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7 sinais de alerta para o mau uso das redes sociais

31 de julho de 2022

7 sinais de alerta para o mau uso das redes sociais

Existem 3 tipos de relação com as redes sociais no meio religioso. Primeiro, os que acham que as redes sociais vieram para aproximar as pessoas e facilitar a evangelização. Em seguida, os que não têm nenhuma familiaridade com as mídias. Por fim, os que fazem mau uso das redes sociais, por meio de atitudes que prejudicam sua saúde psíquica, assim como sua vivência religiosa. 

Assim como qualquer outra ferramenta de comunicação social, as redes sociais podem oferecer risco para a dinâmica da vida religiosa. No entanto, o cinema, a música, e a televisão, também podem afetar de maneira negativa ou positivamente a vida comunitária. 

Tudo depende do que se vê, quando se vê e como se vê. Afinal, o instrumento em si não pode ser mau ou bom, mas o uso que eu faço dele, sim! 

Há na realidade religiosa problemas de caráter pessoal como que atingem o aspecto comunitário. As redes sociais impactam essas duas dimensões, pois, na maioria das vezes, é na dimensão comunitária que se identifica os principais alertas para o mau uso das redes.

Logo, definimos 7 sinais que precisam ser observados pelas autoridades e pelos próprios religiosos que apontam para o mau uso das mídias digitais no cotidiano. 

1 – Fuga da convivência comunitária

Um dos sinais de alerta quanto ao mau uso das redes sociais é a fuga da convivência comunitária. Isso mesmo! O religioso que tem passado muito tempo nas redes sociais costuma aos poucos distanciar-se do cotidiano da comunidade. 

Além disso, nas refeições costuma estar sempre online, assim como nos momentos de lazer. Chega ao ponto de estar nas redes sociais inclusive nos momentos de espiritualidade e, até, durante a Celebração Eucarística. Nitidamente, isso caracteriza para o religioso o mau uso dessas tecnologias. 

2 – Amizades prioritariamente digitais

Um religioso que não alimenta seus relacionamentos fraternos com os irmãos da comunidade, possui dificuldade de manter-se na vida religiosa. Afinal, são os irmãos que compõem sua dinâmica de oferta e de apostolado diário.

Quando um religioso tem mais relacionamentos digitais do que reais, comunitários, cotidianos, sinaliza o mau uso das redes. O digital precisa fortalecer os laços reais, não suprimi-los. Portanto, quando se tem um caminho sinuoso de relacionamento fraterno, não se consegue perseverar nos caminhos da religião. 

3 – Diminuição da produtividade no ambiente apostólico

É comprovado cientificamente que as redes sociais podem possuir força de vício tanto quanto as drogas ilícitas. A isso se atribui os estímulos neurais causados pelo uso ininterrupto dos smartphones

Desse modo, o uso das redes sociais impactam na produtividade dos trabalhos apostólicos. Esse tipo de vício, apreendem o tempo que deveria ser dispensado para o apostolado e a missão, desperdiçando-os nas distrações das redes. 

4 – Se demora muitas nas redes na hora de dormir

Outro efeito do mau uso das redes sociais está na hora do descanso. Se o trabalho é afetado, o descanso não fica atrás. Ao contrário, muito tempo se gasta na hora que deveria ser para o relaxamento. 

O estímulo das luzes da tela e das redes sociais deixa a mente ativa e ansiosa de modo que o descanso perde sua qualidade e acaba afetando a qualidade de vida de cada religioso. 

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5 – Relacionamentos com perfis fakes 

As mídias sociais promovem o relacionamento com perfis fakes, que acabam tirando o religioso do seu chamado à castidade, por exemplo. 

Há religiosos que podem estar em relacionamentos fakes sem ter essa consciência. Portanto, é necessário vigilância e relacionamentos com pessoas reais a fim de suprir essa realidade. 

O religioso necessita ter o coração antenado no seu chamado, em amar o povo ao qual Deus lhe confiou, e servir por meio do seu apostolado. Desviar esse olhar do olhar de Cristo é perder-se no seu próprio caminho. 

6 – Busca desenfreada por notícias e entretenimento

O oceano de informações que as redes sociais oferecem deixam muitos viciados na busca intensa por notícias e entretenimento. Para a vida religiosa, isso pode se tornar incompatível dado que é necessário um filtro seguro na fonte dessas informações, assim como um espaço de tempo saudável com a vida comunitária. 

A busca desenfreada, e até ansiosa, por notícias desencadeia síndromes e neuroses como pânico, ansiedade generalizada, depressão, entre outros. 

7 – Distanciamento de leituras sadias e espirituais

O uso exagerado das redes sociais distancia os religiosos de leituras mais profundas e espirituais. É comprovado que o hábito de leituras mais densas é prejudicado pelas leituras superficiais e curtas como os textos das redes sociais. 

Portanto, quanto mais rede social, menos livros próprios da vida religiosa. Se você não consegue mais ler os livros próprios da vida consagrada, é um sinal de que tem utilizado exageradamente as redes sociais. 

Existem 3 tipos de relação com as redes sociais no meio religioso. Primeiro, os que acham que as redes sociais vieram para aproximar as pessoas e facilitar a evangelização. Em seguida, os que não têm nenhuma familiaridade com as mídias. […]