suas intenções de oração.

Além disso, o Jubileu da Esperança 2025 é um tempo propício para aprofundar a fé, fortalecer os laços com a comunidade e testemunhar o amor de Deus no mundo.

E as indulgências podem ser aplicadas também às almas do purgatório, tornando-se um grande ato de caridade cristã.

Contudo, cabe aqui ainda esclarecer que peregrinar não se resume a um deslocamento físico, mas também é jornada interior. Somos Peregrinos de Esperança, chamados a caminhar rumo à eternidade, confiantes na bondade divina.

E a esperança é o fio dourado que une a fé e a caridade. Portanto, no contexto do Jubileu, ela se torna a chama que ilumina a caminhada do cristão. Ter esperança é confiar nas promessas de Deus, mesmo quando o horizonte parece nublado.

Enfim, o Jubileu da Esperança 2025 é um presente celestial, uma chance para recomeçar.

Portanto, faça sua peregrinação com o coração disposto a espalhar a esperança que não decepciona. E avance com confiança, pois Cristo nosso Redentor, nos guia e nos fortalece, ontem, hoje e sempre.